Um blog que traz idéias, visões, pontos de vista, sobre alguns assuntos que compõem nosso dia-a-dia e que são escritos em alguns dos meus Momentos de Devaneio.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Memórias
Engraçado como na vida as opiniões mudam, as coisas mudam, tudo muda. Se me perguntassem a uns 3 anos atrás os piores anos de minha vida, com toda certeza diria que alguns anos que morei no sítio seriam eles. Não o começo, mas o fim quando tudo já era diferente.
Hoje estava eu aqui, lembrando da Sinuca e ela me fazendo lembrar meu avô e isso me fazendo lembrar outras coisas, e memórias saindo da cabeça, e de um momento para o outro, uma época que eu não estava muito contente, passa a ser uma das épocas mais valiosas em minha mente. O simples fato de ter lembranças dele ali, em pé, forte, falando comigo, limpando a sinuca, se tornam tão valiosas que fica inenarrável demonstrar.
Isso me mostra que toda e qualquer situação tem seu valor, por muitas vezes muito maior do que pensamos ou damos a elas. Mas o mundo é um circulo, gira e faz coisas mudarem, tudo é mutável, nós somos mutáveis e talvez seja esse o sentido da vida, mudar, repensar, se fossemos sempre iguais a vida seria a mesma sempre e acabaria ficando enjoativa.
Nesse período difícil, venho notando o quão importante são algumas memórias que tenho, guardadas talvez na lista das mais chatas, entediantes ou talvez desagradáveis, mas cada uma delas sob esse novo olhar, sob essa nova situação, acaba mudando de lugar e ocupando a vaga das mais gostosas e emocionantes.
Lá está ele, um ídolo aos meus olhos, há mais de 50 dias, lutando para sobreviver. As vezes tenho sido pego, vagando em minha própria mente, parado, viajando, lembrando daquele que por muitos e muitos anos me fez feliz, como na noite do natal, depois de 24 anos, passei essa noite sem a presença dele, e ao ver um amigo abraçar seu avô meu olhos se encheram de lágrimas e aproveitei o momento da oração de todas aquelas pessoas para mentalizar coisas boas para ele, que seria meu melhor presente.
Enquanto esse presente não chega, simples imagens e sons, guardados na memória, se tornam bens invioláveis e emocionantes dentro de mim. E com eles continuo a acreditar que no mundo tudo é possível e voltarei a te ver outra vez.
Igor Reis Moreira Mathias
segunda-feira, 7 de maio de 2012
A última representante do trio ternura
Há cerca de 14 anos atrás, lá estava eu, pentelhando todo mundo lá em casa, um dia antes de mudar de Três Rios para Ipiabas, para comprar um cachorro que vi na Casa do Fazendeiro. O preço que era 40 reais, no fim saiu por 38, se me lembro bem, com uma contribuição de todos da casa.
Logo na primeira noite você sumiu e foram te encontrar dentro da mala da minha vó, escondida e dormindo, desde cedo mostrando suas habilidades de esconder.
Foi você a primeira a apanhar do Dino no sítio e foi você a ficar conosco quando a Moaninha veio a morrer.
Xinha, Tochinha, Tinha ou até Tichinha, era uma espécie de cachorra do homem aranha. Nunca vi outro cão escalar um muro de 3 metros, andar em cima dele e descer como você fazia. Sem falar no seu instinto aranha, que ao notar meu avô chegando fazia você andar como um soldado para se esconder na sala ou ir pro quarto do Rafael.
Quando viemos pra Volta Redonda você veio, mas ficava tão triste de ficar longe do Dino e da Babi que optamos por te deixar no sítio, lá você todo seu espaço para aproveitar com eles. Quantas vezes você dormiu no meio das nossas pernas? Quantas vezes nos alegrou e nos fez rir?
Guerreira, sobreviveu a muitos perrengues, problema com ingestão de ossos de frango, quase envenenamento, porradadia com a Babi e por fim esse câncer.
Sábadão eu estive lá com você, brinquei, te sacaneei e até agora não acredito que se foi assim. Mas se foi de uma forma linda, se é que isso existe. Ao pular no colo daquele que você escolheu ser seu dono, você o abraçou, deu seu último suspiro e descansou. Sorte do Rafael ser eleito por um cão como você. E sorte sua por ter um dono como ele, uma pessoa que não poupou esforços de nenhum tipo para tentar um tratamento para sua doença.
Por fim, foi aqui que você veio parar. Nada mais justo a você que nos deu seu carinho, afeto e companhia, descansar em um lugar digno de sua existência. Não foi no lixo que te achamos e não era para lá que você iria. E mesmo que tivesse sido lá que nós a tivéssemos encontrado, não era nem um pouco perto de lá o lugar que você merecia. E agora você vai descansar ao lado de onde sua irmã descansa, é o lugar que agora você descansará. Seus corpos mutarão e alimentarão lindas flores que ali foram colocadas para nos mostrar a alegria que vocês sempre nos deram. Como diz a placa que ali se encontra “ao chegar e sair nos deixe paz e alegria” e foi isso que vocês sempre fizeram.
Obrigado por ter feito parte da minha vida, obrigado por ter me ajudado a me tornar parte do que sou.
Vai em paz doidona, agora tu tá com os teus, Dininho e Bah vão cuidar de você pra nós.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O conto de Brasiléia – A nova terra do Nunca
Não sei porque o espanto nesses últimos dias. Não sei porque de todo esse alarde. Aliás acho que sei, as notícias chegaram ao jornal das 8 e ao noticiário de domingo. Ai sim o brasileiro fica bravo, reclama, faz protesto. Realmente roubar todos os dias pode, mas roubar e aparecer no noticiário é sacanagem.
Brasileiro é como chifrudo otário. Dar pra outro pode, mas que seja no motel ou outro lugar, agora quando pega ela com outro na tua cama, ai ferrou. Ai vira anti-ético, fica bravo e por fim vai la na Casas Bahia e compra uma cama nova, em 10 vezes sem juros lógico.
Parece que o jeito para melhorar o país seria uma ditadura, fechar câmara, fechar senado, fechar tudo, mas no fim, alguém vai abrir os bolsos e pronto. A dita vai ser dura pra uns e mole pra outros.
Eu já cheguei a conclusão que o problema não é só no Brasil e sim na humanidade. O ser humano é a raça mais desprezível que já habitou esse planeta, consome recursos naturais, recursos minerais e consome muito, recursos financeiros. Mas o que esperar de um ser que se julga supremo e acredita que o valor é ditado por cores e desenhos diferentes estampados em um pedaço de papel.
O ser humano realmente é uma raça desgraçada, mas parece que o brasileiro é pior ainda. No Japão o político é pego roubando e tem o peito de se matar, em outros lugares o povo vai pra rua bater panela, no Brasil o povo vai pra rua tentar ganhar a parte dele também.
Só em um país com um povo tão apático para um político dizer que 20 mil reais não dá para ele passar o mês. Meu amigo se 20 mil não da pra você passar o mês o que dá na tua cabeça quando você vota o salário mínimo? O que você acha de um trabalhador que ganha 600 conto por mês?
É revoltante ver o que fazem e o povo não fazer NADA. Ai chega na semana seguinte o pessoal lá de cima vota um término provisório de seus trocentos vencimentos anuais e o povo pensa, “Viu a Globo ajudo nóis”. Ajudou nada, semana que vem eles votam novamente e agora ao invés de 18 vão ser 20, 20 salários em uma ano de 12 meses, 56 diárias de viagem em um mês de no máximo 31 dias, números que só existem no Brasil, um país do faz de conta, onde o povo finge que briga e os representantes fingem que ligam.
E ainda há quem diga que Deus é brasileiro. Brasileiro uma ova, acho que o desgosto dele é olhar aqui pra baixo e ver o que somos capazes de fazer, ou melhor, o que não somos capazes.
Dá vontade de chorar, você ligar sua TV e ver que no nordeste a senhorinha não tem dinheiro pra comprar água pra família, enquanto o grande filho da profissional do sexo está gastando, ou fingindo que gasta, uma soca de dinheiro com coisas desnecessárias.
Acorda BRASIL, nem tudo é Micareta, Carnaval, Futebol, MMA e cerveja. Acorda porque somos um gigante adormecido, com potencial de andar a passos muito mais largos do que estamos dando hoje.
É triste ver que o sistema está todo destruído e que a solução seja talvez uma chuva de uma semana, uma semana chovendo gasolina, deixando tudo escuro, até que alguém tenha a ótima idéia de acender uma vela, mas aí, JÁ ERA.
Igor Reis Moreira Mathias
Brasileiro é como chifrudo otário. Dar pra outro pode, mas que seja no motel ou outro lugar, agora quando pega ela com outro na tua cama, ai ferrou. Ai vira anti-ético, fica bravo e por fim vai la na Casas Bahia e compra uma cama nova, em 10 vezes sem juros lógico.
Parece que o jeito para melhorar o país seria uma ditadura, fechar câmara, fechar senado, fechar tudo, mas no fim, alguém vai abrir os bolsos e pronto. A dita vai ser dura pra uns e mole pra outros.
Eu já cheguei a conclusão que o problema não é só no Brasil e sim na humanidade. O ser humano é a raça mais desprezível que já habitou esse planeta, consome recursos naturais, recursos minerais e consome muito, recursos financeiros. Mas o que esperar de um ser que se julga supremo e acredita que o valor é ditado por cores e desenhos diferentes estampados em um pedaço de papel.
O ser humano realmente é uma raça desgraçada, mas parece que o brasileiro é pior ainda. No Japão o político é pego roubando e tem o peito de se matar, em outros lugares o povo vai pra rua bater panela, no Brasil o povo vai pra rua tentar ganhar a parte dele também.
Só em um país com um povo tão apático para um político dizer que 20 mil reais não dá para ele passar o mês. Meu amigo se 20 mil não da pra você passar o mês o que dá na tua cabeça quando você vota o salário mínimo? O que você acha de um trabalhador que ganha 600 conto por mês?
É revoltante ver o que fazem e o povo não fazer NADA. Ai chega na semana seguinte o pessoal lá de cima vota um término provisório de seus trocentos vencimentos anuais e o povo pensa, “Viu a Globo ajudo nóis”. Ajudou nada, semana que vem eles votam novamente e agora ao invés de 18 vão ser 20, 20 salários em uma ano de 12 meses, 56 diárias de viagem em um mês de no máximo 31 dias, números que só existem no Brasil, um país do faz de conta, onde o povo finge que briga e os representantes fingem que ligam.
E ainda há quem diga que Deus é brasileiro. Brasileiro uma ova, acho que o desgosto dele é olhar aqui pra baixo e ver o que somos capazes de fazer, ou melhor, o que não somos capazes.
Dá vontade de chorar, você ligar sua TV e ver que no nordeste a senhorinha não tem dinheiro pra comprar água pra família, enquanto o grande filho da profissional do sexo está gastando, ou fingindo que gasta, uma soca de dinheiro com coisas desnecessárias.
Acorda BRASIL, nem tudo é Micareta, Carnaval, Futebol, MMA e cerveja. Acorda porque somos um gigante adormecido, com potencial de andar a passos muito mais largos do que estamos dando hoje.
É triste ver que o sistema está todo destruído e que a solução seja talvez uma chuva de uma semana, uma semana chovendo gasolina, deixando tudo escuro, até que alguém tenha a ótima idéia de acender uma vela, mas aí, JÁ ERA.
Igor Reis Moreira Mathias
terça-feira, 3 de abril de 2012
O toque que faltava
O Gato de botas já não teve bota, o Aladin já foi só um ladrão, Rei Arthur era só um cavalariço, a Cinderela só uma serviçal, o Shrek só um ogro e o príncipe também já foi sapo, porque eu não poderia também mudar.
Mudanças existem e as vezes elas vem pra melhor. E comigo foi assim, num determinado momento de minha vida, minha bota, lâmpada, espada, sapatinho de cristal, minha princesa apareceu e com um beijo, e seu jeitinho de ser me mudou completamente.
Eu que já fui um cara que tinha muito medo do futuro, hoje só rezo para que ele chegue logo e que essa distância acabe para podermos por todos nossos sonhos em prática.
Como toda princesa que se preze, a minha também teve seu castelo no momento do noivado. E a simbologia do castelo vai além do “simples” fato de uma princesa ter que seguir esses protocolos. O castelo simboliza o amor que assim como o castelo, irá resistir às coisas que passamos, será um amor forte e bem consolidado, assentado numa base de pedra rígida, que nem o tempo irá destruir. Sim nem o tempo, pois para mim a morte não é o fim e sim o começo de outra etapa. E acho que comigo já foi assim.
Porque 2 pessoas sairiam de cantos distintos, em datas parecidas e iriam se encontrar na terra do conto de fadas? Nem a interferência de um Leprechaum explicaria isso.
Leprechaum esse que nos abençoou com um lindo arco-íris que nos mostrava o caminho de nossa felicidade.
A distância existe, mas é com o amor que ela vai ser superada. Aliás, que forma melhor de superar um problema se não com o amor?! E assim será, o tempo passará, mas o Castelo vai continuar no alto da montanha, resistindo ao sol, ao frio, a chuva e aos passar dos dias.
E assim só me resta pedir desculpa pelo erros, melhorar os pontos fracos e esperar o tempo trazer minha princesa de volta pra mim.
Igor Reis Moreira Mathias
Mudanças existem e as vezes elas vem pra melhor. E comigo foi assim, num determinado momento de minha vida, minha bota, lâmpada, espada, sapatinho de cristal, minha princesa apareceu e com um beijo, e seu jeitinho de ser me mudou completamente.
Eu que já fui um cara que tinha muito medo do futuro, hoje só rezo para que ele chegue logo e que essa distância acabe para podermos por todos nossos sonhos em prática.
Como toda princesa que se preze, a minha também teve seu castelo no momento do noivado. E a simbologia do castelo vai além do “simples” fato de uma princesa ter que seguir esses protocolos. O castelo simboliza o amor que assim como o castelo, irá resistir às coisas que passamos, será um amor forte e bem consolidado, assentado numa base de pedra rígida, que nem o tempo irá destruir. Sim nem o tempo, pois para mim a morte não é o fim e sim o começo de outra etapa. E acho que comigo já foi assim.
Porque 2 pessoas sairiam de cantos distintos, em datas parecidas e iriam se encontrar na terra do conto de fadas? Nem a interferência de um Leprechaum explicaria isso.
Leprechaum esse que nos abençoou com um lindo arco-íris que nos mostrava o caminho de nossa felicidade.
A distância existe, mas é com o amor que ela vai ser superada. Aliás, que forma melhor de superar um problema se não com o amor?! E assim será, o tempo passará, mas o Castelo vai continuar no alto da montanha, resistindo ao sol, ao frio, a chuva e aos passar dos dias.
E assim só me resta pedir desculpa pelo erros, melhorar os pontos fracos e esperar o tempo trazer minha princesa de volta pra mim.
Igor Reis Moreira Mathias
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Greve Da Segurança Pública
Parece que a moda pegou e como vem acontecendo agora em todo carnaval, uma coisa é lançada na Bahia e acaba que outros estados aderem a modinha. Depois do "Tchubirabirom" e do "Rebolation", parece que a moda desse ano é a Greve da Polícia.
Eu não vou discutir aqui se é certo ou errado o trabalhador fazer greve, isso é um direito incontestável, porém, entretanto, todavia e contudo, nem tudo que é lícito é ético.
Na Bahia esse ano, como parece que acontece com tudo lá, a greve acabou virando festa. Invasão da assembleia, policial armado contra o povo, possibilidade de enfrentamento entre polícia e exército, uma bagunça e não uma greve. Só faltou um trio elétrico com o movimento sindical em cima e os manifestantes vestidos com abadá. Agora ta na hora das pessoas aprenderem a pedir e interpretar as coisas, como diria o baixinho "Greve é greve bagunça é bagunça".
Eu, sinceramente, não concordo com essa greve, já que todo policial é concursado e na hora do concurso está lá no edital bem marcado, em negrito quase fluorescente sublinhado e em itálico, o valor que ele vai receber após um mês de trabalho. Porém é direito da pessoa não trabalhar, e em contrapartida do empregador não pagar por cada de falta.
Concordo que os policiais e bombeiros deveriam ganhar muito mais, e vou além, proponho que tenham um aumento de 600% no estado do Rio, vindo a receber mais de 7 mil reais por mês, porém caso algum deles venha a ser pego fazendo qualquer coisa de irregular, o mesmo seria expulso da corporação e preso, sem direito a julgamento, pois o fim do mundo é você ver algumas pessoas que deveriam fazer cumprir a lei, abusando delas ou as infringindo.
É triste ver algumas classes reclamarem, algumas fazem greve quase todo ano, como é o caso do poder judiciário, sai ano entra ano, as vezes o ano nem chega acabar, eles fazem greve, reivindicam melhores salários. Realmente viver com um salário de juiz é difícil, chega uma hora que você não tem mais em que gastar, aí já viu, começa a ter que comprar o mesmo produto em cor diferente só para ter o prazer de comprar. Prazer sim, porquê comprar é um prazer e dependendo do tipo serviço pode até mesmo ser um prazer sexual.
Mas como em tudo na vida há sempre uma lição a ser tirada e temos que saber tirar proveito de disso. Assim sendo porquê não adotar essa moda da greve em outros setores? Eu acho que com os salários atuais quem deveria fazer greve são as domésticas, empregados do comércio, frentistas, garis e até mesmo o ultrage de ver uma greve dos aposentados. Essas classes sim recebem mal e ainda não tem ninguém para pagar um chopinho.
Que tal talvez nós consumidores fazermos uma greve de pagamento de impostos!? Enquanto o governo não providenciar plenas condições de saúde, educação, segurança, saneamento, transporte e etc, nós não vamos pagar impostos ou não vamos trabalhar, parando a economia nacional. Porquê em um país onde o povo ganha 600 reais e o representante do povo ganha 24 mil, o certo é aceitar ir trabalhar por milzão e depois se arrepender e cruzar os braços para ver se a mamãe governo passar a mão na cabeça do filhão concursado ou invés de pedir demissão e procurar por outra vaga no mercado de trabalho.
Mas nem tudo esta perdido um dia isso muda. Eu acredito. Porque por enquanto quando eu começo a ver as coisas funcionando de forma diferente eu sempre sou surpreendido pela minha mãe dizendo: "Filhão acorda, ta na hora de ir trabalhar".
Eu não vou discutir aqui se é certo ou errado o trabalhador fazer greve, isso é um direito incontestável, porém, entretanto, todavia e contudo, nem tudo que é lícito é ético.
Na Bahia esse ano, como parece que acontece com tudo lá, a greve acabou virando festa. Invasão da assembleia, policial armado contra o povo, possibilidade de enfrentamento entre polícia e exército, uma bagunça e não uma greve. Só faltou um trio elétrico com o movimento sindical em cima e os manifestantes vestidos com abadá. Agora ta na hora das pessoas aprenderem a pedir e interpretar as coisas, como diria o baixinho "Greve é greve bagunça é bagunça".
Eu, sinceramente, não concordo com essa greve, já que todo policial é concursado e na hora do concurso está lá no edital bem marcado, em negrito quase fluorescente sublinhado e em itálico, o valor que ele vai receber após um mês de trabalho. Porém é direito da pessoa não trabalhar, e em contrapartida do empregador não pagar por cada de falta.
Concordo que os policiais e bombeiros deveriam ganhar muito mais, e vou além, proponho que tenham um aumento de 600% no estado do Rio, vindo a receber mais de 7 mil reais por mês, porém caso algum deles venha a ser pego fazendo qualquer coisa de irregular, o mesmo seria expulso da corporação e preso, sem direito a julgamento, pois o fim do mundo é você ver algumas pessoas que deveriam fazer cumprir a lei, abusando delas ou as infringindo.
É triste ver algumas classes reclamarem, algumas fazem greve quase todo ano, como é o caso do poder judiciário, sai ano entra ano, as vezes o ano nem chega acabar, eles fazem greve, reivindicam melhores salários. Realmente viver com um salário de juiz é difícil, chega uma hora que você não tem mais em que gastar, aí já viu, começa a ter que comprar o mesmo produto em cor diferente só para ter o prazer de comprar. Prazer sim, porquê comprar é um prazer e dependendo do tipo serviço pode até mesmo ser um prazer sexual.
Mas como em tudo na vida há sempre uma lição a ser tirada e temos que saber tirar proveito de disso. Assim sendo porquê não adotar essa moda da greve em outros setores? Eu acho que com os salários atuais quem deveria fazer greve são as domésticas, empregados do comércio, frentistas, garis e até mesmo o ultrage de ver uma greve dos aposentados. Essas classes sim recebem mal e ainda não tem ninguém para pagar um chopinho.
Que tal talvez nós consumidores fazermos uma greve de pagamento de impostos!? Enquanto o governo não providenciar plenas condições de saúde, educação, segurança, saneamento, transporte e etc, nós não vamos pagar impostos ou não vamos trabalhar, parando a economia nacional. Porquê em um país onde o povo ganha 600 reais e o representante do povo ganha 24 mil, o certo é aceitar ir trabalhar por milzão e depois se arrepender e cruzar os braços para ver se a mamãe governo passar a mão na cabeça do filhão concursado ou invés de pedir demissão e procurar por outra vaga no mercado de trabalho.
Mas nem tudo esta perdido um dia isso muda. Eu acredito. Porque por enquanto quando eu começo a ver as coisas funcionando de forma diferente eu sempre sou surpreendido pela minha mãe dizendo: "Filhão acorda, ta na hora de ir trabalhar".
sábado, 17 de dezembro de 2011
É Hora de Repensar
Como é possível uma pessoa colocar a cabeça no travesseiro e dormir sabendo que desviou verba da merenda, do saneamento ou da saúde que deveria ser direcionado a salvar alguém.
Roubo de dinheiro público, desvio de verba, entre outros, deveriam ser considerados crimes de assassinato doloso, aquele com intenção de matar. Sim parece radical, mas se você for ver toda a cadeia de atuação desta ação você há de concordar comigo.
Quantas crianças em nosso país tem como sua única refeição a merenda servida no colégio? Quantas pessoas morrem por ano em estradas esburacadas, com falta de sinalização? Quantos morrem por não terem um leito em um hospital ou por falta de remédio? Quantos deixam de viver por terem adquirido uma doença relacionada a falta de saneamento?
Infelizmente acho que nossa conta passa dos milhares, e mesmo que ficasse em uma única morte que fosse, uma vida perdida é uma vida que não há como ser resgatada.
Infelizmente a grande esmagadora, para não falar quase absoluta, parte dos políticos agem e administram as verbas públicas de acordo com o que eles pensam ser melhor para eles. A pracinha que vai dar mais votos, aquele show que tantos querem, aquela ambulância de segunda. Tudo girando em torno daquele pensamento egoísta do que será mais vantajoso em termos de votos para mim.
Muito se discute em nosso país sobre a questão da legenda, e ai vem a velha pergunta. A quem pertence a vaga, ao político ou a legenda? Desculpe meus caros doutores, acho que desvirtuamos um pouco as coisas. A vaga pertence ao POVO, é ele quem elege o senhor como REPRESENTANTE e não como mandatário.
Os políticos já passaram da hora de entender que eles lá estão com o dever de representar e lutar pelo melhor daquelas pessoas que confiaram a ele o direito de escolha direito de direcionamento do nosso tão suado imposto. Imposto esse pago para prover as necessidades COLETIVAS e não necessidades individuais. Entendam de uma vez por todas, vocês sem nós nada são, nós sem vocês somos talvez a salvação.
Porque não ouvir as necessidades, pegar seu carro de luxo e ir rodar por um bairro pobre e ver que pessoas passam fome e necessidade, enquanto você paga putas e Sexjets com o dinheiro suado do proletariado.
Muitos declaram a política como profissão, enquanto isso não deveria passar de um hobby, ou no máximo, uma segunda atividade exercida. Mas infelizmente em nosso país ser político virou profissão vantajosa, por todo o salário e benefícios adquiridos e isso deveria ser diferente as pessoas deveriam se interessar por política e por trabalhar com isso para contribuir com o melhor para nossa nação, dar idéias e gerar lucros sociais a uma grande parcela, atuar na política pelo simples fato de ter um sorriso e um obrigado como retribuição de seu esforço. Política deveria ser projeto social e não profissão legalizada.
Infelizmente esse cenário não faz parte somente de nosso país, esse é um mal que assola boa parte da humanidade,pois infelizmente esse egoísmo alienado está inserido no gene humano, então onde houver a raça humana haverá tal mediocridade. A única boa notícia é a que Darwin nos deu, dizendo que tendemos a evoluir e melhorar em certos aspectos. Dessa forma, um dia, talvez, possamos ver na felicidade geral um motivo maior do que um enriquecimento pessoal.
Igor Reis Moreira Mathias
Roubo de dinheiro público, desvio de verba, entre outros, deveriam ser considerados crimes de assassinato doloso, aquele com intenção de matar. Sim parece radical, mas se você for ver toda a cadeia de atuação desta ação você há de concordar comigo.
Quantas crianças em nosso país tem como sua única refeição a merenda servida no colégio? Quantas pessoas morrem por ano em estradas esburacadas, com falta de sinalização? Quantos morrem por não terem um leito em um hospital ou por falta de remédio? Quantos deixam de viver por terem adquirido uma doença relacionada a falta de saneamento?
Infelizmente acho que nossa conta passa dos milhares, e mesmo que ficasse em uma única morte que fosse, uma vida perdida é uma vida que não há como ser resgatada.
Infelizmente a grande esmagadora, para não falar quase absoluta, parte dos políticos agem e administram as verbas públicas de acordo com o que eles pensam ser melhor para eles. A pracinha que vai dar mais votos, aquele show que tantos querem, aquela ambulância de segunda. Tudo girando em torno daquele pensamento egoísta do que será mais vantajoso em termos de votos para mim.
Muito se discute em nosso país sobre a questão da legenda, e ai vem a velha pergunta. A quem pertence a vaga, ao político ou a legenda? Desculpe meus caros doutores, acho que desvirtuamos um pouco as coisas. A vaga pertence ao POVO, é ele quem elege o senhor como REPRESENTANTE e não como mandatário.
Os políticos já passaram da hora de entender que eles lá estão com o dever de representar e lutar pelo melhor daquelas pessoas que confiaram a ele o direito de escolha direito de direcionamento do nosso tão suado imposto. Imposto esse pago para prover as necessidades COLETIVAS e não necessidades individuais. Entendam de uma vez por todas, vocês sem nós nada são, nós sem vocês somos talvez a salvação.
Porque não ouvir as necessidades, pegar seu carro de luxo e ir rodar por um bairro pobre e ver que pessoas passam fome e necessidade, enquanto você paga putas e Sexjets com o dinheiro suado do proletariado.
Muitos declaram a política como profissão, enquanto isso não deveria passar de um hobby, ou no máximo, uma segunda atividade exercida. Mas infelizmente em nosso país ser político virou profissão vantajosa, por todo o salário e benefícios adquiridos e isso deveria ser diferente as pessoas deveriam se interessar por política e por trabalhar com isso para contribuir com o melhor para nossa nação, dar idéias e gerar lucros sociais a uma grande parcela, atuar na política pelo simples fato de ter um sorriso e um obrigado como retribuição de seu esforço. Política deveria ser projeto social e não profissão legalizada.
Infelizmente esse cenário não faz parte somente de nosso país, esse é um mal que assola boa parte da humanidade,pois infelizmente esse egoísmo alienado está inserido no gene humano, então onde houver a raça humana haverá tal mediocridade. A única boa notícia é a que Darwin nos deu, dizendo que tendemos a evoluir e melhorar em certos aspectos. Dessa forma, um dia, talvez, possamos ver na felicidade geral um motivo maior do que um enriquecimento pessoal.
Igor Reis Moreira Mathias
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
O Ogro e a Princesa
Era uma vez a história de um Ogro e uma princesa. O ogro como sempre gordo e preguiçoso e a princesa linda como nos contos de fadas, loira, bonita, inteligente, esforçada e extremamente batalhadora.
Um dia na terra dos duendes, onde se fala gaélico e onde ambos foram para estudar sobre poções mágicas e bebidas negras, houve o encontro que veio a mexer com os dois. Como em todo conto de fadas, a princesa foi relutante a primeira vista, mas acabou se rendendo ao charme do ogro.
Muito aconteceu nesse caminho, desentendimentos, conversas, desculpas, mas algo era indiscutível, ao se verem ambos balançavam. Com a ajuda de um samurai japonês, uma Cabocla do agreste, uma tímida Drúida entendedora de sabores e cheiros, e os cavaleiros que acompanhavam o ogro, ambos acabaram se rendendo a este encantamento que foi acionado ao cruzarem seus olhares.
Tudo começou ali nos dados oficiais do reino, onde bebidas negras e poções eram vendidas a preços baixíssimos e de onde a carruagem partira deixando a princesa para traz. Com a impossibilidade dela seguir para casa o ogro ofereceu a sua para que a princesa e a Druida repousarem.
Chegando a sua simples cabana o ogro fez questão de dormir no chão com suas convidadas mostrando ali que não era somente um ser de carcaça estranha. E assim foram entre celebrações do reino, inclusive uma em que os soldados do rei tiveram que intervir por conta de um alarme de ataque acionado indevidamente a banquetes nas terras botinais.
Sobreviveram a desentendimentos, malandros e malandras, a distância, já que o ogro sempre sonhou desbravar os reinos tão tão distantes, e por mais que tivessem tentado ficar longe acabaram se rendendo aos encantos e voltaram a se encontrar.
Porém eis que o ogro começou a ficar sem forças, cansado, viu a necessidade de retornar ao seu reino e começou a sentir feitiços que assombravam sua mente, sofrendo de feitiços que somente a princesa veio a saber e ajudar a retirar.
Enquanto puderam, ambos viveram felizes, compartilhando receitas e poções, visitaram reinos, riram, foram companheiros e por fim choraram. Dizem que foi a princesa a responsável maior pelo ogro ter conseguido desbravar tantos reinos e conseguir ficar tanto tempo fora de sua casa e que o ogro nunca conhecera uma princesa que o respeitasse, valorizasse e gostasse tanto dele.
Com tudo isso acontecendo com o ogro, ele acabou voltando para casa, verde por conta de um presente da princesa, e sentindo que um pedaço seu ficara para traz.
Atualmente o ogro e a princesa continuam essa saga de provação, mesmo parecendo haver um feitiço para os repelir. Ambos mantém contato por seus espelhos mágicos a fim de que um dia possam se encontrar novamente, e que nesse reino maravilhoso possam ser felizes juntos.
Hoje o ogro aprende uma de suas maiores lições, esperar. Esperar a fim de que tudo isso valha a pena, valha como valeu todo o resto. Hoje o ogro se sustenta e espera, espera que a princesa realize seu sonho, de ser uma das melhores magas dos sabores que o mundo já viu.
Enquanto isso o ogro espera, espera trabalhando e semeando uma terra, que um dia será muito fértil.
E assim continua o ogro, esperando e rezando para que tudo se resolva da forma como tem que ser. E que seja da forma como ele e a princesa querem.
Ogre Is breá le Banphrionsa
Iogr Reis Moreira Mathias
Um dia na terra dos duendes, onde se fala gaélico e onde ambos foram para estudar sobre poções mágicas e bebidas negras, houve o encontro que veio a mexer com os dois. Como em todo conto de fadas, a princesa foi relutante a primeira vista, mas acabou se rendendo ao charme do ogro.
Muito aconteceu nesse caminho, desentendimentos, conversas, desculpas, mas algo era indiscutível, ao se verem ambos balançavam. Com a ajuda de um samurai japonês, uma Cabocla do agreste, uma tímida Drúida entendedora de sabores e cheiros, e os cavaleiros que acompanhavam o ogro, ambos acabaram se rendendo a este encantamento que foi acionado ao cruzarem seus olhares.
Tudo começou ali nos dados oficiais do reino, onde bebidas negras e poções eram vendidas a preços baixíssimos e de onde a carruagem partira deixando a princesa para traz. Com a impossibilidade dela seguir para casa o ogro ofereceu a sua para que a princesa e a Druida repousarem.
Chegando a sua simples cabana o ogro fez questão de dormir no chão com suas convidadas mostrando ali que não era somente um ser de carcaça estranha. E assim foram entre celebrações do reino, inclusive uma em que os soldados do rei tiveram que intervir por conta de um alarme de ataque acionado indevidamente a banquetes nas terras botinais.
Sobreviveram a desentendimentos, malandros e malandras, a distância, já que o ogro sempre sonhou desbravar os reinos tão tão distantes, e por mais que tivessem tentado ficar longe acabaram se rendendo aos encantos e voltaram a se encontrar.
Porém eis que o ogro começou a ficar sem forças, cansado, viu a necessidade de retornar ao seu reino e começou a sentir feitiços que assombravam sua mente, sofrendo de feitiços que somente a princesa veio a saber e ajudar a retirar.
Enquanto puderam, ambos viveram felizes, compartilhando receitas e poções, visitaram reinos, riram, foram companheiros e por fim choraram. Dizem que foi a princesa a responsável maior pelo ogro ter conseguido desbravar tantos reinos e conseguir ficar tanto tempo fora de sua casa e que o ogro nunca conhecera uma princesa que o respeitasse, valorizasse e gostasse tanto dele.
Com tudo isso acontecendo com o ogro, ele acabou voltando para casa, verde por conta de um presente da princesa, e sentindo que um pedaço seu ficara para traz.
Atualmente o ogro e a princesa continuam essa saga de provação, mesmo parecendo haver um feitiço para os repelir. Ambos mantém contato por seus espelhos mágicos a fim de que um dia possam se encontrar novamente, e que nesse reino maravilhoso possam ser felizes juntos.
Hoje o ogro aprende uma de suas maiores lições, esperar. Esperar a fim de que tudo isso valha a pena, valha como valeu todo o resto. Hoje o ogro se sustenta e espera, espera que a princesa realize seu sonho, de ser uma das melhores magas dos sabores que o mundo já viu.
Enquanto isso o ogro espera, espera trabalhando e semeando uma terra, que um dia será muito fértil.
E assim continua o ogro, esperando e rezando para que tudo se resolva da forma como tem que ser. E que seja da forma como ele e a princesa querem.
Ogre Is breá le Banphrionsa
Iogr Reis Moreira Mathias
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A Saga de Dublin – Teclada Final
Apesar de meu abandono a saga nas últimas batalhas, aqui estou eu para me despedir e deixar um pouco do que sinto gravado na minha memória virtual.
Foram 8 meses e meio, longe de casa, aprendendo, se virando e mantendo também alguns maus hábitos.
Que experiência, inenarrável e incalculável o valor dela para mim. Tanto aconteceu, tanto poderia acontecer.
Primeiramente agradeço aos meus pais que me apoiaram de todas as formas nesse sonho, aos meus irmãos por todo apoio moral e amparo aos meus pais e meus amigos que sempre incentivaram. Deixo aqui também um agradecimento especial a algumas pessoas que foram muito importantes para mim aqui nessa aventura. Bruno e Tadeu, que vieram comigo, Alex, Ivan, Alban, Japa, Natasha, Enila que foram grandes amigos e Paula, a qual eu devo também grande parte dessa jornada.
E lá se foram, ao total uns 35 mil quilômetros, ou mais, viajados, 20 países, várias pessoas, muitas experiências, um aprendizado sem tamanho. Dos tartarugas ninja na Itália aos Cavaleiros do Zodíaco na Grécia, foi assim.
Lembro-me agora de quando cheguei, aquele cara perdido, que tomou um susto ao não entender o que o cara do táxi falava. Lembro da viagem de vinda, nos perdendo uns dos outros, barrados na imigração. Lembro-me do primeiro dia de aula, primeira saída, primeira Guinness, primeira viagem, primeiro beijo. Foram tantos começos, para agora tudo chegar a um grande fim. Mas todo fim da de frente com um grande começo, um começo diferente, com experiências e pessoas do ciclo anterior.
Foram tantos os aprendizados, aprender a falar inglês, alguma coisa do espanhol e italiano e até mesmo do português convivendo com pessoas de vários cantos do Brasil.
Hoje não vou prolongar afinal já falei muito durante todo esse tempo que estive aqui fora.
Vou me indo, de volta a vida que deixei, a qual pegarei de outra forma, acabaram as férias, agora é o mundo real a minha espera, com algumas novas aquisições e também com perdas. Quero ver como será chegar em casa e não ter uma lambida da Babi.
Mas isso é a vida, e ela continua, independente do que aconteça, amanhã será sempre outro dia. Mais uma vez, obrigado a todos que me ajudaram nesse caminho, obrigado a todos que deixaram algum ensinamento para mim. Minha vida com certeza não será a mesma depois disso.
E assim dou até logo a vocês. Após 8 meses e meio, uma nova forma de vida nasce dando fim A Saga de Dublin e adicionando mais um capítulo a Saga da Vida.
Mas antes de partir faço um adendo no texto, o que não constava no original, mas após uma volta pela rua hoje a tarde em Dublin eu senti a necessidade de escrever um pouco mais.
Hoje a tarde depois que encontrei a Paula, fui descer pela Grafton. Enquanto eu andava eu realizava que essa seria a última vez que eu fazia isso, por enquanto. Que loucura, passei pela Trinity e chegando em frente ao Temple Bar resolvi parar em um PUB bem vazio para tomar a última pint de Guinness nessa experiência, e chorar. Sentado em um canto do PUB eu chorava enquanto via a foto e a carta que deixarei, chorava, lembrava dos amigos que foram e que ficam, do amor que deixarei. Chorei compulsivamente por uns 15 minutos, me sentindo uma criança, mas chorava, sozinho, com meu pint de Guinness, eu chorei.
Depois disso tomei rápido minha cerveja e fui indo para casa, no caminho, olhava para traz em tom de despedida. Assim eu fiz com a Christ Church e a St Patricks, igrejas que fizeram parte do meu dia a dia nesses últimos 8 meses e pouco. Hoje elas pareciam mais bonitas, maiores, mais imponentes.
Enfim acho que agora é isso. Foi ótimo conhecer pessoas e lugares nesse país maravilhoso que é a Irlanda e nesse continente maravilhoso que é a Europa.
Obrigado a todos
Igor Reis Moreira Mathias
Foram 8 meses e meio, longe de casa, aprendendo, se virando e mantendo também alguns maus hábitos.
Que experiência, inenarrável e incalculável o valor dela para mim. Tanto aconteceu, tanto poderia acontecer.
Primeiramente agradeço aos meus pais que me apoiaram de todas as formas nesse sonho, aos meus irmãos por todo apoio moral e amparo aos meus pais e meus amigos que sempre incentivaram. Deixo aqui também um agradecimento especial a algumas pessoas que foram muito importantes para mim aqui nessa aventura. Bruno e Tadeu, que vieram comigo, Alex, Ivan, Alban, Japa, Natasha, Enila que foram grandes amigos e Paula, a qual eu devo também grande parte dessa jornada.
E lá se foram, ao total uns 35 mil quilômetros, ou mais, viajados, 20 países, várias pessoas, muitas experiências, um aprendizado sem tamanho. Dos tartarugas ninja na Itália aos Cavaleiros do Zodíaco na Grécia, foi assim.
Lembro-me agora de quando cheguei, aquele cara perdido, que tomou um susto ao não entender o que o cara do táxi falava. Lembro da viagem de vinda, nos perdendo uns dos outros, barrados na imigração. Lembro-me do primeiro dia de aula, primeira saída, primeira Guinness, primeira viagem, primeiro beijo. Foram tantos começos, para agora tudo chegar a um grande fim. Mas todo fim da de frente com um grande começo, um começo diferente, com experiências e pessoas do ciclo anterior.
Foram tantos os aprendizados, aprender a falar inglês, alguma coisa do espanhol e italiano e até mesmo do português convivendo com pessoas de vários cantos do Brasil.
Hoje não vou prolongar afinal já falei muito durante todo esse tempo que estive aqui fora.
Vou me indo, de volta a vida que deixei, a qual pegarei de outra forma, acabaram as férias, agora é o mundo real a minha espera, com algumas novas aquisições e também com perdas. Quero ver como será chegar em casa e não ter uma lambida da Babi.
Mas isso é a vida, e ela continua, independente do que aconteça, amanhã será sempre outro dia. Mais uma vez, obrigado a todos que me ajudaram nesse caminho, obrigado a todos que deixaram algum ensinamento para mim. Minha vida com certeza não será a mesma depois disso.
E assim dou até logo a vocês. Após 8 meses e meio, uma nova forma de vida nasce dando fim A Saga de Dublin e adicionando mais um capítulo a Saga da Vida.
Mas antes de partir faço um adendo no texto, o que não constava no original, mas após uma volta pela rua hoje a tarde em Dublin eu senti a necessidade de escrever um pouco mais.
Hoje a tarde depois que encontrei a Paula, fui descer pela Grafton. Enquanto eu andava eu realizava que essa seria a última vez que eu fazia isso, por enquanto. Que loucura, passei pela Trinity e chegando em frente ao Temple Bar resolvi parar em um PUB bem vazio para tomar a última pint de Guinness nessa experiência, e chorar. Sentado em um canto do PUB eu chorava enquanto via a foto e a carta que deixarei, chorava, lembrava dos amigos que foram e que ficam, do amor que deixarei. Chorei compulsivamente por uns 15 minutos, me sentindo uma criança, mas chorava, sozinho, com meu pint de Guinness, eu chorei.
Depois disso tomei rápido minha cerveja e fui indo para casa, no caminho, olhava para traz em tom de despedida. Assim eu fiz com a Christ Church e a St Patricks, igrejas que fizeram parte do meu dia a dia nesses últimos 8 meses e pouco. Hoje elas pareciam mais bonitas, maiores, mais imponentes.
Enfim acho que agora é isso. Foi ótimo conhecer pessoas e lugares nesse país maravilhoso que é a Irlanda e nesse continente maravilhoso que é a Europa.
Obrigado a todos
Igor Reis Moreira Mathias
sábado, 22 de outubro de 2011
31
Hoje resolvi vir aqui, tirar um pouquinho do tempo que estou tendo em Lisboa para escrever, acho que tem faltado um pouco disso para mim, afinal escrever é uma forma que encontrei de limpar a mente, extravasar sem o medo e a vergonha do julgamento alheio.
Fazem exatos 224 dias que saí do Brasil rumo ao sonho de morar na Europa, rumo ás tão sonhadas viagens e o curso de inglês.
Hoje faltam 32 dias, e assim como foi antes de vir para cá, agora começo a me dividir, vivendo entre Brasil e Irlanda, pensando na volta, as diferenças, a vida e compartilhando a pergunta do poeta, "como será o amanhã"?
Foram 224 dias, várias viagens, vários lugares, várias pessoas. Destas últimas, umas levarei para toda a vida, outras conversarei na internet para saber como vai a vida e outras nem perderei meu tempo em querer saber o que se passa.
224 dias muita coisa aconteceu, muita coisa eu aprendi e acho que volto para casa um pouco diferente. Fiz coisas que jamais achei que faria, encarei fatos que jamais achei que encararia, mas algumas coisas continuarão a mesma, afinal a gente poda as pontas mas a essência é sempre a mesma.
Ninguém muda a essência, aprendemos com a vida, agimos diferente, mas somos atingidos da mesma forma, a única diferença é que sabemos que há reparo para o capô e o teto pode ser desamassado, mas os dados amigo, continuarão sempre viciados.
Faltam 31 dias dos quais 10, pelo menos, ainda estarei viajando, me sobram 21 dias em Dublin, ou 3 semanas, tanta coisa para fazer, tanto tempo para isso tudo.
Ao fim terão sido 8 meses e meio, 36 semanas e pouco, 255 dias, de pura experiência. Morar fora de casa, viver com as diferenças de cada um, diferenças mais que de comportamento, diferenças de cultura, diferenças de atitudes, diferenças. Acho que essa palavra junto com experiência definem muito bem tudo isso, e é diferente que chegaremos e diferente é como as coisas estarão.
Hoje sinto falta até da bagunça do meu irmão no quarto, de acordar com os cachorros latindo, e para a vida inteira, os choros das 7h, né Bah.
E assim será, há muita luta pela frente e nós não podemos parar, afinal amanhã é outro dia, dia de lutar, dia de levantar a cabeça e agradecer, agradecer o simples fato de acordar.
Igor Reis Moreira Mathias
Fazem exatos 224 dias que saí do Brasil rumo ao sonho de morar na Europa, rumo ás tão sonhadas viagens e o curso de inglês.
Hoje faltam 32 dias, e assim como foi antes de vir para cá, agora começo a me dividir, vivendo entre Brasil e Irlanda, pensando na volta, as diferenças, a vida e compartilhando a pergunta do poeta, "como será o amanhã"?
Foram 224 dias, várias viagens, vários lugares, várias pessoas. Destas últimas, umas levarei para toda a vida, outras conversarei na internet para saber como vai a vida e outras nem perderei meu tempo em querer saber o que se passa.
224 dias muita coisa aconteceu, muita coisa eu aprendi e acho que volto para casa um pouco diferente. Fiz coisas que jamais achei que faria, encarei fatos que jamais achei que encararia, mas algumas coisas continuarão a mesma, afinal a gente poda as pontas mas a essência é sempre a mesma.
Ninguém muda a essência, aprendemos com a vida, agimos diferente, mas somos atingidos da mesma forma, a única diferença é que sabemos que há reparo para o capô e o teto pode ser desamassado, mas os dados amigo, continuarão sempre viciados.
Faltam 31 dias dos quais 10, pelo menos, ainda estarei viajando, me sobram 21 dias em Dublin, ou 3 semanas, tanta coisa para fazer, tanto tempo para isso tudo.
Ao fim terão sido 8 meses e meio, 36 semanas e pouco, 255 dias, de pura experiência. Morar fora de casa, viver com as diferenças de cada um, diferenças mais que de comportamento, diferenças de cultura, diferenças de atitudes, diferenças. Acho que essa palavra junto com experiência definem muito bem tudo isso, e é diferente que chegaremos e diferente é como as coisas estarão.
Hoje sinto falta até da bagunça do meu irmão no quarto, de acordar com os cachorros latindo, e para a vida inteira, os choros das 7h, né Bah.
E assim será, há muita luta pela frente e nós não podemos parar, afinal amanhã é outro dia, dia de lutar, dia de levantar a cabeça e agradecer, agradecer o simples fato de acordar.
Igor Reis Moreira Mathias
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A Saga de Dublin – Cagliari, Roma, Atenas e Milão
Era madrugada quando saímos de casa. Rumo ao aeroporto de Dublin para fazer uma escala em Bruxelas e depois enfim chegar a Cagliari, cidade de nosso amigo Alessandro.
Pegamos o vôo, dormimos muito e logo estávamos na capital Belga. Lá pela primeira vez na minha vida tive que apresentar cartão de crédito, passagem de saída do país e etc para que a imigração carimbasse meu passaporte. É complicado ter passaporte azul e não vermelho.
Em Bruxelas, levei os meninos a porta do aeroporto e pisamos lá fora, agora eles podem dizer que pisaram na Bélgica, brincadeira a parte, fomos é ver o sol que para nós agora é motivo de felicidade.
Fizemos check in e logo já estávamos na área de embarque, um dos lugares mais caros para se comer no mundo, absurdo.
Um tempo depois embarcamos no vôo para Cagliari, um dos vôos mais bonitos que já fiz. Bonito pelo fato de lá de cima poder notar os diferentes tons de azul que constituem as praias sardas.
Já em solo italiano fomos seguindo o fluxo para saída quando notamos na porta a nossa espera o nosso galã italiano, usando seu famoso Ray Ban e a nossa espera. Que felicidade encontrar o velho amigo, que de cara já foi pagando uma rodada da tão famosa ichnusa, a cerveja sarda.
Enquanto acabamos a primeira rodada lá foi chegando ele, Ivan, nosso amigo espanhol, e agora a festa estava formada, reunião de cúpula da Animal House, e para começar bem, fomos tomar a segunda rodada de cerveja.
Do aeroporto partimos para a casa do Alex, onde haviam várias outras cervejas a nossa espera, assim como um salaminho muito bom e um pão sardo também delicioso. Foi o tempo de trocarmos de roupa e partir para a praia e dar aquela tão esperada mijada no mediterrâneo.
A praia que agora já não estava cheia, primeiro pelo horário e segundo por já não ser temporada de verão na Europa. Lugar bonito, ao pé de um morro chamado de Cela Del Diablo, em alusão a uma lenda da luta entre ele e um anjo, onde o mesmo caiu sentado lá formando tal relevo.
Tomamos algumas cervejas, rimos um pouco, colocamos o papo em dia e logo fomos de volta para casa nos aprontar para o jantar. Jantar que ocorreu em um restaurante ao lado da casa do Alex. Mas que comida. De cara pedimos cada um uma bruschetta, em maioria de queijo com salmão e o Tadeu uma de anchova.
Da bruschetta que foi acompanhada por um ótimo vinho branco, nós partimos para as pizzas, uma para cada como manda o roteiro. Enquanto o Bruno ia de prosciutto crudo, o Alex de uma picante, eu com uma de queijo e cogumelos e o Tadeu uma outra muito louca, o Ivan bateu o Record da noite pedindo uma de fiore de zucca, flor de abobrinha, e ovas de peixe, a melhor pedida da noite.
Após o jantar fomos seguir o padrão italiano e engatamos em uma grappa, uma espécie de cachaça feita de uva, café karallis e uma cerveja para terminar.
Do restaurante fomos dar uma volta na rua, comer um sorvete e tomar mais uma cerveja no topo de um palácio construído em um morro na parte mais antiga da cidade. Vista maravilhosa e companhia show de bola. Depois disso era hora de ir para casa pois estavam todos mortos e precisamos dormir.
No dia seguinte fomos tomar um café da manhã a italiana, com um suquinho de laranja, café e um brioche. De lá partimos para a Cella Del Diablo, onde o Alex nos levaria para uma caminhada de umas 2 horas, até o topo para termos a melhor vista de Cagliari e depois vermos lindas praias quase desertas. Vistas fantásticas, caminhada maluca, mas que valeu muito a pena. De lá mortos de cansados, após andar umas 2 horas sob o sol de meio dia, sem uma garrafinha de água, fomos para uma praia privada onde fica um restaurante de um antigo jogador do Cagliari, tomar uma água, uma cerveja e nos refrescar no mar. Legal era ver a galera pulando quando os peixinhos mordiam os pés pegando carne morta.
Da praia fomos na casa da mãe do Alex pegar o carro para ir ao mercado e mais tarde ter o jantar da mama. Depois dessas atividades o Alex nos levou para conhecer uma parte central da cidade.
De noite voltamos a casa da mãe dele, onde nos ofereceram um puta jantar, com um tagliatele maravilhoso de entrada, depois um involtine e porpetas, mais um ótimo pão e de sobremesa uma torta de frutas do bosque, bom demais, foi acho o auge de toda a viagem, até porque o jardim que a mãe dele tem na cobertura deu um toque a mais em nosso jantar. Muito bom!
Para terminar a noite fomos para casa tomar umas cervejas e jogar Risko, uma espécie de WAR, onde rimos demais e jogamos até altas horas da noite.
No dia seguinte, acordamos já tarde e fomos a parte antiga da cidade comer a famosa carne de cavalo local. Após o almoço era hora de começar as despedidas e levar o maricón ao aeroporto, onde tomamos mais uma rodada de cerveja e licor até que o Ivan entrasse no portão de embarque e voltasse para Espanha.
Voltamos a Cagliari, rodamos mais um pouco, tomamos mais umas cervejas, conversamos e logo já era hora de ir para o aeroporto, onde nos despedimos do Alex, agradecemos pela nossa maravilhosa viagem e deixamos o convite para que ele fosse nos visitar no Brasil.
Em Cagliari pegamos nosso vôo rumo a Roma, onde chegamos já tarde da noite e dividimos um táxi até o hostel. No hostel só tivemos tempo de perguntar o local de um restaurante e rodar meio perdido várias vezes até achar um barzinho com um tiazão que nos preparou um panini maravilhoso. Barriga cheia, era hora de tomar banho e ir dormir.
No dia seguinte acordamos e fomos andando até a Catedral de San Giovanni, uma maravilhosa igreja em Roma, de onde fomos andando para o Coliseu. No Coliseu encontramos alguns brasileiros que trocamos informações e logo já estávamos lá dentro.
O lugar é muito interessante, chega até mesmo a ser bonito, apesar de toda sua rusticidade e de sua idade, muito legal visita, mas tínhamos que dar continuidade e logo estávamos no Palatino, uma área ao lado do Coliseu onde acontecem várias escavações e onde se localizava o antigo Foro Romano. Muito interessante.
Andamos pacaramba e de lá fomos para o Monumento a Vittorio Emanuele, um puta prédio todo branco de mármore, com grandes estátuas de bronze, acho que é o mais bonito monumento de Roma.
Dali fomos ao Campidoglio e logo depois fomos almoçar em um lugar que não sabíamos vender comida congelada. Parece que alguns lugares por ali no centro oferecem um preço melhor mas também vendem a você uma espécie de lasanha de micro ondas mas daquelas bem ruizinhas. Pelo menos encheu a barriga.
De pança cheia resolvemos dar o sprint final e ir até a Fontana di Trevi tirar umas fotos e comprar uns suvenires. De lá voltamos para casa e tomamos um banho para encontrar o Ricardo, um antigo flatmate.
Para encontrá-lo fomos a um lugar até bem legal próximo ao hostel onde ele nos apresentou um casal de amigos bem simpáticos e onde não ficamos muito tempo por estarmos cansados e ser meio caro.
No segundo dia em Roma, fomos para o Vaticano, visitamos a praça de São Pedro e a Basílica e onde depois fomos visitar o Museu do Vaticano. A conclusão que eu tirei foi, não doar mais dinheiro a igreja e sim a quem precisa, pois a igreja já tem bastante. É muita ostentação, muito desperdício de dinheiro, se um terço de todo aquele acervo fosse vendido, acho que poderíamos começar a lutar contra a fome no planeta. É muita coisa.
O lugar é maravilhoso, corredores todos decorados, a Capela Sistina é maravilhosa, mas é muito exagero.
Do vaticano fomos andar pela rua e passar pelo Castelo de Sant’Angelo, Piazza Navona, Pantheon e voltar mais uma vez a Fontana di Trevi para vê-la a noite. De lá fomos para o hostel, de onde nenhum de nós conseguiu sair devido a todo o cansaço.
No dia seguinte, cedo fomos encontrar o Riccardo na Piazza Del Popolo, para darmos uma volta por Roma com ele. Passamos pelas Escadarias Espanholas, Piazza Navona, Pantheon, Piazza Del Popolo, passando em um restaurantezinho legal onde nos serviram uma deliciosa lazanha, acompanhada pelo vinho da casa e um cafezinho.Por fim fomos para um boteco italiano tomar drinks e cerveja a 2 euros, com direito a um pratinho de amendoim e batata a cada nova rodada. De lá saímos meio loucos até e fomos para uma região onde há vários barzinhos em Roma, encontrar mais um vez aquele casal de amigos do Riccardo.
Lá fomos em um lugar que rolava uma comida free se comprasse cerveja, onde comemos demais e depois fomos tomar vinho da casa em um outro lugar. De lá então resolvemos picar mula para casa, antes passando por uns lugares que o Riccardo nos levou, onde pudemos apreciar a vista de Roma a noite, muito bonito.
Em casa foi tempo de tomar banho e correr para cama, afinal já era tarde e íamos acordar cedo para pegar um táxi e ir para o aeroporto.
Acordamos, pegamos um táxi, que nos meteu a mão, e fomos para o aeroporto, lá pegamos o avião e partimos rumo a Atenas.
Chegamos em Atenas pegamos o metro e fomos para nosso hotel, que nos transferiu para outro hotel que foi até melhor. Resolvemos então ir para a rua e lá notamos o porque a Grécia está em greve. O país parece um lugar de terceiro mundo mesmo, tudo zoneado, lixo demais nas ruas, lugares meio estranhos e várias, mas várias lojas fechadas.
Pegamos o metro para a Acrópolis e lá vimos os recados de greve geral no dia seguinte, ônibus, metro, tram, tudo parado, não sabíamos como iríamos para o aeroporto no dia seguinte. Fomos para Acrópole onde encontramos um taxista na frente, já combinamos o dia seguinte entre uma mistura de inglês, português, grego e linguagem dos sinais e ficamos mais tranqüilos.
Dali pegamos nosso ingresso e fomos subir para as ruínas. Mais uma vez, é interessante como um lugar só de ruínas e coisas “quebradas” pode ser tão lindo. De lá de cima se tem uma ótima vista da cidade e foi um lugar onde sentei a sombra e pude curtir uma tranqüilidade que não curtia a tempos.
Rodamos tudo por lá, vimos os anfiteatros, arena e fomos terminar na rua, já próximo as ruínas do Templo de Zeus, essa não tão interessante pois encontra-se bem destruída. De lá fomos ao estádio olímpico, onde em 1896 as olimpíadas modernas começaram e onde se acende o fogo olímpico para todos os jogos.
Com o tempo já meio feio resolvemos voltar para casa, mas antes passando em um restaurante grego para comer. Comemos várias coisas, Gyros de porco, de frango, torta de espinafre, etc, etc e no fim 9 euros para cada, o bom de viajar por esses lugares é o preço da comida.
Voltamos para o hotel onde tomamos os computadores e providenciamos um rodízio a fim de segurá-los para o jogo do Flamengo e Fluminense, nem preciso falar o pito que eu e Bruno tomamos após o segundo gol do Botinelli, já era tarde na Grécia, 6 horas de diferença para o Brasil, e nós gritando no saguão do hotel.
No dia seguinte foi só tempo de acordar, tomar aquele café, voltar a dormir e partir para encontrar o tiozinho do táxi que nos levaria ao aeroporto.
Após toda uma palhaçadinha no raio x, mostrando todos os nossos suvenires pegamos nosso vôo e fomos a Milão.
Em Milão conhecemos a decepção de ver nosso ferrado rent room, a tia não falava inglês e aquilo não valia o preço que tínhamos pago, mas pelo menos tínhamos um teto para dormir e um banheiro para tomar banho. Chegamos deixamos as malas e fomos para a praça Duomo. Lá aproveitamos para tirar fotos, o local é bem bonito e contando com a ajuda de uns brasileiros que nos deram seu mapa lá fomos jantar em um lugar muito bom, mas muito bom mesmo, comendo aquela pizza deliciosa e tomando um vinho. Com a pança cheia e a tomado um vinhozinho já era hora de ir para casa e capotar.
Acordamos no dia seguinte, tomamos um banho, botamos mochilas nas costas e fomos tomar café na lanchonete. Lá eu tomei um verdadeiro chocolate quente, nunca vi algo como aquilo, parecia chocolate derretido mesmo, delicioso e acompanhado por um belo panini.
De lá voltamos ao Duomo onde vimos o Teatro Scala, a Igreja, a Galeria, estátua de da Vinci e de onde fomos para o castelo da cidade e o parque que há atrás dele, onde demos uma descansada, apreciamos o visual e voltamos a andar. Fomos a porta do museu da Vinci mas devido ao tempo acabamos não entrando, mas aproveitamos para comer e tomar um refri no mercado que tinha lá.
De onde partimos para o quadrilátero da moda, uma vizinhança só de lojas TOP do TOP, vigiadas por seguranças gigantescos e onde você só entra se eles quiserem que você compre algo de lá.
Como não estávamos a fim de gastar nada lá, fomos dar mais uma volta na rua, onde passamos próximo a loja do Milan onde parecia que haveria a presença de algum jogador ou algo do tipo, já que tinha uma grande fila e vários seguranças tomando conta. Como eu nem ligo para eles, pegamos o metro e fomos pegar o ônibus para o aeroporto.
No aeroporto peguei o pior vôo da minha vida, com vários saculejos e etc, coisa que eu detesto mas graças a Deus chegamos bem em casa.
Foi uma ótima viagem, passando desde os tartarugas ninja e chegando aos cavaleiros do zodíaco, agora é esperar a próxima. Rumo a Barcelona, Lisboa, Madri e Marrakesh.
Um abraço
Igor Reis Moreira Mathias
Pegamos o vôo, dormimos muito e logo estávamos na capital Belga. Lá pela primeira vez na minha vida tive que apresentar cartão de crédito, passagem de saída do país e etc para que a imigração carimbasse meu passaporte. É complicado ter passaporte azul e não vermelho.
Em Bruxelas, levei os meninos a porta do aeroporto e pisamos lá fora, agora eles podem dizer que pisaram na Bélgica, brincadeira a parte, fomos é ver o sol que para nós agora é motivo de felicidade.
Fizemos check in e logo já estávamos na área de embarque, um dos lugares mais caros para se comer no mundo, absurdo.
Um tempo depois embarcamos no vôo para Cagliari, um dos vôos mais bonitos que já fiz. Bonito pelo fato de lá de cima poder notar os diferentes tons de azul que constituem as praias sardas.
Já em solo italiano fomos seguindo o fluxo para saída quando notamos na porta a nossa espera o nosso galã italiano, usando seu famoso Ray Ban e a nossa espera. Que felicidade encontrar o velho amigo, que de cara já foi pagando uma rodada da tão famosa ichnusa, a cerveja sarda.
Enquanto acabamos a primeira rodada lá foi chegando ele, Ivan, nosso amigo espanhol, e agora a festa estava formada, reunião de cúpula da Animal House, e para começar bem, fomos tomar a segunda rodada de cerveja.
Do aeroporto partimos para a casa do Alex, onde haviam várias outras cervejas a nossa espera, assim como um salaminho muito bom e um pão sardo também delicioso. Foi o tempo de trocarmos de roupa e partir para a praia e dar aquela tão esperada mijada no mediterrâneo.
A praia que agora já não estava cheia, primeiro pelo horário e segundo por já não ser temporada de verão na Europa. Lugar bonito, ao pé de um morro chamado de Cela Del Diablo, em alusão a uma lenda da luta entre ele e um anjo, onde o mesmo caiu sentado lá formando tal relevo.
Tomamos algumas cervejas, rimos um pouco, colocamos o papo em dia e logo fomos de volta para casa nos aprontar para o jantar. Jantar que ocorreu em um restaurante ao lado da casa do Alex. Mas que comida. De cara pedimos cada um uma bruschetta, em maioria de queijo com salmão e o Tadeu uma de anchova.
Da bruschetta que foi acompanhada por um ótimo vinho branco, nós partimos para as pizzas, uma para cada como manda o roteiro. Enquanto o Bruno ia de prosciutto crudo, o Alex de uma picante, eu com uma de queijo e cogumelos e o Tadeu uma outra muito louca, o Ivan bateu o Record da noite pedindo uma de fiore de zucca, flor de abobrinha, e ovas de peixe, a melhor pedida da noite.
Após o jantar fomos seguir o padrão italiano e engatamos em uma grappa, uma espécie de cachaça feita de uva, café karallis e uma cerveja para terminar.
Do restaurante fomos dar uma volta na rua, comer um sorvete e tomar mais uma cerveja no topo de um palácio construído em um morro na parte mais antiga da cidade. Vista maravilhosa e companhia show de bola. Depois disso era hora de ir para casa pois estavam todos mortos e precisamos dormir.
No dia seguinte fomos tomar um café da manhã a italiana, com um suquinho de laranja, café e um brioche. De lá partimos para a Cella Del Diablo, onde o Alex nos levaria para uma caminhada de umas 2 horas, até o topo para termos a melhor vista de Cagliari e depois vermos lindas praias quase desertas. Vistas fantásticas, caminhada maluca, mas que valeu muito a pena. De lá mortos de cansados, após andar umas 2 horas sob o sol de meio dia, sem uma garrafinha de água, fomos para uma praia privada onde fica um restaurante de um antigo jogador do Cagliari, tomar uma água, uma cerveja e nos refrescar no mar. Legal era ver a galera pulando quando os peixinhos mordiam os pés pegando carne morta.
Da praia fomos na casa da mãe do Alex pegar o carro para ir ao mercado e mais tarde ter o jantar da mama. Depois dessas atividades o Alex nos levou para conhecer uma parte central da cidade.
De noite voltamos a casa da mãe dele, onde nos ofereceram um puta jantar, com um tagliatele maravilhoso de entrada, depois um involtine e porpetas, mais um ótimo pão e de sobremesa uma torta de frutas do bosque, bom demais, foi acho o auge de toda a viagem, até porque o jardim que a mãe dele tem na cobertura deu um toque a mais em nosso jantar. Muito bom!
Para terminar a noite fomos para casa tomar umas cervejas e jogar Risko, uma espécie de WAR, onde rimos demais e jogamos até altas horas da noite.
No dia seguinte, acordamos já tarde e fomos a parte antiga da cidade comer a famosa carne de cavalo local. Após o almoço era hora de começar as despedidas e levar o maricón ao aeroporto, onde tomamos mais uma rodada de cerveja e licor até que o Ivan entrasse no portão de embarque e voltasse para Espanha.
Voltamos a Cagliari, rodamos mais um pouco, tomamos mais umas cervejas, conversamos e logo já era hora de ir para o aeroporto, onde nos despedimos do Alex, agradecemos pela nossa maravilhosa viagem e deixamos o convite para que ele fosse nos visitar no Brasil.
Em Cagliari pegamos nosso vôo rumo a Roma, onde chegamos já tarde da noite e dividimos um táxi até o hostel. No hostel só tivemos tempo de perguntar o local de um restaurante e rodar meio perdido várias vezes até achar um barzinho com um tiazão que nos preparou um panini maravilhoso. Barriga cheia, era hora de tomar banho e ir dormir.
No dia seguinte acordamos e fomos andando até a Catedral de San Giovanni, uma maravilhosa igreja em Roma, de onde fomos andando para o Coliseu. No Coliseu encontramos alguns brasileiros que trocamos informações e logo já estávamos lá dentro.
O lugar é muito interessante, chega até mesmo a ser bonito, apesar de toda sua rusticidade e de sua idade, muito legal visita, mas tínhamos que dar continuidade e logo estávamos no Palatino, uma área ao lado do Coliseu onde acontecem várias escavações e onde se localizava o antigo Foro Romano. Muito interessante.
Andamos pacaramba e de lá fomos para o Monumento a Vittorio Emanuele, um puta prédio todo branco de mármore, com grandes estátuas de bronze, acho que é o mais bonito monumento de Roma.
Dali fomos ao Campidoglio e logo depois fomos almoçar em um lugar que não sabíamos vender comida congelada. Parece que alguns lugares por ali no centro oferecem um preço melhor mas também vendem a você uma espécie de lasanha de micro ondas mas daquelas bem ruizinhas. Pelo menos encheu a barriga.
De pança cheia resolvemos dar o sprint final e ir até a Fontana di Trevi tirar umas fotos e comprar uns suvenires. De lá voltamos para casa e tomamos um banho para encontrar o Ricardo, um antigo flatmate.
Para encontrá-lo fomos a um lugar até bem legal próximo ao hostel onde ele nos apresentou um casal de amigos bem simpáticos e onde não ficamos muito tempo por estarmos cansados e ser meio caro.
No segundo dia em Roma, fomos para o Vaticano, visitamos a praça de São Pedro e a Basílica e onde depois fomos visitar o Museu do Vaticano. A conclusão que eu tirei foi, não doar mais dinheiro a igreja e sim a quem precisa, pois a igreja já tem bastante. É muita ostentação, muito desperdício de dinheiro, se um terço de todo aquele acervo fosse vendido, acho que poderíamos começar a lutar contra a fome no planeta. É muita coisa.
O lugar é maravilhoso, corredores todos decorados, a Capela Sistina é maravilhosa, mas é muito exagero.
Do vaticano fomos andar pela rua e passar pelo Castelo de Sant’Angelo, Piazza Navona, Pantheon e voltar mais uma vez a Fontana di Trevi para vê-la a noite. De lá fomos para o hostel, de onde nenhum de nós conseguiu sair devido a todo o cansaço.
No dia seguinte, cedo fomos encontrar o Riccardo na Piazza Del Popolo, para darmos uma volta por Roma com ele. Passamos pelas Escadarias Espanholas, Piazza Navona, Pantheon, Piazza Del Popolo, passando em um restaurantezinho legal onde nos serviram uma deliciosa lazanha, acompanhada pelo vinho da casa e um cafezinho.Por fim fomos para um boteco italiano tomar drinks e cerveja a 2 euros, com direito a um pratinho de amendoim e batata a cada nova rodada. De lá saímos meio loucos até e fomos para uma região onde há vários barzinhos em Roma, encontrar mais um vez aquele casal de amigos do Riccardo.
Lá fomos em um lugar que rolava uma comida free se comprasse cerveja, onde comemos demais e depois fomos tomar vinho da casa em um outro lugar. De lá então resolvemos picar mula para casa, antes passando por uns lugares que o Riccardo nos levou, onde pudemos apreciar a vista de Roma a noite, muito bonito.
Em casa foi tempo de tomar banho e correr para cama, afinal já era tarde e íamos acordar cedo para pegar um táxi e ir para o aeroporto.
Acordamos, pegamos um táxi, que nos meteu a mão, e fomos para o aeroporto, lá pegamos o avião e partimos rumo a Atenas.
Chegamos em Atenas pegamos o metro e fomos para nosso hotel, que nos transferiu para outro hotel que foi até melhor. Resolvemos então ir para a rua e lá notamos o porque a Grécia está em greve. O país parece um lugar de terceiro mundo mesmo, tudo zoneado, lixo demais nas ruas, lugares meio estranhos e várias, mas várias lojas fechadas.
Pegamos o metro para a Acrópolis e lá vimos os recados de greve geral no dia seguinte, ônibus, metro, tram, tudo parado, não sabíamos como iríamos para o aeroporto no dia seguinte. Fomos para Acrópole onde encontramos um taxista na frente, já combinamos o dia seguinte entre uma mistura de inglês, português, grego e linguagem dos sinais e ficamos mais tranqüilos.
Dali pegamos nosso ingresso e fomos subir para as ruínas. Mais uma vez, é interessante como um lugar só de ruínas e coisas “quebradas” pode ser tão lindo. De lá de cima se tem uma ótima vista da cidade e foi um lugar onde sentei a sombra e pude curtir uma tranqüilidade que não curtia a tempos.
Rodamos tudo por lá, vimos os anfiteatros, arena e fomos terminar na rua, já próximo as ruínas do Templo de Zeus, essa não tão interessante pois encontra-se bem destruída. De lá fomos ao estádio olímpico, onde em 1896 as olimpíadas modernas começaram e onde se acende o fogo olímpico para todos os jogos.
Com o tempo já meio feio resolvemos voltar para casa, mas antes passando em um restaurante grego para comer. Comemos várias coisas, Gyros de porco, de frango, torta de espinafre, etc, etc e no fim 9 euros para cada, o bom de viajar por esses lugares é o preço da comida.
Voltamos para o hotel onde tomamos os computadores e providenciamos um rodízio a fim de segurá-los para o jogo do Flamengo e Fluminense, nem preciso falar o pito que eu e Bruno tomamos após o segundo gol do Botinelli, já era tarde na Grécia, 6 horas de diferença para o Brasil, e nós gritando no saguão do hotel.
No dia seguinte foi só tempo de acordar, tomar aquele café, voltar a dormir e partir para encontrar o tiozinho do táxi que nos levaria ao aeroporto.
Após toda uma palhaçadinha no raio x, mostrando todos os nossos suvenires pegamos nosso vôo e fomos a Milão.
Em Milão conhecemos a decepção de ver nosso ferrado rent room, a tia não falava inglês e aquilo não valia o preço que tínhamos pago, mas pelo menos tínhamos um teto para dormir e um banheiro para tomar banho. Chegamos deixamos as malas e fomos para a praça Duomo. Lá aproveitamos para tirar fotos, o local é bem bonito e contando com a ajuda de uns brasileiros que nos deram seu mapa lá fomos jantar em um lugar muito bom, mas muito bom mesmo, comendo aquela pizza deliciosa e tomando um vinho. Com a pança cheia e a tomado um vinhozinho já era hora de ir para casa e capotar.
Acordamos no dia seguinte, tomamos um banho, botamos mochilas nas costas e fomos tomar café na lanchonete. Lá eu tomei um verdadeiro chocolate quente, nunca vi algo como aquilo, parecia chocolate derretido mesmo, delicioso e acompanhado por um belo panini.
De lá voltamos ao Duomo onde vimos o Teatro Scala, a Igreja, a Galeria, estátua de da Vinci e de onde fomos para o castelo da cidade e o parque que há atrás dele, onde demos uma descansada, apreciamos o visual e voltamos a andar. Fomos a porta do museu da Vinci mas devido ao tempo acabamos não entrando, mas aproveitamos para comer e tomar um refri no mercado que tinha lá.
De onde partimos para o quadrilátero da moda, uma vizinhança só de lojas TOP do TOP, vigiadas por seguranças gigantescos e onde você só entra se eles quiserem que você compre algo de lá.
Como não estávamos a fim de gastar nada lá, fomos dar mais uma volta na rua, onde passamos próximo a loja do Milan onde parecia que haveria a presença de algum jogador ou algo do tipo, já que tinha uma grande fila e vários seguranças tomando conta. Como eu nem ligo para eles, pegamos o metro e fomos pegar o ônibus para o aeroporto.
No aeroporto peguei o pior vôo da minha vida, com vários saculejos e etc, coisa que eu detesto mas graças a Deus chegamos bem em casa.
Foi uma ótima viagem, passando desde os tartarugas ninja e chegando aos cavaleiros do zodíaco, agora é esperar a próxima. Rumo a Barcelona, Lisboa, Madri e Marrakesh.
Um abraço
Igor Reis Moreira Mathias
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
A Saga de Dublin – Veneza e Bruxelas
Noite mal dormida, véspera de andar de avião novamente e assim vamos nós, apesar de andar mais de avião do que de ônibus por aqui eu ainda detesto essa merda.
Chegamos ao aeroporto, check-in feito e nosso vôo era tão cedo que nem algumas partes do free-shop estavam abertas.
Já no vôo eu apaguei, não tinha dormido direito na noite anterior e ai já viu. Só acordei quando passávamos por cima dos Alpes que a Paula me chamou para ver pela janela do avião aquele mar branco de neve sobre as montanhas com alguns vilarejos próximos. Muito bonita a vista do lugar.
Logo chegamos a Veneza onde fomos pegar o ônibus para Mestre, local que ficava nosso hotel. Chegamos em Mestre o ônibus parou diretamente na estação de trem onde nós já aproveitamos para fazer um lanche/almoço e não perder tempo.
Da estação fomos para o hotel onde fizemos check in e onde pegamos informações sobre o ônibus e onde comprar a passagem, na loja de tabaco.
Tudo arrumado, quarto visitado, mala largada, fomos para Veneza. Lá chegando começamos a nos infiltrar pelas vielas da cidade até achar alguns escritos na parede que nos levaria a Piazza San Marco onde tudo ficou mais fácil.
Rodamos a praça, os arredores, entramos na igreja e fomos ver as gôndolas, no centro de informações compramos um passeio que fomos fazer lá pelas 4 horas da tarde. Passeio legal e tals, faz parte do pacote mas que não é tudo aquilo que esperava.
Fim de tarde resolvemos então começar a procura por algum lugar para comer e tomar uma cerveja, o problema é que Veneza é composta por um monte de casas amontoadas por todos os cantos e assim eu que fui falando “Pode ir Paula o caminho é por aqui, certeza que já passamos aqui antes” acabei me encontrando perdido num cantão lá. Até que achamos uma italiana e nós falamos em português e ela respondia em italiano para acharmos a direção, bom foi descobrir que estávamos do outro lado da ilha.
Voltamos então e fomos andando, até achar um restaurante onde resolvemos comer e beber. A Paula tomou uma Castelo Rosa e eu uma outra cerveja que não lembro, depois enquanto ela comia um verdadeiro espaguete a bolonhesa eu comia um cappeleti de porco com molho branco e funghi secchi, maravilhoso, o problema é que vinha menos que no Spoleto mas foi bom.
Andamos mais e mais e por fim chegamos a Piazza Roma para pegar o ônibus e voltar para o nosso hotel. Chegar lá o foda foi conviver com aquela TV italiana que nada passava direito e tudo em italiano lógico, mas que saudades que deu da Globo.
Dia seguinte hora de partir para Bruxelas, dessa vez pegando um busão de linha normal em Mestre.
Chegamos no aeroporto, check in feito e fomos para o free-shop, e que free-shop, só marca sinistra, só coisa legal, sem falar na loja que vendia altos defumados e embutidos, os quais eu e Paula acabamos comendo alguma coisa.
Pegamos o vôo e antes mesmo de decolar a Paula já estava dormindo. Logo eu também apaguei e rapidamente chegamos a Bruxelas. No aeroporto enquanto esperávamos na fila para comprar o bilhete do ônibus, um taxista apareceu e ofereceu a oportunidade de irmos para a cidade por 20 euros, 7 a mais que o normal, mas depois de toda uma negociação de uma velhinha que veio conosco de Veneza ele acabou cedendo e fazendo por 15, o que nos fez escolher o meio mais rápido e confortável, o táxi.
No caminho a velhinha muito simpática e conhecedora de 5 línguas, conversou bastante com a Paula. Quando chegamos na cidade ela ainda nos mostrou aonde ir e o que fazer, uma simpatia.
Chegamos, vimos o que íamos fazer, compramos um mapinha e pegamos o metrô, primeira parada, Atomium e Mini-Europa. Tiramos algumas fotos pelo lado de fora do Atomium, até porque eu não ia pagar para subir lá e nada fazer.
Fomos então para a Mini-Europa, muito legal, uma atração totalmente criada e muito interessante. Lá vimos pontos turísticos de todos os países que fazem parte da união européia e algumas curiosidades como o trem que vai da Inglaterra para a França por debaixo do mar.
Foi legal ver algumas coisas que já tinha visto de perto antes e poder notar a quantidade de detalhes que foram colocados em cada miniatura.
Da mina-europa partimos para o centro de Bruxelas onde íamos ver a Grand-Place, uma praça magnífica no coração da cidade. Ali aproveitamos para ver umas lojas de chocolates e cervejas, alguns suvenires e também comer o tão famoso waffle com chocolate.
Dali fomos ver o Manneken Pis uma estátua de um menininho fazendo xixi que é um dos pontos turísticos da cidade. Apesar de não ser nada demais não pode faltar nas fotos de recordação.
Rodamos a procura de um bar e enfim achamos um onde experimentamos 2 cervejas belgas, muito boas por sinal.
Com o tempo já se esgotando, corremos para ver o parlamente europeu o parque do cinqüentenário e o arco que existe por lá.
De lá voltamos para o centro, compramos uns chocolates e nos dirigimos para o ônibus para voltamos ao aeroporto, essa noite seria longa, dormiríamos lá por conta do horário do vôo e a falta de ônibus nesse horário.
Chegando lá a Paula foi logo achando um lugar menos pior e estendendo as mantas que tínhamos levado aqui de casa. Eu não queria dormir, para dormir no vôo e acabei encontrando um brasileiro com que conversei boa parte da noite, até que me rendi ao sono e fui dar uma descansada lá pelas 2 horas da manhã. As 4 já estamos de pé para fazer o check in e as 6 e pouco pegar o vôo.
Vôo para Dublin pego, agora era hora de vir para Dublin e descansar.
Agora é esperar a próxima.
Igor Reis Moreira Mathias
Chegamos ao aeroporto, check-in feito e nosso vôo era tão cedo que nem algumas partes do free-shop estavam abertas.
Já no vôo eu apaguei, não tinha dormido direito na noite anterior e ai já viu. Só acordei quando passávamos por cima dos Alpes que a Paula me chamou para ver pela janela do avião aquele mar branco de neve sobre as montanhas com alguns vilarejos próximos. Muito bonita a vista do lugar.
Logo chegamos a Veneza onde fomos pegar o ônibus para Mestre, local que ficava nosso hotel. Chegamos em Mestre o ônibus parou diretamente na estação de trem onde nós já aproveitamos para fazer um lanche/almoço e não perder tempo.
Da estação fomos para o hotel onde fizemos check in e onde pegamos informações sobre o ônibus e onde comprar a passagem, na loja de tabaco.
Tudo arrumado, quarto visitado, mala largada, fomos para Veneza. Lá chegando começamos a nos infiltrar pelas vielas da cidade até achar alguns escritos na parede que nos levaria a Piazza San Marco onde tudo ficou mais fácil.
Rodamos a praça, os arredores, entramos na igreja e fomos ver as gôndolas, no centro de informações compramos um passeio que fomos fazer lá pelas 4 horas da tarde. Passeio legal e tals, faz parte do pacote mas que não é tudo aquilo que esperava.
Fim de tarde resolvemos então começar a procura por algum lugar para comer e tomar uma cerveja, o problema é que Veneza é composta por um monte de casas amontoadas por todos os cantos e assim eu que fui falando “Pode ir Paula o caminho é por aqui, certeza que já passamos aqui antes” acabei me encontrando perdido num cantão lá. Até que achamos uma italiana e nós falamos em português e ela respondia em italiano para acharmos a direção, bom foi descobrir que estávamos do outro lado da ilha.
Voltamos então e fomos andando, até achar um restaurante onde resolvemos comer e beber. A Paula tomou uma Castelo Rosa e eu uma outra cerveja que não lembro, depois enquanto ela comia um verdadeiro espaguete a bolonhesa eu comia um cappeleti de porco com molho branco e funghi secchi, maravilhoso, o problema é que vinha menos que no Spoleto mas foi bom.
Andamos mais e mais e por fim chegamos a Piazza Roma para pegar o ônibus e voltar para o nosso hotel. Chegar lá o foda foi conviver com aquela TV italiana que nada passava direito e tudo em italiano lógico, mas que saudades que deu da Globo.
Dia seguinte hora de partir para Bruxelas, dessa vez pegando um busão de linha normal em Mestre.
Chegamos no aeroporto, check in feito e fomos para o free-shop, e que free-shop, só marca sinistra, só coisa legal, sem falar na loja que vendia altos defumados e embutidos, os quais eu e Paula acabamos comendo alguma coisa.
Pegamos o vôo e antes mesmo de decolar a Paula já estava dormindo. Logo eu também apaguei e rapidamente chegamos a Bruxelas. No aeroporto enquanto esperávamos na fila para comprar o bilhete do ônibus, um taxista apareceu e ofereceu a oportunidade de irmos para a cidade por 20 euros, 7 a mais que o normal, mas depois de toda uma negociação de uma velhinha que veio conosco de Veneza ele acabou cedendo e fazendo por 15, o que nos fez escolher o meio mais rápido e confortável, o táxi.
No caminho a velhinha muito simpática e conhecedora de 5 línguas, conversou bastante com a Paula. Quando chegamos na cidade ela ainda nos mostrou aonde ir e o que fazer, uma simpatia.
Chegamos, vimos o que íamos fazer, compramos um mapinha e pegamos o metrô, primeira parada, Atomium e Mini-Europa. Tiramos algumas fotos pelo lado de fora do Atomium, até porque eu não ia pagar para subir lá e nada fazer.
Fomos então para a Mini-Europa, muito legal, uma atração totalmente criada e muito interessante. Lá vimos pontos turísticos de todos os países que fazem parte da união européia e algumas curiosidades como o trem que vai da Inglaterra para a França por debaixo do mar.
Foi legal ver algumas coisas que já tinha visto de perto antes e poder notar a quantidade de detalhes que foram colocados em cada miniatura.
Da mina-europa partimos para o centro de Bruxelas onde íamos ver a Grand-Place, uma praça magnífica no coração da cidade. Ali aproveitamos para ver umas lojas de chocolates e cervejas, alguns suvenires e também comer o tão famoso waffle com chocolate.
Dali fomos ver o Manneken Pis uma estátua de um menininho fazendo xixi que é um dos pontos turísticos da cidade. Apesar de não ser nada demais não pode faltar nas fotos de recordação.
Rodamos a procura de um bar e enfim achamos um onde experimentamos 2 cervejas belgas, muito boas por sinal.
Com o tempo já se esgotando, corremos para ver o parlamente europeu o parque do cinqüentenário e o arco que existe por lá.
De lá voltamos para o centro, compramos uns chocolates e nos dirigimos para o ônibus para voltamos ao aeroporto, essa noite seria longa, dormiríamos lá por conta do horário do vôo e a falta de ônibus nesse horário.
Chegando lá a Paula foi logo achando um lugar menos pior e estendendo as mantas que tínhamos levado aqui de casa. Eu não queria dormir, para dormir no vôo e acabei encontrando um brasileiro com que conversei boa parte da noite, até que me rendi ao sono e fui dar uma descansada lá pelas 2 horas da manhã. As 4 já estamos de pé para fazer o check in e as 6 e pouco pegar o vôo.
Vôo para Dublin pego, agora era hora de vir para Dublin e descansar.
Agora é esperar a próxima.
Igor Reis Moreira Mathias
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A Saga de Dublin – Última Semana de Aula
A semana começou como sempre, tempo estranho, aula já entediante e eu chegando só na segunda aula.
Foi uma semana diferente, onde cada dia de aula parecia ser o último e onde todo dia eu pensava o que estaria fazendo na semana seguinte. Já que estarei de férias da escola e fazendo nada por aqui.
Perdi aula outro dia e ontem a tarde resolvi passar na Argos e comprar uma máquina de cortar cabelo para eu poder cortar o meu com a ajuda da Paula. E foi o que fiz, acabei o almoço, almoçamos e enquanto ela se trocava eu comecei a cortar meu cabelo com a nova máquina, já que a que eu trouxe do Brasil não funciona por conta da voltagem das tomadas.
Fui fazendo uns caminhos de rato até que a Paula chegou para consertar, ela finalizou o trabalho e fez as aparagens na ponta e foi trabalhar, enquanto eu limpava a bagunça e dava os acertos finais. Foda foi ver que cada dia estou mais careca do que nunca.
Hoje foi dia de acordar, ir para a primeira aula e fazer o teste que tem toda sexta. Após a primeira aula, fomos para o prédio principal para que eu pudesse receber o certificado de conclusão e tudo mais. Hoje também era último dia do Rafael, Carla, Flávia e do Arthur, tiramos umas fotos e hora de voltar para a segunda aula.
Fim da aula voltei para o prédio principal onde eu comi e bebi algo e fui me preparar para o teste do TOEIC, um teste internacional que testa conhecimentos de inglês e tals. Como sempre eu e Tadeu não estudamos para a prova e fomos com nosso conhecimento acumulado ao longo desses 6 meses de aula.
O teste é tranqüilo, só é um pouco extenso, e o listening nem é difícil mas ele te confunde por não ter onde marcar a resposta no começo e tals e você pode se perder tentando alguma coisa auxiliar, fora isso, correndo e sem parar muito para pensar na morte da bezerra eu acabei o teste faltando menos de 5 minutos para o fim do tempo regulamentar, isso porque eu fui o primeiro dos 3 que aplicaram para esse exame.
Agora estou em casa e daqui a pouco vou dar uma olhada no preço das cervejas na loja aqui do lado.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
Foi uma semana diferente, onde cada dia de aula parecia ser o último e onde todo dia eu pensava o que estaria fazendo na semana seguinte. Já que estarei de férias da escola e fazendo nada por aqui.
Perdi aula outro dia e ontem a tarde resolvi passar na Argos e comprar uma máquina de cortar cabelo para eu poder cortar o meu com a ajuda da Paula. E foi o que fiz, acabei o almoço, almoçamos e enquanto ela se trocava eu comecei a cortar meu cabelo com a nova máquina, já que a que eu trouxe do Brasil não funciona por conta da voltagem das tomadas.
Fui fazendo uns caminhos de rato até que a Paula chegou para consertar, ela finalizou o trabalho e fez as aparagens na ponta e foi trabalhar, enquanto eu limpava a bagunça e dava os acertos finais. Foda foi ver que cada dia estou mais careca do que nunca.
Hoje foi dia de acordar, ir para a primeira aula e fazer o teste que tem toda sexta. Após a primeira aula, fomos para o prédio principal para que eu pudesse receber o certificado de conclusão e tudo mais. Hoje também era último dia do Rafael, Carla, Flávia e do Arthur, tiramos umas fotos e hora de voltar para a segunda aula.
Fim da aula voltei para o prédio principal onde eu comi e bebi algo e fui me preparar para o teste do TOEIC, um teste internacional que testa conhecimentos de inglês e tals. Como sempre eu e Tadeu não estudamos para a prova e fomos com nosso conhecimento acumulado ao longo desses 6 meses de aula.
O teste é tranqüilo, só é um pouco extenso, e o listening nem é difícil mas ele te confunde por não ter onde marcar a resposta no começo e tals e você pode se perder tentando alguma coisa auxiliar, fora isso, correndo e sem parar muito para pensar na morte da bezerra eu acabei o teste faltando menos de 5 minutos para o fim do tempo regulamentar, isso porque eu fui o primeiro dos 3 que aplicaram para esse exame.
Agora estou em casa e daqui a pouco vou dar uma olhada no preço das cervejas na loja aqui do lado.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
domingo, 11 de setembro de 2011
A Saga de Dublin – Semana do Cinema
Mais uma semana se passou, menos um semana em Dublin, penúltima semana de aula. Essa semana como as outras Dublin continuou frio e chuvoso, com exceção de ontem que abriu maior solão por aqui.
O destaque da semana vai para os vários filmes que assisti, quando falo em vários, são muitos mesmo, desde clássicos como a Lista de Schindler a Carros 2. Durante esses dias também bookei os hostels da viagem para Itália, Grécia e a da viagem para Espanha e Portugal.
Outro fato que marcou acho que foi a porradaria aqui na porta de casa, entre um irish, um indiano e um negro. Não sabemos até agora o que realmente aconteceu, nós só escutamos a vitrine de uma loja aqui quebrando e fomos ver os caras só estavam se empurrando e correndo até 2 policiais chegarem. Aliás que polícia rápida, em menos de 5 minutos já haviam 5 viaturas, 2 bicicletas e 2 policiais a pé, sendo duas dessas viaturas umas vans que tem até umas grades no vidro para evitar pedradas e tals.
Ao fim quando os policiais pegaram os outros dois caras o irish começou a gritar e os guardas os deitaram no chão, 3 caras segurando o rapaz, o algemaram e o prenderam de forma que ele até chorava. A polícia aqui parece ser meio apavorada até demais para coisas básicas como essa.
Mas enfim, essa semana também me marcou por eu acordar com meu computador apitando por conta de um gol do Vasco e ai eu decidir assistir o Flamengo e ter a decepção diante do Corinthians.
Tirando brigas e jogos foi uma semana interessante no assunto culinária, comigo fazendo o bolo de cenoura, salmão ao molho de mostarda e outras coisas.
Além disso foi uma semana importante na família mas parece que tudo corre bem.
Agora essa semana passa a ser a última semana de curso, a qual eu pretendo aproveitar, e na outra semana vou para Veneza e Bruxelas.
E agora vou nessa, ver se acabo de ver um filme aqui.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
O destaque da semana vai para os vários filmes que assisti, quando falo em vários, são muitos mesmo, desde clássicos como a Lista de Schindler a Carros 2. Durante esses dias também bookei os hostels da viagem para Itália, Grécia e a da viagem para Espanha e Portugal.
Outro fato que marcou acho que foi a porradaria aqui na porta de casa, entre um irish, um indiano e um negro. Não sabemos até agora o que realmente aconteceu, nós só escutamos a vitrine de uma loja aqui quebrando e fomos ver os caras só estavam se empurrando e correndo até 2 policiais chegarem. Aliás que polícia rápida, em menos de 5 minutos já haviam 5 viaturas, 2 bicicletas e 2 policiais a pé, sendo duas dessas viaturas umas vans que tem até umas grades no vidro para evitar pedradas e tals.
Ao fim quando os policiais pegaram os outros dois caras o irish começou a gritar e os guardas os deitaram no chão, 3 caras segurando o rapaz, o algemaram e o prenderam de forma que ele até chorava. A polícia aqui parece ser meio apavorada até demais para coisas básicas como essa.
Mas enfim, essa semana também me marcou por eu acordar com meu computador apitando por conta de um gol do Vasco e ai eu decidir assistir o Flamengo e ter a decepção diante do Corinthians.
Tirando brigas e jogos foi uma semana interessante no assunto culinária, comigo fazendo o bolo de cenoura, salmão ao molho de mostarda e outras coisas.
Além disso foi uma semana importante na família mas parece que tudo corre bem.
Agora essa semana passa a ser a última semana de curso, a qual eu pretendo aproveitar, e na outra semana vou para Veneza e Bruxelas.
E agora vou nessa, ver se acabo de ver um filme aqui.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Qual a lógica do sistema?
A sociedade atual é algo que me desperta curiosidade. Se pararmos para notar, somos seres mais estranhos do que as gerações anteriores, principalmente se avaliarmos alguns assuntos como moda, música e o próprio estilo de vida.
Atualmente a moda é não estar na moda. Usar cores que não combinam, calças coloridas, roupas rasgadas, calças sem cintos e etc. Voltamos a usar coisas que eram tidas como fora de moda, coleções baseadas em modas passadas.
Na música cada vez mais damos valor a músicas que não contém letras, somente batidas. Antes as letras eram apreciadas, pensadas, interessantes. Agora nem sequer existem mais, ou se existem muitas vezes nem fazem sentido.
Nas festas o que se vê são jovens com instrução e educação que se drogam cada vez mais em busca de um estado de êxtase. Antes as pessoas iam para festas para confraternizar, se divertir e tals, hoje vão para ficar loucos se drogar e chegar em casa sem lembrar do que passou, pagamos por uma amnésia forçada. Mas se tudo isso é tão bom porquê queremos esquecer?
Na arte paramos de apreciar paisagens, figuras, rostos, vida, ARTE, para apreciar amontoados de rabiscos em cores diferentes, ou monocromáticos, ou até mesmo sem nada como o sugestivo quadro “The Empty”, que não passa de uma tela branca vazia. Nesse assunto precisamos de críticos que nos falem o que eles acham que o artista sentia no momento que pintou aquele quadro. Não somos capazes nem de formar nossa própria opinião ou expressar nossos sentimentos.
No atual momento vivemos de reclamar que é domingo e o fim de semana acabou, reclamar que “amanhã é segunda” e teremos uma semana inteira pela frente. Quantas pessoas gostariam de ter mais essa semana pela frente, quantas pessoas dariam toda sua fortuna para ter a pessoa amada por mais uma semana ou até mesmo um dia sequer.
Estamos vivendo em um mundo onde olhamos o pobre e achamos que ele é infeliz, olhamos o rico e o achamos a pessoa mais feliz do mundo. Mas estamos muito enganados, e digo isso por experiência pessoal, o lado mais pobre da minha família é muito mais feliz do que o lado rico.
O pior de tudo é sabe que eu também sou assim, compro algumas roupas pela etiqueta, quadro por artista e rezo a semana inteira para chegar o fim de semana.
Está na hora de refletir, descobrir se queremos ser seres de fim de semana que atravessam a semana toda em busca do final de semana prometido, ou seres humanos apreciadores de cada passo na vida.
Igor Reis Moreira Mathias
Atualmente a moda é não estar na moda. Usar cores que não combinam, calças coloridas, roupas rasgadas, calças sem cintos e etc. Voltamos a usar coisas que eram tidas como fora de moda, coleções baseadas em modas passadas.
Na música cada vez mais damos valor a músicas que não contém letras, somente batidas. Antes as letras eram apreciadas, pensadas, interessantes. Agora nem sequer existem mais, ou se existem muitas vezes nem fazem sentido.
Nas festas o que se vê são jovens com instrução e educação que se drogam cada vez mais em busca de um estado de êxtase. Antes as pessoas iam para festas para confraternizar, se divertir e tals, hoje vão para ficar loucos se drogar e chegar em casa sem lembrar do que passou, pagamos por uma amnésia forçada. Mas se tudo isso é tão bom porquê queremos esquecer?
Na arte paramos de apreciar paisagens, figuras, rostos, vida, ARTE, para apreciar amontoados de rabiscos em cores diferentes, ou monocromáticos, ou até mesmo sem nada como o sugestivo quadro “The Empty”, que não passa de uma tela branca vazia. Nesse assunto precisamos de críticos que nos falem o que eles acham que o artista sentia no momento que pintou aquele quadro. Não somos capazes nem de formar nossa própria opinião ou expressar nossos sentimentos.
No atual momento vivemos de reclamar que é domingo e o fim de semana acabou, reclamar que “amanhã é segunda” e teremos uma semana inteira pela frente. Quantas pessoas gostariam de ter mais essa semana pela frente, quantas pessoas dariam toda sua fortuna para ter a pessoa amada por mais uma semana ou até mesmo um dia sequer.
Estamos vivendo em um mundo onde olhamos o pobre e achamos que ele é infeliz, olhamos o rico e o achamos a pessoa mais feliz do mundo. Mas estamos muito enganados, e digo isso por experiência pessoal, o lado mais pobre da minha família é muito mais feliz do que o lado rico.
O pior de tudo é sabe que eu também sou assim, compro algumas roupas pela etiqueta, quadro por artista e rezo a semana inteira para chegar o fim de semana.
Está na hora de refletir, descobrir se queremos ser seres de fim de semana que atravessam a semana toda em busca do final de semana prometido, ou seres humanos apreciadores de cada passo na vida.
Igor Reis Moreira Mathias
domingo, 4 de setembro de 2011
A Saga de Dublin – Rotina na Irlanda
Como já era esperado após um tempo a rotina começou a se estabelecer em Dublin e cada dia tem menos a ser falado e para parar de ficar nessa de “eu fui para a aula vim para casa e dormi” eu agora estou escrevendo com menos freqüência.
Pois então quinta-feira sem mais o que fazer foi somente dia de ir para aula e voltar para casa mesmo e depois ficar vendo filmes.
Sexta de boa em casa também somente planejando o que faríamos no fim de semana e sexta foi dia de escolher o mais novo morador da nossa casa, Rafael ou Rafaeli um francês.
De noite eu sai de casa e fui para a casa da Paula ficar por lá. Dormimos ai sábado de manha fomos para o mercado comprar as coisas já que tínhamos combinado de comer carne ao molho madeira.
Como já estávamos no mercado aproveitamos para comprar uns pães diferentes de grão que tem no Lidl perto da casa dela. Tudo comprado era hora de ir para casa.
Procurei a receita na net e enquanto a Paula preparava um bolo de fubá cremoso eu ia fazendo o almoço. Carne pronta era hora de almoçar, confesso que o almoço ficou bom e o bolo melhor ainda.
Comida pronta nos arrumamos e fomos para a rua na T D Max, uma loja no St Stephens que vendo roupas de marca num preço mais barato, onde eu rodei, rodei e achei algumas coisas interessantes que até devo voltar para comprar amanhã, mas acabei indo para a Penneys antes para ver se tinha algo interessante. Na Penneys só vi a calça jeans mesmo, a 10 euros valeu até comprar 2.
Voltamos para casa a Natasha abriu um quebra cabeça de mil peças e fomos montando enquanto tomávamos uma cerveja. Cansado após começar a montar o jogo de mil peças fomos para cama e apagamos.
Hoje acordei e fui no mercado, que é em frente a casa da Paula, e acabei comprando mais pão e uma costelinha ao molho barbecue para o almoço.
Fizemos almoço e a Paula fez mais um bolo para levar para o serviço dela, depois fomos ver hostels para ela e por fim vim para casa onde iria fazer compras.
Quando estávamos saindo para fazer compra vimos o caminhão do bombeiro e o carro da polícia, do nada eles subiram uma escada, entraram no apartamento do segundo andar e segundo tudo indica, colocaram comida e água para o cachorro daqui da frente que parece estar sozinho a uns três dias.
Após o acontecimento fomos para o mercado mas o mesmo estava fechado, voltamos para casa onde eu arrumei a cozinha e fui cozinhar algo enquanto assisto ao tenebroso jogo do flamengo. Desse jeito ta difícil.
Agora vou me indo.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
Pois então quinta-feira sem mais o que fazer foi somente dia de ir para aula e voltar para casa mesmo e depois ficar vendo filmes.
Sexta de boa em casa também somente planejando o que faríamos no fim de semana e sexta foi dia de escolher o mais novo morador da nossa casa, Rafael ou Rafaeli um francês.
De noite eu sai de casa e fui para a casa da Paula ficar por lá. Dormimos ai sábado de manha fomos para o mercado comprar as coisas já que tínhamos combinado de comer carne ao molho madeira.
Como já estávamos no mercado aproveitamos para comprar uns pães diferentes de grão que tem no Lidl perto da casa dela. Tudo comprado era hora de ir para casa.
Procurei a receita na net e enquanto a Paula preparava um bolo de fubá cremoso eu ia fazendo o almoço. Carne pronta era hora de almoçar, confesso que o almoço ficou bom e o bolo melhor ainda.
Comida pronta nos arrumamos e fomos para a rua na T D Max, uma loja no St Stephens que vendo roupas de marca num preço mais barato, onde eu rodei, rodei e achei algumas coisas interessantes que até devo voltar para comprar amanhã, mas acabei indo para a Penneys antes para ver se tinha algo interessante. Na Penneys só vi a calça jeans mesmo, a 10 euros valeu até comprar 2.
Voltamos para casa a Natasha abriu um quebra cabeça de mil peças e fomos montando enquanto tomávamos uma cerveja. Cansado após começar a montar o jogo de mil peças fomos para cama e apagamos.
Hoje acordei e fui no mercado, que é em frente a casa da Paula, e acabei comprando mais pão e uma costelinha ao molho barbecue para o almoço.
Fizemos almoço e a Paula fez mais um bolo para levar para o serviço dela, depois fomos ver hostels para ela e por fim vim para casa onde iria fazer compras.
Quando estávamos saindo para fazer compra vimos o caminhão do bombeiro e o carro da polícia, do nada eles subiram uma escada, entraram no apartamento do segundo andar e segundo tudo indica, colocaram comida e água para o cachorro daqui da frente que parece estar sozinho a uns três dias.
Após o acontecimento fomos para o mercado mas o mesmo estava fechado, voltamos para casa onde eu arrumei a cozinha e fui cozinhar algo enquanto assisto ao tenebroso jogo do flamengo. Desse jeito ta difícil.
Agora vou me indo.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A Saga de Dublin – Ontem e Hoje na Mesma
Terça feira começou bem fria e eu tinha que correr pois estava atrasado para aula. Na Camden eu e Paula nos separados, enquanto ela ia para o prédio novo eu me dirigia a sede da escola onde eu costumava estudar.
Cheguei, subi os 89 degraus até minha sala e quando cheguei passei vergonha. As salas tinham mudado e eu não sabia, afinal tinha perdido a aula de segundo pela remarcação do meu passeio para Connemara.
Conversei com o professor, perguntei onde era e descobri que seria no prédio novo. E lá fui eu rumo a minha sala de aula. Cheguei sentei e fui participar da aula do Billy, cara que já tinha me dado aula e que eu acho um ótimo professor. Aliás nessa troca de professor eu vou sentir saudade do Tim, afinal além de dar aula bem ele batia maior papo de futebol, rugby e ainda nos chamava para jogar golf.
Fim da aula hora de ir para casa, passando no banco antes com a Paula e a Natasha para ver umas paradas. Em casa foi dia de um rapaz francês vir ver o apartamento para pegar a vaga do Ricardo que voltou para a Itália.
Após a visita e o término do almoço, eu vim para o quarto assistir a um filme. Lá pelas 8 horas levantei, sem dormir, e fui na rua encontrar as meninas. Viemos andando até em casa, onde nos separamos e onde eu fiz a janta para Cho, Tadeu e eu.
Jantamos, vim para o quarto dormir e dormi até demais. Essa noite foram umas 8 horas e 30 minutos de sono, o que fez que eu despertasse antes do alarme e ficasse com o rosto inchado, já que tenho dormido cerca de 6 a 7 horas por noite.
Da cama para aula e da aula para casa, passando somente na loja de 2 euros para comprar leite ( lá o leite é 1 euro contra 1,5 do mercado). Em casa resolvi fazer um spagetti a bolonhesa mesmo, rápido, prático e gostoso. Enquanto cozinhava apareceram Tadeu e Bruno com um irish que estuda física nuclear para conhecer a vaga e talvez ficar aqui em casa.
Após terminar de comer e tudo mais vim para meu quarto, bookei o hotel em Veneza e terminei de ver o filme de ontem a noite. Agora fui lá e fiz uma vitamina de banana com o nosso novo mixer e estamos a espera da resposta do irish para resolver. O francês já disse que quer a vaga, mas ainda temos dúvida a quem seria melhor aqui. Eu particularmente votaria no irish pelo inglês nativo do rapaz.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
Cheguei, subi os 89 degraus até minha sala e quando cheguei passei vergonha. As salas tinham mudado e eu não sabia, afinal tinha perdido a aula de segundo pela remarcação do meu passeio para Connemara.
Conversei com o professor, perguntei onde era e descobri que seria no prédio novo. E lá fui eu rumo a minha sala de aula. Cheguei sentei e fui participar da aula do Billy, cara que já tinha me dado aula e que eu acho um ótimo professor. Aliás nessa troca de professor eu vou sentir saudade do Tim, afinal além de dar aula bem ele batia maior papo de futebol, rugby e ainda nos chamava para jogar golf.
Fim da aula hora de ir para casa, passando no banco antes com a Paula e a Natasha para ver umas paradas. Em casa foi dia de um rapaz francês vir ver o apartamento para pegar a vaga do Ricardo que voltou para a Itália.
Após a visita e o término do almoço, eu vim para o quarto assistir a um filme. Lá pelas 8 horas levantei, sem dormir, e fui na rua encontrar as meninas. Viemos andando até em casa, onde nos separamos e onde eu fiz a janta para Cho, Tadeu e eu.
Jantamos, vim para o quarto dormir e dormi até demais. Essa noite foram umas 8 horas e 30 minutos de sono, o que fez que eu despertasse antes do alarme e ficasse com o rosto inchado, já que tenho dormido cerca de 6 a 7 horas por noite.
Da cama para aula e da aula para casa, passando somente na loja de 2 euros para comprar leite ( lá o leite é 1 euro contra 1,5 do mercado). Em casa resolvi fazer um spagetti a bolonhesa mesmo, rápido, prático e gostoso. Enquanto cozinhava apareceram Tadeu e Bruno com um irish que estuda física nuclear para conhecer a vaga e talvez ficar aqui em casa.
Após terminar de comer e tudo mais vim para meu quarto, bookei o hotel em Veneza e terminei de ver o filme de ontem a noite. Agora fui lá e fiz uma vitamina de banana com o nosso novo mixer e estamos a espera da resposta do irish para resolver. O francês já disse que quer a vaga, mas ainda temos dúvida a quem seria melhor aqui. Eu particularmente votaria no irish pelo inglês nativo do rapaz.
Abraços
Igor Reis Moreira Mathias
terça-feira, 30 de agosto de 2011
A Saga de Dublin – Viagem a Connemara
Após ganhar a remarcação da viagem lá fomos eu e Paula acordar cedo para ir para Connemara e se daquela vez o ônibus que não nos esperou dessa vez eu que já estava cansado de esperar o busão, já que chegamos cedo.
No que a van apareceu fomos entrando, pegamos nosso lugar, escutamos as brincadeiras do guia e histórias sobre a Irlanda. Depois disso apagamos e dormimos até quase chegar na Kilemore Abbey um monastério que foi erguido originalmente como um castelo por um político inglês, só que o mesmo veio a perdê-lo anos após por conta de seu vício em carteado. O local depois foi adquirido por freiras irlandesas.
Tal local é lindo demais, apesar de não termos entrado no castelo e tals, de fora, a beira de seu lago, foi possível apreciar toda a beleza do local. Ficamos lá por cerca de 1 hora e durante quase todo esse tempo vendo e revendo, apreciando o lugar.
Apesar de o tempo estar fechado não estava chovendo, o que já é considerado um bom tempo na Irlanda. Do monastério fomos para um lugar próximo pegar um barco e fazer um passeio que dura cerca de 1 hora e meia no único fiorde irlandês.
Durante o passeio comemos almoçamos um smoked salmon e uma espécie de caldo de frutos do mar, muito bons e até baratos pelo preço.
Fim do almoço fomos apreciar a vista de fora do barco, que por sinal era linda também, mas infelizmente os golfinhos não apareceram. Fim do passeio era hora de entrar na van e dormir mais um pouco, até chegarmos a Galway e descer mais uma vez.
Galway é uma cidade pequena mas bem legal. É a segunda vez que vou lá e novamente saio sentindo aquele cheiro de cidade pequena e aconchegante. Após a parada em Galway e a volta para a van, foi hora de dormir até quase chegar me Dublin.
Aqui nós desembarcamos e viemos para casa encarando um frio danado que já assombra esta cidade.
Agora vamos fazer uma sopa por aqui, tomar bem quentinha, deitar e dormir, afinal rodamos o dia todo hoje e estamos cansados.
Bjundas
Igor Reis Moreira Mathias
No que a van apareceu fomos entrando, pegamos nosso lugar, escutamos as brincadeiras do guia e histórias sobre a Irlanda. Depois disso apagamos e dormimos até quase chegar na Kilemore Abbey um monastério que foi erguido originalmente como um castelo por um político inglês, só que o mesmo veio a perdê-lo anos após por conta de seu vício em carteado. O local depois foi adquirido por freiras irlandesas.
Tal local é lindo demais, apesar de não termos entrado no castelo e tals, de fora, a beira de seu lago, foi possível apreciar toda a beleza do local. Ficamos lá por cerca de 1 hora e durante quase todo esse tempo vendo e revendo, apreciando o lugar.
Apesar de o tempo estar fechado não estava chovendo, o que já é considerado um bom tempo na Irlanda. Do monastério fomos para um lugar próximo pegar um barco e fazer um passeio que dura cerca de 1 hora e meia no único fiorde irlandês.
Durante o passeio comemos almoçamos um smoked salmon e uma espécie de caldo de frutos do mar, muito bons e até baratos pelo preço.
Fim do almoço fomos apreciar a vista de fora do barco, que por sinal era linda também, mas infelizmente os golfinhos não apareceram. Fim do passeio era hora de entrar na van e dormir mais um pouco, até chegarmos a Galway e descer mais uma vez.
Galway é uma cidade pequena mas bem legal. É a segunda vez que vou lá e novamente saio sentindo aquele cheiro de cidade pequena e aconchegante. Após a parada em Galway e a volta para a van, foi hora de dormir até quase chegar me Dublin.
Aqui nós desembarcamos e viemos para casa encarando um frio danado que já assombra esta cidade.
Agora vamos fazer uma sopa por aqui, tomar bem quentinha, deitar e dormir, afinal rodamos o dia todo hoje e estamos cansados.
Bjundas
Igor Reis Moreira Mathias
A Saga de Dublin – Domingão Fazendo Nada
Domingão começou e lá fui eu lavar a cozinha, tarefa que agora é de minha responsabilidade, dar uma lavada na louça e depois fomos mostrar a casa para um francês que veio ver a vaga do italiano.
Depois de o rapaz sair daqui de casa fomos para o mercado e dessa vez sem nosso amigo carrinho de mercado, já que íamos fazer compras pequenas.
Compras feitas era hora de cozinhar, as 6 horas da noite lá íamos almoçar. Cod, um peixe que dizem ser bacalhau, com espinafre refogado e arroz com brócolis. Após comer era hora de ir para o quarto ficar tranqüilo.
Logo após a Paula chegou e fomos a casa dela buscar algumas coisas, afinal esfriou bastante e amanhã vamos, acho que finalmente, à Connemara.
Vou me indo nessa.
Abraços.
Igor Reis Moreira Mathias
Depois de o rapaz sair daqui de casa fomos para o mercado e dessa vez sem nosso amigo carrinho de mercado, já que íamos fazer compras pequenas.
Compras feitas era hora de cozinhar, as 6 horas da noite lá íamos almoçar. Cod, um peixe que dizem ser bacalhau, com espinafre refogado e arroz com brócolis. Após comer era hora de ir para o quarto ficar tranqüilo.
Logo após a Paula chegou e fomos a casa dela buscar algumas coisas, afinal esfriou bastante e amanhã vamos, acho que finalmente, à Connemara.
Vou me indo nessa.
Abraços.
Igor Reis Moreira Mathias
domingo, 28 de agosto de 2011
A Saga de Dublin – A Tão Esperada Partida
Sábadão começou bem, aquela viagem que eu havia perdido o ônibus eu acabei mandando um email para a empresa e eles me deram o direito de viajar na segunda, 40 euros recuperados.
Precisava comprar umas passagens aéreas e acabei indo no Jerveys comprar os cartões pré pagos da Master Card. Como ia comprar o meu acabei comprando o dos meninos também. Voltei para casa e o que eu precisava comprar urgente eram minhas passagens para Veneza e Bruxelas pois estava para aumentar de preço.
Eu havia combinado de encontrar o Japa e o Israel as 13h perto da Trinity para irmos ver o jogo de rugby entre Irlanda e Inglaterra, mas eram 12:50 eu e Bruno estávamos saindo de casa.
Chegamos um pouco atrasado e fomos andando correndo já que o Isra achou que o jogo começava as 2. Quanto mais andávamos e mais nos aproximávamos do estádio mais o clima ficava legal, crianças e adultos, ingleses e irlandeses, todos juntos indo para esse jogo que é um dos maiores clássicos mundiais de rugby.
Chegamos ao estádio, entramos sem necessidade de revista, compramos uma cerveja e nos dirigimos a nosso assento. O estádio parecia vazio mas foi o jogo começar que você não achava uma cadeira vazia.
O Israel ia nos falando das regras e nos ensinando um pouco do esporte, que eu gostei muito e pretendo aprender um pouco mais. O jogo foi legal, pena que a Irlanda perdeu e sem fazer um Try, mas valeu cada cent dos 20 euros que pagamos para assistir tal jogo.
Fim de jogo hora de vir para casa, em casa era hora de comprar o resto das passagens. Eu, Tadeu e Bruno compramos as passagens para Cagliari, Roma, Atenas e Milão e depois eu e Tadeu compramos as passagens para Barcelona, Lisboa, Madri e Marrakesh, ou tentamos já que o site da Ryanair ta meio bugado e eu ainda não consegui comprar a volta para casa e o Tadeu ainda falta comprar a ida para a cidade marroquina.
De noite era hora de ver o UFC com direito a um massacre brasileiro, acho que só faltou alguém para bater no Sonnen, que era um dos comentaristas da ESPN Internacional.
Amanhã é dia de compras e faxina na casa.
Igor Reis Moreira Mathias
Precisava comprar umas passagens aéreas e acabei indo no Jerveys comprar os cartões pré pagos da Master Card. Como ia comprar o meu acabei comprando o dos meninos também. Voltei para casa e o que eu precisava comprar urgente eram minhas passagens para Veneza e Bruxelas pois estava para aumentar de preço.
Eu havia combinado de encontrar o Japa e o Israel as 13h perto da Trinity para irmos ver o jogo de rugby entre Irlanda e Inglaterra, mas eram 12:50 eu e Bruno estávamos saindo de casa.
Chegamos um pouco atrasado e fomos andando correndo já que o Isra achou que o jogo começava as 2. Quanto mais andávamos e mais nos aproximávamos do estádio mais o clima ficava legal, crianças e adultos, ingleses e irlandeses, todos juntos indo para esse jogo que é um dos maiores clássicos mundiais de rugby.
Chegamos ao estádio, entramos sem necessidade de revista, compramos uma cerveja e nos dirigimos a nosso assento. O estádio parecia vazio mas foi o jogo começar que você não achava uma cadeira vazia.
O Israel ia nos falando das regras e nos ensinando um pouco do esporte, que eu gostei muito e pretendo aprender um pouco mais. O jogo foi legal, pena que a Irlanda perdeu e sem fazer um Try, mas valeu cada cent dos 20 euros que pagamos para assistir tal jogo.
Fim de jogo hora de vir para casa, em casa era hora de comprar o resto das passagens. Eu, Tadeu e Bruno compramos as passagens para Cagliari, Roma, Atenas e Milão e depois eu e Tadeu compramos as passagens para Barcelona, Lisboa, Madri e Marrakesh, ou tentamos já que o site da Ryanair ta meio bugado e eu ainda não consegui comprar a volta para casa e o Tadeu ainda falta comprar a ida para a cidade marroquina.
De noite era hora de ver o UFC com direito a um massacre brasileiro, acho que só faltou alguém para bater no Sonnen, que era um dos comentaristas da ESPN Internacional.
Amanhã é dia de compras e faxina na casa.
Igor Reis Moreira Mathias
A Saga de Dublin – Perdendo o Ônibus para Connemara
Eram 6 horas da manhã quando o despertador tocou, fomos tomar banho e tomar café quando eu olhei no telefone e eram 6:38 e ainda estávamos comendo, precisávamos nos arrumar e chegar no escritório de turismo as 6:40.
Corremos, pegamos táxi, enfrentamos o frio mas chegamos lá o ônibus estava perdido. Perguntamos a várias pessoas e as notícias eram de que não sabiam do ônibus, até que vimos um rapaz da empresa e ele disse que o mesmo tinha partido.
Com o rabo entre as pernas fizemos meia volta e fomos enfrentando o frio de volta para casa. Dormimos mais um pouco e umas 11 horas acordamos para fazer o almoço. Queríamos comer carne de porco e tals. Assim levantamos e fomos para a rua, rodamos o Lidl, compramos algumas coisas mas acabamos comprando a carne mesmo em uma espécie de açougue que abriu próximo a casa da Paula.
Falamos com o Japa, começamos a fazer o almoço e logo o japa já estava lá. Comemos, conversamos e apagamos novamente.
A noite a Paula queria levar a Priscila ao Temple Bar para ela conhecer. Fomos ao Temple Bar pub, ao Auld Dubliner e a um outro que não lembro, sempre em busca da uma boa música irish.
Na volta para casa, para fugir do frio, entramos em um táxi e fomos logo para casa.
Agora é hora de dormir, pois amanhã tem UFC e a partida de rugby no Aviva Stadium entre Irlanda e Inglaterra, o maior clássico de rugby.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
Corremos, pegamos táxi, enfrentamos o frio mas chegamos lá o ônibus estava perdido. Perguntamos a várias pessoas e as notícias eram de que não sabiam do ônibus, até que vimos um rapaz da empresa e ele disse que o mesmo tinha partido.
Com o rabo entre as pernas fizemos meia volta e fomos enfrentando o frio de volta para casa. Dormimos mais um pouco e umas 11 horas acordamos para fazer o almoço. Queríamos comer carne de porco e tals. Assim levantamos e fomos para a rua, rodamos o Lidl, compramos algumas coisas mas acabamos comprando a carne mesmo em uma espécie de açougue que abriu próximo a casa da Paula.
Falamos com o Japa, começamos a fazer o almoço e logo o japa já estava lá. Comemos, conversamos e apagamos novamente.
A noite a Paula queria levar a Priscila ao Temple Bar para ela conhecer. Fomos ao Temple Bar pub, ao Auld Dubliner e a um outro que não lembro, sempre em busca da uma boa música irish.
Na volta para casa, para fugir do frio, entramos em um táxi e fomos logo para casa.
Agora é hora de dormir, pois amanhã tem UFC e a partida de rugby no Aviva Stadium entre Irlanda e Inglaterra, o maior clássico de rugby.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
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