A Saga de Dublin – Noruega e Cracóvia na Polônia
Eram 5 horas da manha e lá fomos nós, rumo ao aeroporto pegar nosso flying bus. Chegamos fizemos check in, passamos pelos raios-X e fomos rumo ao nosso portão de embarque.
Logo que embarcamos eu e Iago assumimos posição, eu na janela e ele no corredor a fim de não ficar com ninguém no banco do meio para termos mais espaço e por sorte o vôo não lotou e foi possível viajar assim.
Chegamos à Noruega tentamos embarcar em um bus para Oslo, mas os 40 euros cobrados nos fizeram desistir, já que ficaríamos apenas algumas horinhas no local. Foi ai então que partimos para negociação com os taxistas do lugar para podermos ir à cidade de Moss, próxima ao nosso aeroporto. Mas os taxistas eram bem Zé Ruela e preferiram não abaixar um pouco o preço e ganhar a viagem a nos levar ao lugar, foi então que resolvemos tentar falar com outro taxista mais afastado, mas um dos anteriores chegou falando norueguês com ele para não entendermos e nos começamos a falar em português também. Se eles nos xingaram nos não saímos perdendo.
Voltamos para o aeroporto e resolvemos ficar por lá, mas o problema e que só tinha hot dog de comida. Senti-me uma puta, quase tudo igual só mudando as salsichas. Compramos a comida e fomos dormir sentados no aeroporto. Acordamos, conversamos, fizemos check in e 8 horas depois de chegar para pegar a conexão fomos embora, dessa vez em um avião hiper cheio, comigo lá na frente e todo mundo lá atrás.
Chegamos a Cracóvia e uma parte do aeroporto estava fechada, havia policiais e segundo um rapaz que falou com o Iago parecia ser uma ameaça de bomba. Logo, logo o tumulto foi desfeito fomos liberados e pela proximidade dos valores resolvemos ir de taxi para o hostel. Trocamos uma idéia com o motorista e enfim chegamos ao hostel, que parecia ser uma porcaria por fora, mas se revelou um dos melhores que já fui. Sala com Play 3, ótima cozinha e quartos, mas no primeiro dia só olhamos mesmo, tomamos um banho saímos e fomos comer um Mac e dormir.
No dia seguinte levantamos, tomamos aquele café, fomos ao centro, pegamos dinheiro e partimos rumo Auschwitz e Birkenau, famosos campos de concentração da segunda guerra mundial. Eu e Iago fomos em uma van enquanto o resto da galera foi em outra. Dormimos demais, afinal são 75 km de Cracóvia ate lá, e no meio do caminho o Iago deu uma roncada tão forte que ate assustou a americana.
Chegamos primeiro a Auschwitz, com um calor de mais de 30 graus, clima pesado, lugar triste e lotado, mas de grande importância para nosso conhecimento. Conhecemos a guia que falava um bom inglês e fomos entrando pelo portão com a famosa inscrição, " Arbeit Macht Frei", que significa "O Trabalho Torna Livre".
O campo de concentração de Auschwitz antes da guerra era uma espécie de quartel polonês. E foi em meio a esses prédios que andamos, vimos fotos, dados, tristeza, objetos que pertenceram a judeus que ali morreram, capsulas do gás Zyklon B e ate um local lotado de cabelo das judias, que seriam utilizados para fabricação de carpetes, foi nessa sala que senti a maior quantidade de arrepios na espinha da minha vida.
Passamos por outros locais de execução e chegamos ao fim onde havia uma câmara de gás e uma de cremação dos corpos. Local também onde foi enforcado o primeiro general alemão que comandou o campo de concentração, o qual foi julgado e condenado a mortes por um tribunal polonês depois da guerra.
Depois de uma breve pausa fomos para Birkenau, aonde vimos aquele conhecido portal com uma linha férrea cruzando por ele, típico de vários filmes que falar sobre o tema. Birkenau que e mais conhecido como Auschwitz II, na minha opinião e mais feio que o primeiro, ate porque este e composto por barracos onde as pessoas habitavam, que foram feitos de madeira com base nos estábulos do exercito alemão.
Vimos o que foram as câmaras crematórias, a linha férrea que trazia os presos, os barracões onde as pessoas ficavam alojadas e voltamos para Cracóvia, onde mais uma vez apagamos na viagem de volta.
Chegamos a Cracóvia fomos almoçar e de lá rodar pelo centro velho. O centro velho de Cracóvia e um lugar muito bonito com a fortaleza e uma torre a sua entrada, a igreja de Santa Maria, o mercado municipal, a torre da prefeitura e ate mesmo uma escultura em formato de cabeça feita por um xará meu.
Depois de dar uma rodada pelo centro resolvemos voltar para o hostel passando pelo mercado para comprar coisas para a janta.
Chegamos tomamos banho e logo fui para a cozinha ajudar o japa com o jantar. Fizemos um macarrão com ovo, lingüiça e molho de 2 queijos que ficou uma delícia. Depois do jantar fui jogar um play 3 com meu irmão, empatando no futebol e tomando uma coca no UFC. Depois disso o Iago começou a me ensinar a jogar poker, mas eu sou muito afobado e acabei rodando rápido.
Dia seguinte acordamos e fomos atrás de uma excursão para a mina de sal, já que a moca do hostel esqueceu de bookar para nos, o que acabou sendo ótimo já que achamos uma excursão melhor e mais barata. Por falar em barato a Polônia se revelou um lugar muito barato, sendo possível almoçar no centro e pagar uma bagatela. Na excursão o ônibus estava vazio e assim cada um tratou de pegar um banco só para si, mas nem deu tempo de dormir, pois a cidade fica a 15 km do centro de Cracóvia.
A mina hoje funciona extraindo sal somente para que o mesmo não contamine outras fontes de água. O local e sensacional e vale cada slote investido, moeda local. No passeio andamos quase 2 horas para ver o equivalente a 1% da mina. Passamos por vários lagos salgados, lindas capelas esculpidas nas pedras, grandes salões, estatuas e ate mesmo locais que abrigam restaurantes e são utilizados para casamentos e outros eventos. E um passeio longo e cansativo, mas que vale a pena.
O único problema na mina e o elevador de saído. Para descer ate o primeiro pavimento descemos cerca de 400 degraus. O passeio chega ate o terceiro pavimento a cerca de 130 metros abaixo da superfície. Mas como ia dizendo o elevador de saída e um problema são 4 grades que cabem 9 pessoas apertadas. Eu já sou medroso e claustrofóbico, com meu irmão na minha frente e um casal de japoneses morrendo de medo ao meu lado a coisa ficou ainda pior, que lugar estranho aquele elevador, quase me senti um daqueles mineiros do Chile.
Voltamos para a Cracóvia e fomos almoçar o tão aguardado, por mim, joelho de porco. Enquanto o Iago comia uma carne de porco com repolho e batatas eu devorava um joelhão de meio kilo com arroz, mostarda e um outro negocio que tinha gosto de wasabi.
Já comi joelhos melhores, mas ate que esse foi gostoso. De lá saímos para comprar cartão postal e lembrancinhas e depois fomos fazer um city tour no carrinho de golfe. Esse que parece mais um carrinho 4x4 poderoso que sobe calçadas, anda por tudo quanto e buraco em Cracóvia. No city tour fomos levados por uma moca que nos ofereceu o guia em português e nos aceitamos para ver o sotaque se seria de Portugal ou da pátria mãe gentil.
Logo no começo um rapaz narrando com aquele S puxado, fazendo dela quase um X. Morremos de rir e deixamos o carioca apresentar a cidade para nos, afinal Kazimierz narrado por ele seria bem mais legal.
No city tour vimos o antigo bairro judeu, o castelos dos antigos reis, igrejas, sinagogas, casa que o Papa João Paulo II morou, o Gueto instaurado pelos nazistas e a fabrica de Oskar Schindler. O tour e muito legal, mas repleto de dados e cenas tristes, como por exemplo, os cerca de 65000 judeus que ocupavam Kazimierz, o bairro judeu, e que hoje só restam 100, as historias dos massacres no gueto e ate mesmo os apartamentos que serviram de moradia no gueto durante a segunda guerra mundial e ainda existem. Mas fora isso passeio é muito bom e vale muito a pena também. Alias Cracóvia e redondezas valem si valem muito a pena. Essa era uma cidade que não esperava muito e me surpriendi demais com o centro velho, muito bonito e toda a historia ligada aos lugares.
No fim do tour a guia nos deixou no mercado onde compramos mais coisas e fomos para casa. Cozinhamos, comemos, aprendi um pouco mais de poker com meu irmão e fomos dormir.
Acordamos com o pessoal me sacaneando por conta do grito que dei enquanto dormia. Tomamos café, rodamos um pouco no centro velho, almoçamos frango frito no KFC, tomamos vários litros de ice tea por conta do nosso refil infinito e fomos pegar o ônibus que estava marcado para 14 e 30 da tarde, mas que só foi sair lá pelas 17 e 30 aproximadamente.
Agora estou eu aqui acabando de escrever dentro do ônibus, já que tinha começado na rodoviária enquanto esperava, e tomando um dos vários chocolates quentes gratuitos que vou tomar partindo para Budapeste.
Espero que o flat lá seja tão bom quanto o hostel de Cracóvia e que a cidade seja tão linda quanto.
Agora vou-me indo depois de escrever 7 paginas de texto para vocês, já estou com a mão doendo já. Vou ver se aprecio a paisagem do interior da Polônia e dormir um pouco.
Uwaga
Igor Reis Moreira Mathias
PS: Uwaga significa atenção em polonês, mas e a única das poucas palavras que lembro, apesar de algumas palavras lembrarem o nosso português.
Um blog que traz idéias, visões, pontos de vista, sobre alguns assuntos que compõem nosso dia-a-dia e que são escritos em alguns dos meus Momentos de Devaneio.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
A Saga de Dublin – Levando o Iago as Compras
O dia começou e já sabiamos que era dia de gastar. Hoje era dia de a escola ir as outlets na cidade de Kildare, e como intusiasta da viagem eu aproveitei para colocar o nome do meu irmao na lista para ele ir comigo.
Onibus na porta da escola e la fomos nós, mais ou menos 1 hora após a saida já estavamos chegando ao local. Chegamos, levantamos e recebemos a ma noticia de que so ficariamos por la por 1 hora e meia, o que sabiamos que seria insuficiente para nós.
Saimos do bus pegamos o VIP card que nos dao 10% de desconto e fomos indo direto para a Ralph Lauren. Saimos de la e fui com o Iago ver os oculos de sol para ele e para meu pai. Olhamos bem, pensamos e fomos andar.
Nessa andada acabamos indo para a loja da Nike, que nem estava tao boa quanto da ultima vez, mas eu precisava de um tenis e de um casaco a prova de chuva, sem falar na camisa da selecao e outras coisas que o Iago queria ver la. Eu comprei o tenis e o casaco que precisava, Iago e Bruno ficaram so na camisa da selecao e partimos para outra.
Depois da Nike passamos pela North Face, que ate valia a pena mas era meio desnecessario agora, Reebook, Asics e Tommy, mas nada agradou.
Como eu estava ajudando o Bruno e ainda fiscalizando o Iago, acabei perdendo um tempo e não vendo algumas coisas como bolsas femininas na Nike que estavam baratas e eu podia mandar para minha irma.
Mas la fomos indo, comprando, pegando Tax Free, ate comprarchegar a hora de comprar os oculos escuros e depois ir para a Polo novamente tentar achar algo. Ate que o pessoal comecou a ligar porque já estavamos atrasados e eu nem consegui ver mais nada enquanto o Bruno escolhia algumas camisas. Pagamos fomos saindo e encontramos os outros 2 retardatarios, Israel e Tadeu que estavam tao atrasados quanto nos.
Fim das compras fomos para casa e combinamos de ir ao Temple Bar. Combinamos as 7 mas eram quase 7 e meia quando saimos de casa para ir em direcao ao primeiro bar, Porter House. Compramos umas cervejas estranhas tomamos e saimos em direcao ao famoiso Temple Bar. La a saga realmente comecou, com o Iago pedindo uma Kilkeny e eu uma Guinness, detalhe para o primeiro presente da noite, um copo de Kilkeny para a colecao. Fomos a outro pub, tomamos uma Paullaner e ganhamos o segundo copo da noite. Passamos pelo Hard Rock café e voltando para ir ao The Mezz pegamos um copo da Bud na porta de outro bar.
Fomos ao The Mezze de la eu parti para casa com a Paula, deixando Tadeu, Iago, Enila e Natasha para traz.
No dia seguinte era dia de ir com o Iago na Penneys e rodar pela O`Connel. Já na ida passei na Carrols e comprei um casaco e um estojo para Marcella e umas coisas para casa. Fomos depois para a Penneys mas nada valia a pena.
Fomos para a Henry Street rodamos a Foot Locker, Champion o Jerveys mas nada de um tenis para o Iago.
Por fim fomos para casa, onde o Iago fez macarrao de janta para casa e eu um arroz de forno. E foi chegando em casa que conhecemos o Eliezer, um mexicano que pegou a vaga do Alex e agora mora conosco.
Sai de casa fui levar a Paula em casa. Chegando la me despedi, sempre e ruim despedir e fui embora. Andei um pouco e me virei para olhar ela indo embora rua a fora rumo a sua casa. Na esquina acabei achando um copo da Guinness que eu levei para casa, lavei e fervi. Novinho em folha agora posso enviar ao meu primo Mario que coleciona copos de cerveja.
Voltei para casa arrumei a mala, ajudei meu irmao e fui dormir, afinal amanha comeca a saga pelo leste e centro da Europa e tambem a escandinavia.
See ya
Igor Reis Moreira Mathias
Onibus na porta da escola e la fomos nós, mais ou menos 1 hora após a saida já estavamos chegando ao local. Chegamos, levantamos e recebemos a ma noticia de que so ficariamos por la por 1 hora e meia, o que sabiamos que seria insuficiente para nós.
Saimos do bus pegamos o VIP card que nos dao 10% de desconto e fomos indo direto para a Ralph Lauren. Saimos de la e fui com o Iago ver os oculos de sol para ele e para meu pai. Olhamos bem, pensamos e fomos andar.
Nessa andada acabamos indo para a loja da Nike, que nem estava tao boa quanto da ultima vez, mas eu precisava de um tenis e de um casaco a prova de chuva, sem falar na camisa da selecao e outras coisas que o Iago queria ver la. Eu comprei o tenis e o casaco que precisava, Iago e Bruno ficaram so na camisa da selecao e partimos para outra.
Depois da Nike passamos pela North Face, que ate valia a pena mas era meio desnecessario agora, Reebook, Asics e Tommy, mas nada agradou.
Como eu estava ajudando o Bruno e ainda fiscalizando o Iago, acabei perdendo um tempo e não vendo algumas coisas como bolsas femininas na Nike que estavam baratas e eu podia mandar para minha irma.
Mas la fomos indo, comprando, pegando Tax Free, ate comprarchegar a hora de comprar os oculos escuros e depois ir para a Polo novamente tentar achar algo. Ate que o pessoal comecou a ligar porque já estavamos atrasados e eu nem consegui ver mais nada enquanto o Bruno escolhia algumas camisas. Pagamos fomos saindo e encontramos os outros 2 retardatarios, Israel e Tadeu que estavam tao atrasados quanto nos.
Fim das compras fomos para casa e combinamos de ir ao Temple Bar. Combinamos as 7 mas eram quase 7 e meia quando saimos de casa para ir em direcao ao primeiro bar, Porter House. Compramos umas cervejas estranhas tomamos e saimos em direcao ao famoiso Temple Bar. La a saga realmente comecou, com o Iago pedindo uma Kilkeny e eu uma Guinness, detalhe para o primeiro presente da noite, um copo de Kilkeny para a colecao. Fomos a outro pub, tomamos uma Paullaner e ganhamos o segundo copo da noite. Passamos pelo Hard Rock café e voltando para ir ao The Mezz pegamos um copo da Bud na porta de outro bar.
Fomos ao The Mezze de la eu parti para casa com a Paula, deixando Tadeu, Iago, Enila e Natasha para traz.
No dia seguinte era dia de ir com o Iago na Penneys e rodar pela O`Connel. Já na ida passei na Carrols e comprei um casaco e um estojo para Marcella e umas coisas para casa. Fomos depois para a Penneys mas nada valia a pena.
Fomos para a Henry Street rodamos a Foot Locker, Champion o Jerveys mas nada de um tenis para o Iago.
Por fim fomos para casa, onde o Iago fez macarrao de janta para casa e eu um arroz de forno. E foi chegando em casa que conhecemos o Eliezer, um mexicano que pegou a vaga do Alex e agora mora conosco.
Sai de casa fui levar a Paula em casa. Chegando la me despedi, sempre e ruim despedir e fui embora. Andei um pouco e me virei para olhar ela indo embora rua a fora rumo a sua casa. Na esquina acabei achando um copo da Guinness que eu levei para casa, lavei e fervi. Novinho em folha agora posso enviar ao meu primo Mario que coleciona copos de cerveja.
Voltei para casa arrumei a mala, ajudei meu irmao e fui dormir, afinal amanha comeca a saga pelo leste e centro da Europa e tambem a escandinavia.
See ya
Igor Reis Moreira Mathias
terça-feira, 5 de julho de 2011
A Saga de Dublin – Bife a Milanesa e Guinness
Hoje o dia começou com a galera querendo comer algo diferente, e tendo em vista o que tínhamos no freezer fomos fazer bife a milanesa. Mais uma vez a Paula preparou a salada e fritou as coisas enquanto eu fiz o arroz, temperei o bife e esquentei o feijão.
Almoço pronto fomos comer e logo após comer desabei no chão da sala para fazer a digestão.
Tomei banho, troquei de roupa e fui andar pelas ruas de Dublin que graças a Deus estavam bem quentes hoje. Fui até perto da casa da Paula e voltei.
Chegando em casa encontrei meu irmão e fomos para a fábrica da Guinness para ele conhecer o local.
Chegamos, tiramos umas fotos, pagamos e entramos. Fomos explorando o local aos poucos e enfim chegamos ao local onde poderíamos servir nosso pint de cerveja.
Servimos, a staff do local tirou umas fotos e logo depois sentamos em uma cadeira perto da janela para tomar a cerveja e aproveitar o visual. Cerveja tomada fomos para o último andar ter uma vista parcial de Dublin.
Acabado a visita viemos para casa onde logo chegou o Tadeu e a Enila. A Enila que tentou por que tentou levar meu irmão para a Diceys mas eu como bom irmão não deixei ele ir para essa furada né.
Resolvi sentar e começar algumas coisas para a viagem de sexta feira.
Agora vou indo postar o texto, tomar banho e deitar para dormir.
Valew
Igor Reis Moreira Mathias
Almoço pronto fomos comer e logo após comer desabei no chão da sala para fazer a digestão.
Tomei banho, troquei de roupa e fui andar pelas ruas de Dublin que graças a Deus estavam bem quentes hoje. Fui até perto da casa da Paula e voltei.
Chegando em casa encontrei meu irmão e fomos para a fábrica da Guinness para ele conhecer o local.
Chegamos, tiramos umas fotos, pagamos e entramos. Fomos explorando o local aos poucos e enfim chegamos ao local onde poderíamos servir nosso pint de cerveja.
Servimos, a staff do local tirou umas fotos e logo depois sentamos em uma cadeira perto da janela para tomar a cerveja e aproveitar o visual. Cerveja tomada fomos para o último andar ter uma vista parcial de Dublin.
Acabado a visita viemos para casa onde logo chegou o Tadeu e a Enila. A Enila que tentou por que tentou levar meu irmão para a Diceys mas eu como bom irmão não deixei ele ir para essa furada né.
Resolvi sentar e começar algumas coisas para a viagem de sexta feira.
Agora vou indo postar o texto, tomar banho e deitar para dormir.
Valew
Igor Reis Moreira Mathias
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A Saga de Dublin – Voltando a Howth
Mais um dia de calor na Irlanda e a primeira vez que vou de bermuda e camiseta para a aula.
Os planos hoje eram de ir a Howth, comer fish and chips, andar nos Cliffs e ver as focas. Ir a Malahide ver o castelo e dar um pulo em Dun Laoghaire. Mas como meu irmão estava um pouco destruído e eu também, acabamos nos limitando a ir a Howth, comer fish and chips e ver as focas só.
E lá fomos nós após a aula pegar o Dart e partir para lá. No meio do caminho fui escrevendo e logo logo estava dormindo no trem.
Chegamos na cidade, compramos umas cocas, fomos ao take away e pegamos nosso almoço. Lascas de Cod, uma peixe daqui, com batata frita e molho tártaro, experimentando o que muitos dizem ser o melhor fish and chips irlandês.
Após o almoço fomos andar pelo píer e observar as focas, mas como o ser humano é um animal desprovido de inteligência, os barcos pesqueiros tinham liberado óleo por ali e as focas estavam ficando um pouco mais longe do que o habitual por aqui.
Assim vimos algumas delas, tiramos fotos, conversamos e resolvemos voltar. Já em Dublin, na Grafton, encontramos a Paula e viemos em casa ver algumas coisas.
Sentamos conversamos, falei com minha mãe, minha irmã, tomei banho e resolvi ir fazer a janta.
Enquanto a água do macarrão esquentava liguei para Barra do Piraí para falar com meu avô que operou e ninguém do Brasil contou para mim ou para meu irmão para que não ficássemos preocupados. Mas ainda bem que deu tudo certo. Conversei com ele por telefone, falei com minha vó e meu tio e tudo parece estar bem. O homem é forte, saiu antes do esperado do hospital e se recupera como uma bala.
Agora estou eu aqui, colocando o blog em dia, depois de escrever esse que é o terceiro texto ainda penso em escrever um texto como os de antigamente e não somente esses contando minha saga na maravilhosa Dublin.
Portanto por aqui me despeço. Afinal acho que amanhã vou a fábrica da Guinness com meu irmão.
Aquele abraço!
Igor Reis Moreira Mathias
Os planos hoje eram de ir a Howth, comer fish and chips, andar nos Cliffs e ver as focas. Ir a Malahide ver o castelo e dar um pulo em Dun Laoghaire. Mas como meu irmão estava um pouco destruído e eu também, acabamos nos limitando a ir a Howth, comer fish and chips e ver as focas só.
E lá fomos nós após a aula pegar o Dart e partir para lá. No meio do caminho fui escrevendo e logo logo estava dormindo no trem.
Chegamos na cidade, compramos umas cocas, fomos ao take away e pegamos nosso almoço. Lascas de Cod, uma peixe daqui, com batata frita e molho tártaro, experimentando o que muitos dizem ser o melhor fish and chips irlandês.
Após o almoço fomos andar pelo píer e observar as focas, mas como o ser humano é um animal desprovido de inteligência, os barcos pesqueiros tinham liberado óleo por ali e as focas estavam ficando um pouco mais longe do que o habitual por aqui.
Assim vimos algumas delas, tiramos fotos, conversamos e resolvemos voltar. Já em Dublin, na Grafton, encontramos a Paula e viemos em casa ver algumas coisas.
Sentamos conversamos, falei com minha mãe, minha irmã, tomei banho e resolvi ir fazer a janta.
Enquanto a água do macarrão esquentava liguei para Barra do Piraí para falar com meu avô que operou e ninguém do Brasil contou para mim ou para meu irmão para que não ficássemos preocupados. Mas ainda bem que deu tudo certo. Conversei com ele por telefone, falei com minha vó e meu tio e tudo parece estar bem. O homem é forte, saiu antes do esperado do hospital e se recupera como uma bala.
Agora estou eu aqui, colocando o blog em dia, depois de escrever esse que é o terceiro texto ainda penso em escrever um texto como os de antigamente e não somente esses contando minha saga na maravilhosa Dublin.
Portanto por aqui me despeço. Afinal acho que amanhã vou a fábrica da Guinness com meu irmão.
Aquele abraço!
Igor Reis Moreira Mathias
A Saga de Dublin – Phoenix Park
Hoje o dia começou bem, com direito a solzão e céu limpinho. Assim logo cedo já mandei mensagem para a galera e fui com meu irmão para o Phoenix Park.
Lá foram então, eu, Iago, Enila e Paula ver o tão falado parque de Dublin. Tentamos locar bicicleta, mas perto da Crist Church não era aceito cartão de crédito para a locação e na Thomas não haviam bikes disponíveis para locação.
Resolvemos ir a pé, afinal não parecia ser tão longe assim. E não foi, uns 30 minutos depois já estávamos chegando no parque. Na porta encontramos a Natasha que estava com a bike dela, tentamos locar algumas para nós na entrada do parque mas não havia nenhuma disponível. Fomos então entrando a pé e procurando um lugar para ficar. Logo foi possível ver o obelisco que lá se encontra e a galera que estava deitada por lá perto.
Chegamos, compramos um sorvete, sentamos na grama e ficamos. Não éramos os únicos, como eu já disse, o parque estava lotado e haviam várias pessoas tomando sol por lá. Como um grupo de pessoas jogando capoeira, coisa que atraiu a Enila e o Iago.
E lá se foram os dois jogar capoeira, logo logo virou roda de samba e quando vimos lá estavam eles dançando forró com o pessoal e tocando pandeiro. Eles ficaram um tempo lá e depois voltaram. Sentaram conosco, fizemos um lanche e logo depois fui jogar com o Iago.
Ficamos arremessando a miniatura de bola um para o outro tentando aumentar a distância enquanto as meninas davam uma descansada. Logo depois eu deitei e foi a vez da Enila ir jogar com o Iago.
Já eram umas 5 e pouca resolvemos vir para casa, afinal teria jogo do Brasil e eu queria fazer uma janta diferente aqui.
Passamos no mercado, fizemos as compras semanais, compramos uns extras e viemos fazer o jantar. Logo a Enila e a Natasha se foram para enviar uns currículos em um pub aqui e nós ficamos para o jantar. Enquanto a Paula preparava a salada, eu fazia o porco e o arroz a piamontese.
Jantar pronto fomos comer. No meio da janta ouvi uns barulhos estranhos mas não dei muita confiança. Logo depois chega a Natasha aqui em casa. Ela havia saído e deixado a bicicleta trancada em um poste na frente do prédio, mas quando voltou alguém tinha roubado a bike dela. Suspeito eu que foi naquele barulho durante o jantar que não demos a devida atenção, até porque não sabíamos que a bike estava ali, para nós ela havia levado a magrela com ela.
Superado o problema fomos dormir, afinal havia comido igual um louco e estava bem cansado também.
Amanhã é dia de dar um role com meu irmão por aí.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
Lá foram então, eu, Iago, Enila e Paula ver o tão falado parque de Dublin. Tentamos locar bicicleta, mas perto da Crist Church não era aceito cartão de crédito para a locação e na Thomas não haviam bikes disponíveis para locação.
Resolvemos ir a pé, afinal não parecia ser tão longe assim. E não foi, uns 30 minutos depois já estávamos chegando no parque. Na porta encontramos a Natasha que estava com a bike dela, tentamos locar algumas para nós na entrada do parque mas não havia nenhuma disponível. Fomos então entrando a pé e procurando um lugar para ficar. Logo foi possível ver o obelisco que lá se encontra e a galera que estava deitada por lá perto.
Chegamos, compramos um sorvete, sentamos na grama e ficamos. Não éramos os únicos, como eu já disse, o parque estava lotado e haviam várias pessoas tomando sol por lá. Como um grupo de pessoas jogando capoeira, coisa que atraiu a Enila e o Iago.
E lá se foram os dois jogar capoeira, logo logo virou roda de samba e quando vimos lá estavam eles dançando forró com o pessoal e tocando pandeiro. Eles ficaram um tempo lá e depois voltaram. Sentaram conosco, fizemos um lanche e logo depois fui jogar com o Iago.
Ficamos arremessando a miniatura de bola um para o outro tentando aumentar a distância enquanto as meninas davam uma descansada. Logo depois eu deitei e foi a vez da Enila ir jogar com o Iago.
Já eram umas 5 e pouca resolvemos vir para casa, afinal teria jogo do Brasil e eu queria fazer uma janta diferente aqui.
Passamos no mercado, fizemos as compras semanais, compramos uns extras e viemos fazer o jantar. Logo a Enila e a Natasha se foram para enviar uns currículos em um pub aqui e nós ficamos para o jantar. Enquanto a Paula preparava a salada, eu fazia o porco e o arroz a piamontese.
Jantar pronto fomos comer. No meio da janta ouvi uns barulhos estranhos mas não dei muita confiança. Logo depois chega a Natasha aqui em casa. Ela havia saído e deixado a bicicleta trancada em um poste na frente do prédio, mas quando voltou alguém tinha roubado a bike dela. Suspeito eu que foi naquele barulho durante o jantar que não demos a devida atenção, até porque não sabíamos que a bike estava ali, para nós ela havia levado a magrela com ela.
Superado o problema fomos dormir, afinal havia comido igual um louco e estava bem cansado também.
Amanhã é dia de dar um role com meu irmão por aí.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
A Saga de Dublin – Londres Again
Com a chegada do meu irmão havia uma necessidade que devia ser suprida. Essa necessidade se tratava de ir a Londres, a capital da Europa.
E assim foi, acordamos 4 e poquinha da manhã, nos atrasamos para o táxi que chegou aqui as 5 e ficamos mofando maior tempão no aeroporto.
Pegamos nosso flying bus, mais conhecido como Ryanair e fomos embora. Chegamos na hora, pegamos o trem, fomos para o hostel, deixamos as coisas e fomos almoçar. Paramos em um lugar próximo ao hostel, Iago comeu um hambúrguer de frango, Tadeu um kebab e eu fui de café inglês completo.
Barriga cheia era hora de ir para as atrações. E como da outra vez resolvi começar pela Madame Tussauds, só com uma diferença, uma fila gigantesca dessa vez. Ficamos na fila, rimos um pouco e na entrada já era possível notar a diferença, dessa vez a estátua do Jim Carrey estava na fila do museu de cera. Fomos entrando, notando outras diferenças, novas estátuas e fui guiando a molecada. De frente para uma das estátuas havia uma mulher com pose de que estaria tirando uma foto. E lá ela ficou por um tempo, até que nós notamos que era uma estátua e resolvemos tirar foto com ela também.
Fomos andando pelo museu, que estava basicamente o mesmo, até a hora que chegamos na parte dos atletas. Nessa parte eu resolvi jogar um jogo de corrida de carro, Iago e Tadeu resolveram aumentar o placar do Brasil na contagem de acertos de um outro jogo lá e assim ficamos. Descemos fomos para a parte dos sustos, que nem da tanto susto assim, passamos pela parte de onde conta mais ou menos a história de Londres e enfim a saída.
De lá partimos de metro para a Abbey Road, que apesar de ser somente uma rua qualquer, lá fomos nós tirar aquela fotinho atravessando a rua novamente. Da Abbey o Tadeu foi para o hostel, pois ia no show do Sepultura, e eu e Iago fomos para o Hyde Park andar de bike.
No Hyde Park alugamos duas bikes, após um grande esforço para fazer a máquina operar normalmente e liberar a senha para pegarmos uma bicicleta. Andamos de bicicleta, infringimos algumas regras do lugar, andando por onde não se pode andar, e mostrei o lugar para meu irmão, que acabou adorando.
Do Hyde Park tiramos umas fotos no Wellington Arch pegamos o metro e fomos para o hostel. Depois de um dia cansativo tudo que eu queria era deitar e dormir. Chegamos lá, compramos as coisas para comer no mercado, botamos no microondas, conhecemos uns brasileiros, conversamos, tomamos banho e empacotamos.
No dia seguinte 6 e pouca da manhã o Iago me acorda falando que o celular havia despertado, voltei a dormir, ele também e as 8 e alguma coisa realmente acordamos e levantamos para o nosso segundo dia em Londres.
No segundo dia fomos em rumo a Tower Bridge que fica ao lado do hostel, fizemos a ponte, a zona perto dela e seguimos para a Tower of London. Nessa não íamos entrar, pois o ingresso não era tão barato, mas ligamos o ctrl F e entramos. Da outra vez que eu havia estado em Londres eu não tinha feito tal lugar, mas ainda bem que tive a oportunidade de voltar uma segunda vez.
A Tower of London é simplesmente um dos lugares mais maneiros para se visitar em Londres, um castelo de 1070, que já foi a moradia real e hoje é um museu que conta a história do lugar, traz uma exposição de armaduras reais, coroas de antigos reis e as jóias reais.
Depois de umas 3 horas dentro do castelo, voltamos para o hostel, pois a nossa câmera tinha acabado a bateria e o celular/câmera do Tadeu também. Voltamos colocamos as cosias para carregar e partimos para almoçar, no próprio hostel, uma daquelas refeições congeladas.
Almoço comido, baterias recarregadas, partimos para o centro de Londres, indo ver a London Eye, que ninguém quis subir, o Sea Life e depois deste o Big Ben, as casas do parlamento, Westminster Abbey, National Gallery e Piccadilly Circus.
No Sea Life, desta vez eu tive uma aula de biologia, com meu irmão me falando mais sobre os animais e plantas do lugar. Na National Gallery desta vez vimos de Van Gogh, Monet, Manet, Rembrant, Caravaggio e dessa vez Leonardo da Vinci também. Pena estar ocorrendo um evento do Canáda na Trafalgar Square o que acabou atrapalhando que os meninos vissem a praça como ela realmente é e impossibilitando boas fotos.
De lá partimos para a Piccadilly Circus, onde choramos e barganhamos em todas as lojinhas de presentes até achar uma que fizesse um bom preço nas nossas bandeirinhas. Depois mortos de cansaço partimos para casa. Eu jantei conversei um pouco com os brasileiros e parti para cama, Iago e Tadeu ainda preferiram ficar um pouco no pub do hostel para tomar umas cervejas.
Acordei no dia seguinte, que era o último e já fui apressando a galera, afinal tínhamos três museus e o palácio de Buckingham. Primeiro fomos ao Museu Imperial de Guerra. Combinamos de nos encontrar as 11 e meia na porta para irmos para a troca da guarda, mas eram meio dia e ainda estávamos lá. Eu e Iago procuramos o Tadeu mas nada de achar, deixamos ele para traz, isso depois de meia hora correndo dentro do museu, e fomos para o palácio. Chegando lá o Tadeu nos ligou e combinamos de encontrá-lo no metro do Green Park.
Enquanto o Tadeu viajava no tube, eu e Iago tiramos uma fotos e apreciamos a vista do palácio. Até o Tadeu ligar e irmos encontrá-lo para irmos ao Museu de História Natural.
Esse último eu também não havia feito a última vez que estive em Londres, portanto era tudo novo e bem interessante. Mais interessante foi quando vi algumas espécies que já foram extintas por conta da ação do homem e fiquei muito triste de saber que não teremos mais a oportunidade de ver tais graciosas aves por aí. Vimos também a exposição de pedras e minerais dentro do museu, uma coisa mais maneira que a outra, com formatos e formações mais loucas e interessantes.
Saímos do museu com a intenção de ainda ver o British Museum, mas por estarmos com o relógio um pouco avançado resolvemos ir para o hostel, recolher as coisas, almoçar, tomar uma cerveja e vir para casa.
Fizemos tudo isso e na volta ainda encontrei um velhinho muito gente boa no trem. O velhinho que parecia ter uns 80 anos, havia nascido na Hungria, mas tinha passaporte americano e vivia atualmente nas redondezas de Londres. Muita pena ver um senhor daquela idade sozinho por ai e ainda dizendo que mora em um quarto mas que nesse quarto tem uma boa cozinha, que da próxima vez eu deveria ir lá jantar com ele. Mas o mais interessante é que ele me afirmou que quando morresse ele iria para o céu, que lá é muito lindo e que essa já é a segunda vida dele. No geral foi isso que entendi, afinal demorava um pouco para entender o accent difícil e voz já debilitada do senhor.
Chegamos no Luton, pegamos nosso vôo e viemos para Dublin. Rapidamente aqui estávamos já descendo do avião e partindo para casa. Afinal tudo que eu queria era minha cama para descansar.
Semana que vem tem mais.
See ya
Igor Reis Moreira Mathias
E assim foi, acordamos 4 e poquinha da manhã, nos atrasamos para o táxi que chegou aqui as 5 e ficamos mofando maior tempão no aeroporto.
Pegamos nosso flying bus, mais conhecido como Ryanair e fomos embora. Chegamos na hora, pegamos o trem, fomos para o hostel, deixamos as coisas e fomos almoçar. Paramos em um lugar próximo ao hostel, Iago comeu um hambúrguer de frango, Tadeu um kebab e eu fui de café inglês completo.
Barriga cheia era hora de ir para as atrações. E como da outra vez resolvi começar pela Madame Tussauds, só com uma diferença, uma fila gigantesca dessa vez. Ficamos na fila, rimos um pouco e na entrada já era possível notar a diferença, dessa vez a estátua do Jim Carrey estava na fila do museu de cera. Fomos entrando, notando outras diferenças, novas estátuas e fui guiando a molecada. De frente para uma das estátuas havia uma mulher com pose de que estaria tirando uma foto. E lá ela ficou por um tempo, até que nós notamos que era uma estátua e resolvemos tirar foto com ela também.
Fomos andando pelo museu, que estava basicamente o mesmo, até a hora que chegamos na parte dos atletas. Nessa parte eu resolvi jogar um jogo de corrida de carro, Iago e Tadeu resolveram aumentar o placar do Brasil na contagem de acertos de um outro jogo lá e assim ficamos. Descemos fomos para a parte dos sustos, que nem da tanto susto assim, passamos pela parte de onde conta mais ou menos a história de Londres e enfim a saída.
De lá partimos de metro para a Abbey Road, que apesar de ser somente uma rua qualquer, lá fomos nós tirar aquela fotinho atravessando a rua novamente. Da Abbey o Tadeu foi para o hostel, pois ia no show do Sepultura, e eu e Iago fomos para o Hyde Park andar de bike.
No Hyde Park alugamos duas bikes, após um grande esforço para fazer a máquina operar normalmente e liberar a senha para pegarmos uma bicicleta. Andamos de bicicleta, infringimos algumas regras do lugar, andando por onde não se pode andar, e mostrei o lugar para meu irmão, que acabou adorando.
Do Hyde Park tiramos umas fotos no Wellington Arch pegamos o metro e fomos para o hostel. Depois de um dia cansativo tudo que eu queria era deitar e dormir. Chegamos lá, compramos as coisas para comer no mercado, botamos no microondas, conhecemos uns brasileiros, conversamos, tomamos banho e empacotamos.
No dia seguinte 6 e pouca da manhã o Iago me acorda falando que o celular havia despertado, voltei a dormir, ele também e as 8 e alguma coisa realmente acordamos e levantamos para o nosso segundo dia em Londres.
No segundo dia fomos em rumo a Tower Bridge que fica ao lado do hostel, fizemos a ponte, a zona perto dela e seguimos para a Tower of London. Nessa não íamos entrar, pois o ingresso não era tão barato, mas ligamos o ctrl F e entramos. Da outra vez que eu havia estado em Londres eu não tinha feito tal lugar, mas ainda bem que tive a oportunidade de voltar uma segunda vez.
A Tower of London é simplesmente um dos lugares mais maneiros para se visitar em Londres, um castelo de 1070, que já foi a moradia real e hoje é um museu que conta a história do lugar, traz uma exposição de armaduras reais, coroas de antigos reis e as jóias reais.
Depois de umas 3 horas dentro do castelo, voltamos para o hostel, pois a nossa câmera tinha acabado a bateria e o celular/câmera do Tadeu também. Voltamos colocamos as cosias para carregar e partimos para almoçar, no próprio hostel, uma daquelas refeições congeladas.
Almoço comido, baterias recarregadas, partimos para o centro de Londres, indo ver a London Eye, que ninguém quis subir, o Sea Life e depois deste o Big Ben, as casas do parlamento, Westminster Abbey, National Gallery e Piccadilly Circus.
No Sea Life, desta vez eu tive uma aula de biologia, com meu irmão me falando mais sobre os animais e plantas do lugar. Na National Gallery desta vez vimos de Van Gogh, Monet, Manet, Rembrant, Caravaggio e dessa vez Leonardo da Vinci também. Pena estar ocorrendo um evento do Canáda na Trafalgar Square o que acabou atrapalhando que os meninos vissem a praça como ela realmente é e impossibilitando boas fotos.
De lá partimos para a Piccadilly Circus, onde choramos e barganhamos em todas as lojinhas de presentes até achar uma que fizesse um bom preço nas nossas bandeirinhas. Depois mortos de cansaço partimos para casa. Eu jantei conversei um pouco com os brasileiros e parti para cama, Iago e Tadeu ainda preferiram ficar um pouco no pub do hostel para tomar umas cervejas.
Acordei no dia seguinte, que era o último e já fui apressando a galera, afinal tínhamos três museus e o palácio de Buckingham. Primeiro fomos ao Museu Imperial de Guerra. Combinamos de nos encontrar as 11 e meia na porta para irmos para a troca da guarda, mas eram meio dia e ainda estávamos lá. Eu e Iago procuramos o Tadeu mas nada de achar, deixamos ele para traz, isso depois de meia hora correndo dentro do museu, e fomos para o palácio. Chegando lá o Tadeu nos ligou e combinamos de encontrá-lo no metro do Green Park.
Enquanto o Tadeu viajava no tube, eu e Iago tiramos uma fotos e apreciamos a vista do palácio. Até o Tadeu ligar e irmos encontrá-lo para irmos ao Museu de História Natural.
Esse último eu também não havia feito a última vez que estive em Londres, portanto era tudo novo e bem interessante. Mais interessante foi quando vi algumas espécies que já foram extintas por conta da ação do homem e fiquei muito triste de saber que não teremos mais a oportunidade de ver tais graciosas aves por aí. Vimos também a exposição de pedras e minerais dentro do museu, uma coisa mais maneira que a outra, com formatos e formações mais loucas e interessantes.
Saímos do museu com a intenção de ainda ver o British Museum, mas por estarmos com o relógio um pouco avançado resolvemos ir para o hostel, recolher as coisas, almoçar, tomar uma cerveja e vir para casa.
Fizemos tudo isso e na volta ainda encontrei um velhinho muito gente boa no trem. O velhinho que parecia ter uns 80 anos, havia nascido na Hungria, mas tinha passaporte americano e vivia atualmente nas redondezas de Londres. Muita pena ver um senhor daquela idade sozinho por ai e ainda dizendo que mora em um quarto mas que nesse quarto tem uma boa cozinha, que da próxima vez eu deveria ir lá jantar com ele. Mas o mais interessante é que ele me afirmou que quando morresse ele iria para o céu, que lá é muito lindo e que essa já é a segunda vida dele. No geral foi isso que entendi, afinal demorava um pouco para entender o accent difícil e voz já debilitada do senhor.
Chegamos no Luton, pegamos nosso vôo e viemos para Dublin. Rapidamente aqui estávamos já descendo do avião e partindo para casa. Afinal tudo que eu queria era minha cama para descansar.
Semana que vem tem mais.
See ya
Igor Reis Moreira Mathias
domingo, 3 de julho de 2011
A Saga de Dublin – Chegada do Meu Irmão e o Seu Primeiro Dia em Dublin
Dia comum, indo para escola, voltando para casa, dando uma descansada, mas tudo a espera de notícias do meu irmão. O coitado já tinha enfrentado um atraso de 5 horas no vôo saindo do Rio e mais trocentos na França.
Fiquei o dia na espera e quando eram umas 7 e meia fui para o aeroporto. Indo para o aeroporto aqui de ônibus é uma longa jornada, ainda mais que parece que o ônibus para em todos os pontos até lá.
Cheguei no aeroporto atrasado, ou pelo menos parecia estar atrasado, pois quando olhei os horários de chegada dos aviões notei que meu irmão estava mais uma vez atrasado, dessa vez mais 2 horas atrasado. Mas melhorou, pois o vôo que marcava as 21:40, acabou chegando as 21:15.
Após toda a explicação para a imigração e para a espécie de receita federal daqui, explicando o porque das cachaças, toddy, canjiquinha, creme de leite, camisinha e outros vários produtos brasileiros.
Logo logo ele chegou e nós entramos no táxi com mais duas irmãs, uma que veio no mesmo vôo que ele, e uma outra que também mora em Dublin, perto da minha casa e já morou com um cara que morou comigo, mundo pequeno mesmo.
Viemos para casa, jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordei fui para a escola e deixei o mapa da cidade e tudo mais preparado para o Iago. Combinei de nos encontrarmos na minha escola e lá o encontrei ao fim da aula.
Saí de lá e fomos almoçar, eu, Iago, Bruno, Victor, Letícia, Paula e Enila no D-Two. De lá partimos para mostrar ao Iago alguns pontos da cidade.
Fomos a Grafton e lá mostrei algumas lojas. Foi lá que ele comprou o chip da Vodafone também. Fomos ao shopping em uma espécie de outlet onde o Iago comprou algumas camisas, e de lá partimos para a National Gallery, ver Van Gogh, Monet e Caravaggio. De lá fomos ao Museu de História Natural, ou Dead Zoo por conta da sua coleção de animais empalhados, e ao fechar o museu fomos para o Merrion Square vê um pouco de um dos parques de Dublin.
De lá vim para casa com o pessoal para fazer pastel. No meio do caminho paramos na Dunnes e fomos comprar os recheios. Meia horinha parados lá e chegamos finalmente em casa. Preparamos pastel para a galera, de carne, pizza e um especial de queijo e milho para mim, e fomos matar um pouco das saudades do Brasil. Ainda bem que minha mãe mandou pelo meu irmão as massas, pois aqui em Dublin é meio caro.
Fim do pastel pessoal foi para suas casas e eu fui arrumar as malas com o Tadeu e o Iago, afinal amanhã estou indo para Londres novamente, mas dessa vez para mostrar a eles um pouco do que vi quando estive lá.
Fuis
Igor Reis Moreira Mathias
Fiquei o dia na espera e quando eram umas 7 e meia fui para o aeroporto. Indo para o aeroporto aqui de ônibus é uma longa jornada, ainda mais que parece que o ônibus para em todos os pontos até lá.
Cheguei no aeroporto atrasado, ou pelo menos parecia estar atrasado, pois quando olhei os horários de chegada dos aviões notei que meu irmão estava mais uma vez atrasado, dessa vez mais 2 horas atrasado. Mas melhorou, pois o vôo que marcava as 21:40, acabou chegando as 21:15.
Após toda a explicação para a imigração e para a espécie de receita federal daqui, explicando o porque das cachaças, toddy, canjiquinha, creme de leite, camisinha e outros vários produtos brasileiros.
Logo logo ele chegou e nós entramos no táxi com mais duas irmãs, uma que veio no mesmo vôo que ele, e uma outra que também mora em Dublin, perto da minha casa e já morou com um cara que morou comigo, mundo pequeno mesmo.
Viemos para casa, jantamos e fomos dormir.
No dia seguinte acordei fui para a escola e deixei o mapa da cidade e tudo mais preparado para o Iago. Combinei de nos encontrarmos na minha escola e lá o encontrei ao fim da aula.
Saí de lá e fomos almoçar, eu, Iago, Bruno, Victor, Letícia, Paula e Enila no D-Two. De lá partimos para mostrar ao Iago alguns pontos da cidade.
Fomos a Grafton e lá mostrei algumas lojas. Foi lá que ele comprou o chip da Vodafone também. Fomos ao shopping em uma espécie de outlet onde o Iago comprou algumas camisas, e de lá partimos para a National Gallery, ver Van Gogh, Monet e Caravaggio. De lá fomos ao Museu de História Natural, ou Dead Zoo por conta da sua coleção de animais empalhados, e ao fechar o museu fomos para o Merrion Square vê um pouco de um dos parques de Dublin.
De lá vim para casa com o pessoal para fazer pastel. No meio do caminho paramos na Dunnes e fomos comprar os recheios. Meia horinha parados lá e chegamos finalmente em casa. Preparamos pastel para a galera, de carne, pizza e um especial de queijo e milho para mim, e fomos matar um pouco das saudades do Brasil. Ainda bem que minha mãe mandou pelo meu irmão as massas, pois aqui em Dublin é meio caro.
Fim do pastel pessoal foi para suas casas e eu fui arrumar as malas com o Tadeu e o Iago, afinal amanhã estou indo para Londres novamente, mas dessa vez para mostrar a eles um pouco do que vi quando estive lá.
Fuis
Igor Reis Moreira Mathias
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