É lindo ver o país em época de copa, ruas enfeitadas, bandeiras hasteadas nas casas, o povo trajando o seu uniforme verde e amarelo por todos os lugares. Mas ai copa acaba, as ruas perdem seus coloridos, as casas perdem suas bandeiras e o verde e amarelo da lugar ao habitual cinza do dia a dia.
O que aconteceu? O Brasil deixou de ser Brasil?
Parece que sim, parece que somos brasileiros somente 1mês a cada 4 anos. Nos outros 3 anos e 11 meses somos apenas hipócritas reclamões, que só reclamam e nada fazem para mudar o resultado final e o futuro de nosso país.
Reclamamos do tráfico, mas comemos maconha e dissolvemos cocaína no Toddynho da criançada. Reclamamos do tráfico, mas compramos armamento raspado para “ter segurança” em casa. Reclamamos que a polícia é corrupta, mas vivemos pagando aquele “cafézinho”.
Reclamamos dos políticos, mas elegemos qualquer um. Achamos legal votar no deputado engraçado. Reclamamos que não conhecemos outros candidatos, mas não vemos horário político, talvez seja melhor assistir o Justin Bibier no Multishow, via gato net, a qual sustenta milícias e poderes paralelos.
Reclamamos da falta de estrutura de escolas e hospitais, mas quebramos carteiras, pichamos muros e roubamos assentos sanitários. Reclamamos da falta de estrutura, mas sonegamos impostos, compramos sem exigir nota fiscal, compramos produtos piratas e baixamos música na internet.
Chegamos ao ponto que elegeremos Tiririca deputado, criar bonificações para policiais que não são corruptos e ter que escutar o Marcola, líder do PCC, dizer que “o tráfico é uma multinacional que ninguém consegue falir”.
E ai será que tem jeito?
Tem sim, a começar pelo tráfico, sem clientes doutor Marcola, não há venda de produtos, sem venda de produtos, não há receita, sem receita, vocês falirão.
Vamos vestir a camisa do Brasil, ser brasileiro 24h por dia todos os dias da semana. Vamos ser o país de 180 milhões de treinadores, vamos procurar escalar direito nossa seleção de políticos. No futebol derrubamos técnicos, vamos a estádio vaiar, vamos a sede cobrar. Mas fora isso o brasileiro só sabe reclamar em casa e com os amigos.
Para mudar o Brasil é fácil. Mude você mesmo. Sejamos patriotas e amemos nosso país Sejamos Brasileiros. Pense no futuro e também nos outros antes de fazer qualquer coisa. Cobre dos políticos, não eleja ladrões, se informe antes de votar, não troque voto por palhaçada na TV, para isso temos circo. Pare de dar a “cervejinha”, não depedre patrimônio público, ele pertence a todos nós, cuide de sua escola. E não use drogas, a maconha de hoje pode ser sua bala perdida de amanhã.
Igor Reis Moreira Mathias
Um blog que traz idéias, visões, pontos de vista, sobre alguns assuntos que compõem nosso dia-a-dia e que são escritos em alguns dos meus Momentos de Devaneio.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O Sexo
Primeiramente gostaria de esclarecer aos leitores que venho falar sobre o sexo, e não o ato de fazer amor, mesmo sem ser um grande entendedor ou até mesmo aquele “comedor”, resolvi com base em minhas experiências e conversas falar sobre este tema que encanta e agrada muitas pessoas. Afinal meus amigos falam que eu só sei falar disso.
Sexo é aquele momento em que o tesão toma conta do corpo e você transa, transa, transa e sai todo suado. Se antes da transa tiver havido um consumo acima do normal de álcool então, nem se fale, além da sensação de estar no cio ser maior, a sensibilidade no amigão lá em baixo diminui e você fica lá por mais do que aqueles habituais 5 minutos de concentração. Mas como diriam meus amigos, “goza e continua, deixa ele meio bobão lá, mas deixa lá.”
Se engana a mulher que acha que o homem transa sem tensão, leiam bem TENSÃO e não TESÃO. Quer coisa mais tensa do que o medo de brochar ou então ela achar seu pinto pequeno? Rapaz se você da um mole desses nunca vai transar com nenhuma amiga dela. Minha dica aos companheiros do pinto pequeno, NUNCA, JAMAIS, tome café quente. Tomar café quente queima dos dedos e a língua, assim você ficará deficiente e com 66% de sua capacidade sexual afetada.
Voltando ao sexo, os peitos são uma “delicatessen”, tão boas que já vem dois de fábrica. Bocas, existem coisas mais belas do que bocas? Aquele sorriso, aquela cara. Ai ai. Há os adoradores do Kama Sutra, que querem fazer sexo de tudo quanto é posição, mas também há os adoradores do Tantra, que podem, ou fingem poder, ficar lá transando por horas a fio. Mas por falar em posição, coisa chata esse tal de papai e mamãe né, quando se faz amor, sim uma delícia, mas para fazer sexo?! Tenso!
“Na chuva, na rua, na fazenda, ou numa casinha de sapê”, há quem goste de praticar sexo nos lugares mais loucos. Há os que gostem de Cicarelear, e faze sexo dentro dágua na praia, os que são loucos por automóvel e fazem dentro, no porta malas, na caçamba, no capú. Cabe ai a criatividade de cada um.
Há os que gostem também de fazer do sexo um ringue de Luta Livre, onde vale puxão de cabelo, tapa na cara, chicote, só falta algum voyer surgir e dar uma cadeirada no outro. Sem falar na galera que curte o sexo do tipo jogo de futebol, 11 contra 11, sem ser marcação individual. Mas pensando bem, 11 contra 11 é mais justo que 5 contra 1.
E a capital da Coréia do Sul, SEUL. Há quem goste de brincar por lá, mas é nojento mandar o guerreiro pra batalha e ele voltar todo cheio de lama né amigos. Sem contar que brincar no Seul só é bom pra contar pros amigos, até porque depois da brincadeira, mulher nenhuma em sã consciência praticaria um oral em você né. E por falar em SEUL, quer fazer fio terra vai trabalhar na Ligth, meu Seul é meu e ninguém põe o dedo. Ou seja quer comer Seul, liga pra um viado. Até porque já diria meu amigo, “vale tudo só não vale dar o ...”
Repito que muitas das coisas citadas não valem quando o que rola é fazer amor. Agora muitos devem estar pensado, que viagem de escrever isso. Mas não, como “escritor” tenho o dever de falar o que ta na boca do povo, e esse assunto as vezes literalmente se encontra lá. Já diria Mr Catra “um boquete é um boquete”. Quase todo mundo faz e vive a hipocrisia de fingir que não, a sociedade faz, mas condena quem pratica.
Igor Reis Moreira Mathias
Sexo é aquele momento em que o tesão toma conta do corpo e você transa, transa, transa e sai todo suado. Se antes da transa tiver havido um consumo acima do normal de álcool então, nem se fale, além da sensação de estar no cio ser maior, a sensibilidade no amigão lá em baixo diminui e você fica lá por mais do que aqueles habituais 5 minutos de concentração. Mas como diriam meus amigos, “goza e continua, deixa ele meio bobão lá, mas deixa lá.”
Se engana a mulher que acha que o homem transa sem tensão, leiam bem TENSÃO e não TESÃO. Quer coisa mais tensa do que o medo de brochar ou então ela achar seu pinto pequeno? Rapaz se você da um mole desses nunca vai transar com nenhuma amiga dela. Minha dica aos companheiros do pinto pequeno, NUNCA, JAMAIS, tome café quente. Tomar café quente queima dos dedos e a língua, assim você ficará deficiente e com 66% de sua capacidade sexual afetada.
Voltando ao sexo, os peitos são uma “delicatessen”, tão boas que já vem dois de fábrica. Bocas, existem coisas mais belas do que bocas? Aquele sorriso, aquela cara. Ai ai. Há os adoradores do Kama Sutra, que querem fazer sexo de tudo quanto é posição, mas também há os adoradores do Tantra, que podem, ou fingem poder, ficar lá transando por horas a fio. Mas por falar em posição, coisa chata esse tal de papai e mamãe né, quando se faz amor, sim uma delícia, mas para fazer sexo?! Tenso!
“Na chuva, na rua, na fazenda, ou numa casinha de sapê”, há quem goste de praticar sexo nos lugares mais loucos. Há os que gostem de Cicarelear, e faze sexo dentro dágua na praia, os que são loucos por automóvel e fazem dentro, no porta malas, na caçamba, no capú. Cabe ai a criatividade de cada um.
Há os que gostem também de fazer do sexo um ringue de Luta Livre, onde vale puxão de cabelo, tapa na cara, chicote, só falta algum voyer surgir e dar uma cadeirada no outro. Sem falar na galera que curte o sexo do tipo jogo de futebol, 11 contra 11, sem ser marcação individual. Mas pensando bem, 11 contra 11 é mais justo que 5 contra 1.
E a capital da Coréia do Sul, SEUL. Há quem goste de brincar por lá, mas é nojento mandar o guerreiro pra batalha e ele voltar todo cheio de lama né amigos. Sem contar que brincar no Seul só é bom pra contar pros amigos, até porque depois da brincadeira, mulher nenhuma em sã consciência praticaria um oral em você né. E por falar em SEUL, quer fazer fio terra vai trabalhar na Ligth, meu Seul é meu e ninguém põe o dedo. Ou seja quer comer Seul, liga pra um viado. Até porque já diria meu amigo, “vale tudo só não vale dar o ...”
Repito que muitas das coisas citadas não valem quando o que rola é fazer amor. Agora muitos devem estar pensado, que viagem de escrever isso. Mas não, como “escritor” tenho o dever de falar o que ta na boca do povo, e esse assunto as vezes literalmente se encontra lá. Já diria Mr Catra “um boquete é um boquete”. Quase todo mundo faz e vive a hipocrisia de fingir que não, a sociedade faz, mas condena quem pratica.
Igor Reis Moreira Mathias
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Os Dilemas da Vida
Vivemos, mas para que vivemos? Para que levamos esta vida, que para muitos é tida como única e para outros como mais uma oportunidade de melhora.
Observo alguns seres humanos que eu costumo descrever como Seres Biológicos, pois eles simplesmente completam aquele ciclo que estudamos nos primórdios de nossa escola. O ciclo do homem que Nasce, Cresce, Reproduz e Morre. Seria isso justo? Bom a essa pergunta cabe somente a sua resposta, até porque seria muita pretensão deste escritor julgar o que é certo ou errado.
Vivemos em busca da felicidade. E para isso as vezes trabalhamos, ganhamos dinheiro e o gastamos. Ou simplesmente “fazemos nossa passagem para o espaço sideral”, como diria Martinho, e somos impedidos de desfrutar tudo isso.
Todo homem luta para ser imortal, mas como Einstein já citou, a única forma de nos tornar imortal é deixar algo neste mundo. Quem irá se esquecer do próprio Einstein, Newton, Copérnico, Maquiavél, Da Vinci, Mandela, Gandhi, Chico e, lógico, Jesus Cristo. Impossível, daqui a cem, duzentos, mil anos, essas pessoas ainda serão lembradas. Pelo simples fato de terem vivido, questionado, enfrentado.
Atualmente vivemos em busca do que a sociedade estabelece como padrão, nos matamos para comprar o celular com a melhor câmera mas não temos tempo para ver fotos, queremos uma agenda com mil contatos mas não temos tempo para ligar para os amigos e tomar aquele chopp, sem falar dos joguinhos que nunca vamos jogar.
Vivemos uma vida em que às vezes abandonamos o lar, amigos, familiares, tudo pelo nosso sucesso em uma carreira, pelo maior salário no fim do mês, pelo status de ocupar um grande cargo de uma corporação. Em troca deixamos de ouvir a primeira palavra de um filho, o andar de outro, aquele fim de semana com os pais e até mesmo a final de campeonato de seu time. Mas e ai, no fim o que levaremos disto? Levamos perdas, momentos que não vivemos, pelo quais em troca damos uma vida e que as vezes não é mesmo respeitada.
Nunca vi uma empresa ficar de luto e parar a produção, pois o faxineiro ou até mesmo o diretor geral veio a falecer. Depois do fim de uma vida, outra pessoa simplesmente começa a ocupar o cargo que era de outro antes. O que nos faz pensar que o que importa não são as pessoas e sim as cadeiras que elas sentam.
Viveremos para algo que simplesmente nos tolera enquanto damos resultado. Quando estamos fracos, cansados e esquecidos, somos simplesmente descartados e trocados como uma engrenagem de uma máquina.
O que levaremos desta vida? Eu gostaria de levar momentos felizes, risadas com amigos, encontros com a família, fins de semanas com meus filhos. Momentos. Importantes momentos!
Acho que aproveitarei a vida sem a cobrança de ser o chefão dessa ou daquela empresa, eu vou ser a empresa, vou viver algo meu, tomar minhas decisões. Quero ficar com meus filhos quando eu quiser, sair pra ver meus país na hora que der na telha, viajar com meus amigos quando for melhor pra eles. Fechar as portas quando eu cansar, sair pra dar um volta quando eu bem entender, quero ser livre. Livre o suficiente para deixá-la de lado e ir dar aula, ou simplesmente me dedicar a caridade.
Tantos dilemas, tantas perguntas, uma única certeza: Quero ser feliz e fazer feliz a quem eu amo.
Igor Reis Moreira Mathias
Observo alguns seres humanos que eu costumo descrever como Seres Biológicos, pois eles simplesmente completam aquele ciclo que estudamos nos primórdios de nossa escola. O ciclo do homem que Nasce, Cresce, Reproduz e Morre. Seria isso justo? Bom a essa pergunta cabe somente a sua resposta, até porque seria muita pretensão deste escritor julgar o que é certo ou errado.
Vivemos em busca da felicidade. E para isso as vezes trabalhamos, ganhamos dinheiro e o gastamos. Ou simplesmente “fazemos nossa passagem para o espaço sideral”, como diria Martinho, e somos impedidos de desfrutar tudo isso.
Todo homem luta para ser imortal, mas como Einstein já citou, a única forma de nos tornar imortal é deixar algo neste mundo. Quem irá se esquecer do próprio Einstein, Newton, Copérnico, Maquiavél, Da Vinci, Mandela, Gandhi, Chico e, lógico, Jesus Cristo. Impossível, daqui a cem, duzentos, mil anos, essas pessoas ainda serão lembradas. Pelo simples fato de terem vivido, questionado, enfrentado.
Atualmente vivemos em busca do que a sociedade estabelece como padrão, nos matamos para comprar o celular com a melhor câmera mas não temos tempo para ver fotos, queremos uma agenda com mil contatos mas não temos tempo para ligar para os amigos e tomar aquele chopp, sem falar dos joguinhos que nunca vamos jogar.
Vivemos uma vida em que às vezes abandonamos o lar, amigos, familiares, tudo pelo nosso sucesso em uma carreira, pelo maior salário no fim do mês, pelo status de ocupar um grande cargo de uma corporação. Em troca deixamos de ouvir a primeira palavra de um filho, o andar de outro, aquele fim de semana com os pais e até mesmo a final de campeonato de seu time. Mas e ai, no fim o que levaremos disto? Levamos perdas, momentos que não vivemos, pelo quais em troca damos uma vida e que as vezes não é mesmo respeitada.
Nunca vi uma empresa ficar de luto e parar a produção, pois o faxineiro ou até mesmo o diretor geral veio a falecer. Depois do fim de uma vida, outra pessoa simplesmente começa a ocupar o cargo que era de outro antes. O que nos faz pensar que o que importa não são as pessoas e sim as cadeiras que elas sentam.
Viveremos para algo que simplesmente nos tolera enquanto damos resultado. Quando estamos fracos, cansados e esquecidos, somos simplesmente descartados e trocados como uma engrenagem de uma máquina.
O que levaremos desta vida? Eu gostaria de levar momentos felizes, risadas com amigos, encontros com a família, fins de semanas com meus filhos. Momentos. Importantes momentos!
Acho que aproveitarei a vida sem a cobrança de ser o chefão dessa ou daquela empresa, eu vou ser a empresa, vou viver algo meu, tomar minhas decisões. Quero ficar com meus filhos quando eu quiser, sair pra ver meus país na hora que der na telha, viajar com meus amigos quando for melhor pra eles. Fechar as portas quando eu cansar, sair pra dar um volta quando eu bem entender, quero ser livre. Livre o suficiente para deixá-la de lado e ir dar aula, ou simplesmente me dedicar a caridade.
Tantos dilemas, tantas perguntas, uma única certeza: Quero ser feliz e fazer feliz a quem eu amo.
Igor Reis Moreira Mathias
Vontade
Sempre fui muito preocupado com algumas coisas: faculdade que estudaria, empresa que trabalharia, como seria namorar, como seria terminar, se um dia vou me casar, se vou ter sucesso, enfim. O futuro para mim, assim como para todos, sempre foi uma variante que eu quis desvendar. Porém durante minha vida acho que venho andando pelo caminho errado, o caminho da preocupação, enquanto eu deveria tomar é o caminho da vontade.
Não sou muito velho, mas já recolho dentro de mim alguma experiência de vida, além de já ter tido o prazer de conviver com pessoas muito mais velhas do que eu.
Uma das coisas que aprendi por mim mesmo é que a palavra de ordem é vontade. Sim vontade de fazer, vontade de não fazer, vontade de mudar. Sem vontade nós não conseguimos nada. Durante minha vida de estudante, por diversos momentos fui tido com um “nerd” ou uma pessoa inteligente, mas durante outros momentos eu era apenas mais um aluno aplicado. Foi então que notei que durante os meus melhores momentos de estudante, eu era um aluno com muita vontade de ser um dos melhores, de me destacar pela inteligência. Meus momentos de baixa eu simplesmente queria outras coisas e os estudos estavam deixados de lado.
Quantas milhões de vezes fiz regime. Parei de comer, toquei o foda-se e comi de tudo, passei fome, chorei, chorei mais ainda por alguns médicos “me matarem antecipadamente”, tomei remédio, fiz academia, mas nada nunca realmente funcionou. Hoje acho que entendi, eu nunca devo ter realmente permanecido com minha vontade focada nisto. Em alguns momentos eu quis muito, em outros eu não quis nada.
Algumas inúmeras vezes vi meus heróis particulares fracassarem, mas em milhões de outras poucas vezes vi as mesmas pessoas obterem o sucesso em seus objetivos, sendo que sempre que caíram eu os vi levantar e seguir em frente e para isso eles tinham uma vontade grandiosa de obter o sucesso.
Todos os melhores momentos em minha vida eu atuei de forma correta, tendo vontade de fazer algo. Isso começou quando em outro plano eu escolhi voltar aqui e melhorar os pontos em que eu precisava, e quando lá eu escolhi a maravilhosa família a qual eu pertenço. O resto, tudo o que tenho hoje, são frutos de escolhas minhas e de minha família.
No colégio, na faculdade, no trabalho, sempre tive vontade de fazer amigos e ser diferente, apesar de eu ter precisado apanhar por ter passado alguns períodos acomodado, eu descobri as ótimas escolhas que fiz.
E é com base nestas informações que eu chego a conclusão, que em determinados momentos eu fracassei pois vontade eu tinha, mas ela estava muito dispersa. Assim hoje eu vejo a importância de ter vontade de lutar, mudar, voltar atrás, aprender com o passado e ter objetivos. Um objetivo sem vontade é apenas um sonho, um objetivo com vontade se tornará realidade.
Sendo assim resolvi não me preocupar com o que virá, pois vi que um futuro diferente depende do esforço passado e da vontade presente.
Igor Reis Moreira Mathias
Não sou muito velho, mas já recolho dentro de mim alguma experiência de vida, além de já ter tido o prazer de conviver com pessoas muito mais velhas do que eu.
Uma das coisas que aprendi por mim mesmo é que a palavra de ordem é vontade. Sim vontade de fazer, vontade de não fazer, vontade de mudar. Sem vontade nós não conseguimos nada. Durante minha vida de estudante, por diversos momentos fui tido com um “nerd” ou uma pessoa inteligente, mas durante outros momentos eu era apenas mais um aluno aplicado. Foi então que notei que durante os meus melhores momentos de estudante, eu era um aluno com muita vontade de ser um dos melhores, de me destacar pela inteligência. Meus momentos de baixa eu simplesmente queria outras coisas e os estudos estavam deixados de lado.
Quantas milhões de vezes fiz regime. Parei de comer, toquei o foda-se e comi de tudo, passei fome, chorei, chorei mais ainda por alguns médicos “me matarem antecipadamente”, tomei remédio, fiz academia, mas nada nunca realmente funcionou. Hoje acho que entendi, eu nunca devo ter realmente permanecido com minha vontade focada nisto. Em alguns momentos eu quis muito, em outros eu não quis nada.
Algumas inúmeras vezes vi meus heróis particulares fracassarem, mas em milhões de outras poucas vezes vi as mesmas pessoas obterem o sucesso em seus objetivos, sendo que sempre que caíram eu os vi levantar e seguir em frente e para isso eles tinham uma vontade grandiosa de obter o sucesso.
Todos os melhores momentos em minha vida eu atuei de forma correta, tendo vontade de fazer algo. Isso começou quando em outro plano eu escolhi voltar aqui e melhorar os pontos em que eu precisava, e quando lá eu escolhi a maravilhosa família a qual eu pertenço. O resto, tudo o que tenho hoje, são frutos de escolhas minhas e de minha família.
No colégio, na faculdade, no trabalho, sempre tive vontade de fazer amigos e ser diferente, apesar de eu ter precisado apanhar por ter passado alguns períodos acomodado, eu descobri as ótimas escolhas que fiz.
E é com base nestas informações que eu chego a conclusão, que em determinados momentos eu fracassei pois vontade eu tinha, mas ela estava muito dispersa. Assim hoje eu vejo a importância de ter vontade de lutar, mudar, voltar atrás, aprender com o passado e ter objetivos. Um objetivo sem vontade é apenas um sonho, um objetivo com vontade se tornará realidade.
Sendo assim resolvi não me preocupar com o que virá, pois vi que um futuro diferente depende do esforço passado e da vontade presente.
Igor Reis Moreira Mathias
O gigante e o alemão – Homenagem a meu avô
Nascer, crescer, viver, morrer. A ordem natural das coisas. Mas será que estamos prontos para isso? Será que aceitaremos o fim e o início de cada etapa? Pois é, acho difícil aceitar. Por mais que eu não esteja revoltado com ninguém e por mais que eu entenda que tudo acontece por um porque, a ficha não cai. Não quero acreditar no que ouvi.
Ver um gigante de pé, mas saber que um dia ele se apoiará em seus joelhos é algo que me causa certo desconforto. Uma coisa seria decapitá-lo ou até mesmo o enviar ao enforcamento, mas deixá-lo exposto em prisão domiciliar aplicando uma força descomunal para que ele se ajoelhe, isso não entendo.
Um dia vi milhares se ajoelharem aos seus pés, acompanhei goblins que o queriam difamar, vi uma princesa defendê-lo de um ogro, mas com a morte de um grande homem vi este gigante se recolher e se mudar para as montanhas. Vi elfos, duendes, anões, fadas e outros seres encantados que sempre permaneceram ao lado deste gigante, e até hoje demonstram um respeito proporcional ao seu tamanho.
Soube de notícias que o gigante agora é auxiliado pela rainha, a princesa, os príncipes e sua cavalaria de guerreiros. Mas acabei de receber uma notícia , trazida a mim por um mensageiro, disseram-me que o gigante agora enfrentará uma batalha com o temido Ilitide Dementador de origem alemã. Um monstro sanguinário, que tende a atacar pessoas mais velhas, levando embora suas memórias, suas forças e, até mesmo tentando, levar sua dignidade.
Fico com o peito apertado ao imaginar tal batalha, mas sabendo o que sei, e tendo visto o que vi, tenho a certeza de que nem o gigante, nem seus companheiros do mundo mágico se entregarão e deixarão que o seu oponente leve esta batalha.
Talvez um dia o gigante, cujo nome significa vês um filho de Deus, não se lembre das batalhas que travou, dos amigos que fez, dos lugares que desbravou e até mesmo da mulher que amou.
Talvez um dia o gigante se gabe dos amigos que fez, das guerras que ganhou, dos lugares que conheceu e do amor que conquistou.
Agora não me importa mais o que será lembrado, se meu amor vai ser questionado ou se meu suor será requisitado. No fim o que importa é que eu e meus companheiros de batalha daremos nosso suor com gratidão, afinal nossas cachoeiras nunca serão do tamanho de seus oceanos. Daremos nosso amor, amor que jamais se comparará a paixão devotada por ele. E caso um dia ele não se lembre mais, eu me ajoelharei e agradecerei a Deus a oportunidade de ter vivido ao seu lado e ter escutado suas histórias, pois terei a oportunidade de me lembrar do que vivi e das histórias que escutei e assim poderei dizê-las a todos que se interessarem.
A certeza que tenho é que este gigante jamais será abandonado. Newton nos disse uma vez, "toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário", assim por mais que o oponente aplique forças sobre ele, nós retribuiremos com amor, carinho e dedicação.
No fim ficarei com a certeza de que o gigante fez tudo que pode, errou mas acertou, amou e foi amado, brigou e se desculpou, lutou e venceu. Como nos disse Drummond, “no fim as coisas findas, muito mais que lindas, estas ficarão” e assim saberei que “se pude ver mais longe, foi por estar de pé sobre ombro de gigantes” (Isaac Newton).
Igor Reis Moreira Mathias
Ver um gigante de pé, mas saber que um dia ele se apoiará em seus joelhos é algo que me causa certo desconforto. Uma coisa seria decapitá-lo ou até mesmo o enviar ao enforcamento, mas deixá-lo exposto em prisão domiciliar aplicando uma força descomunal para que ele se ajoelhe, isso não entendo.
Um dia vi milhares se ajoelharem aos seus pés, acompanhei goblins que o queriam difamar, vi uma princesa defendê-lo de um ogro, mas com a morte de um grande homem vi este gigante se recolher e se mudar para as montanhas. Vi elfos, duendes, anões, fadas e outros seres encantados que sempre permaneceram ao lado deste gigante, e até hoje demonstram um respeito proporcional ao seu tamanho.
Soube de notícias que o gigante agora é auxiliado pela rainha, a princesa, os príncipes e sua cavalaria de guerreiros. Mas acabei de receber uma notícia , trazida a mim por um mensageiro, disseram-me que o gigante agora enfrentará uma batalha com o temido Ilitide Dementador de origem alemã. Um monstro sanguinário, que tende a atacar pessoas mais velhas, levando embora suas memórias, suas forças e, até mesmo tentando, levar sua dignidade.
Fico com o peito apertado ao imaginar tal batalha, mas sabendo o que sei, e tendo visto o que vi, tenho a certeza de que nem o gigante, nem seus companheiros do mundo mágico se entregarão e deixarão que o seu oponente leve esta batalha.
Talvez um dia o gigante, cujo nome significa vês um filho de Deus, não se lembre das batalhas que travou, dos amigos que fez, dos lugares que desbravou e até mesmo da mulher que amou.
Talvez um dia o gigante se gabe dos amigos que fez, das guerras que ganhou, dos lugares que conheceu e do amor que conquistou.
Agora não me importa mais o que será lembrado, se meu amor vai ser questionado ou se meu suor será requisitado. No fim o que importa é que eu e meus companheiros de batalha daremos nosso suor com gratidão, afinal nossas cachoeiras nunca serão do tamanho de seus oceanos. Daremos nosso amor, amor que jamais se comparará a paixão devotada por ele. E caso um dia ele não se lembre mais, eu me ajoelharei e agradecerei a Deus a oportunidade de ter vivido ao seu lado e ter escutado suas histórias, pois terei a oportunidade de me lembrar do que vivi e das histórias que escutei e assim poderei dizê-las a todos que se interessarem.
A certeza que tenho é que este gigante jamais será abandonado. Newton nos disse uma vez, "toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário", assim por mais que o oponente aplique forças sobre ele, nós retribuiremos com amor, carinho e dedicação.
No fim ficarei com a certeza de que o gigante fez tudo que pode, errou mas acertou, amou e foi amado, brigou e se desculpou, lutou e venceu. Como nos disse Drummond, “no fim as coisas findas, muito mais que lindas, estas ficarão” e assim saberei que “se pude ver mais longe, foi por estar de pé sobre ombro de gigantes” (Isaac Newton).
Igor Reis Moreira Mathias
PT - Perda Total
Falta menos de um mês. Em menos de um mês o Brasil pode conhecer seu novo governante para os próximos 4 anos. Segundo as pesquisas a batalha está decidida, a bruxa cabeçuda deve levar a melhor sobre Sr Burns Hipocondríaco.
Falta menos de um mês e eu já não agüento mais discutir com algumas pessoas. Disse que não agüento mais discutir, mas eu não vou parar de lutar pelo que eu acho ser a melhor opção para nosso país.
Esta é uma eleição muito diferente para mim, vejo amigos que tinham um lado da força bem definido, mas que agora parecem não acreditar na candidata de seu amado mestre. Mestre esse que sofreu uma mudança drástica nos últimos 20 anos. Antes seu partido defendia os ideais dos trabalhadores, dos sem terra e outros movimentos. Agora seu partido segue algumas políticas adotadas pelo antigo governo e defende coisas que queria abolir.
Vejo este governo dando continuidade a uma política econômica do antigo governo, dando continuidade a uma série de programas assistencialistas, hoje denominados “bolsa-família”. Alguns destes programas foram até motivo de revolta do atual presidente no ano de 2000, quando o mesmo aparecia na TV para falar que este tipo de programa era uma espécie de compra de voto, onde o eleitor trocava seu voto por um prato de comida. Hoje esse mesmo ser barbudo defende com unhas e dentes, o programa que ele diz ser de autoria de seu governo.
Mentiras já não são motivo de espanto para mim, uma gangue que menti ser “Esquerdista”, uma candidata que mente até mesmo em seu currículo, colocando cursos que nunca fez, um partido que mente e diz que o seu maior representante não sabia de nada. Caso este que para mim, se ele não sabia de nada é um péssimo gestor, se ele sabia de tudo é tão corrupto quanto o restante do bando.
Vejo hoje um governo que diz “não negociar com sindicalista”, renegando sua origem. Vejo hoje um governo que é a favor da CPMF, sendo que até pariu um filho quando a mesma foi instaurada.Vejo um governo que extradita atletas cubanos, fartos de sua forma de vida, e que mantém em nosso país um assassino italiano. Vejo um governo que deixa um cidadão brasileiro, filho e neto de brasileiros, ir embora chorando para os EUA, mas este mesmo governo compra briga com os Yankees por conta de um país governado por um desvairado no oriente médio. Vejo hoje um governo que adota e defende práticas da ditadura, ao violar a privacidade de uma série de dados de cidadãos brasileiros e ao apoiar governos ditatoriais, Venezuela e Cuba, mas é um governo que recebe “bolsa-ditadura” por ter lutado contra este mesmo tipo de governo em nosso país.
Agora por fim, por falta de pessoal competente, indicam uma principiante para mais importante cargo de gestão em nosso país. Se não bastasse, sua campanha ainda é chefiada por antigos membros de seu partido, que roubaram nosso dinheiro em esquemas milhonáios. Sem falar no apoio de Michel Temer, Collor, Sarney e outros célebres personagens de nossa política.
Mas no Brasil, infelizmente, enquanto a minoria do povo lê jornal, a maioria limpa a bunda com ele.
IGOR REIS MOREIRA MATHIAS
Falta menos de um mês e eu já não agüento mais discutir com algumas pessoas. Disse que não agüento mais discutir, mas eu não vou parar de lutar pelo que eu acho ser a melhor opção para nosso país.
Esta é uma eleição muito diferente para mim, vejo amigos que tinham um lado da força bem definido, mas que agora parecem não acreditar na candidata de seu amado mestre. Mestre esse que sofreu uma mudança drástica nos últimos 20 anos. Antes seu partido defendia os ideais dos trabalhadores, dos sem terra e outros movimentos. Agora seu partido segue algumas políticas adotadas pelo antigo governo e defende coisas que queria abolir.
Vejo este governo dando continuidade a uma política econômica do antigo governo, dando continuidade a uma série de programas assistencialistas, hoje denominados “bolsa-família”. Alguns destes programas foram até motivo de revolta do atual presidente no ano de 2000, quando o mesmo aparecia na TV para falar que este tipo de programa era uma espécie de compra de voto, onde o eleitor trocava seu voto por um prato de comida. Hoje esse mesmo ser barbudo defende com unhas e dentes, o programa que ele diz ser de autoria de seu governo.
Mentiras já não são motivo de espanto para mim, uma gangue que menti ser “Esquerdista”, uma candidata que mente até mesmo em seu currículo, colocando cursos que nunca fez, um partido que mente e diz que o seu maior representante não sabia de nada. Caso este que para mim, se ele não sabia de nada é um péssimo gestor, se ele sabia de tudo é tão corrupto quanto o restante do bando.
Vejo hoje um governo que diz “não negociar com sindicalista”, renegando sua origem. Vejo hoje um governo que é a favor da CPMF, sendo que até pariu um filho quando a mesma foi instaurada.Vejo um governo que extradita atletas cubanos, fartos de sua forma de vida, e que mantém em nosso país um assassino italiano. Vejo um governo que deixa um cidadão brasileiro, filho e neto de brasileiros, ir embora chorando para os EUA, mas este mesmo governo compra briga com os Yankees por conta de um país governado por um desvairado no oriente médio. Vejo hoje um governo que adota e defende práticas da ditadura, ao violar a privacidade de uma série de dados de cidadãos brasileiros e ao apoiar governos ditatoriais, Venezuela e Cuba, mas é um governo que recebe “bolsa-ditadura” por ter lutado contra este mesmo tipo de governo em nosso país.
Agora por fim, por falta de pessoal competente, indicam uma principiante para mais importante cargo de gestão em nosso país. Se não bastasse, sua campanha ainda é chefiada por antigos membros de seu partido, que roubaram nosso dinheiro em esquemas milhonáios. Sem falar no apoio de Michel Temer, Collor, Sarney e outros célebres personagens de nossa política.
Mas no Brasil, infelizmente, enquanto a minoria do povo lê jornal, a maioria limpa a bunda com ele.
IGOR REIS MOREIRA MATHIAS
domingo, 23 de janeiro de 2011
Saudade do que ainda não vi
Engana-se quem pensa que saudade é um sentimento que temos em referência a algo passado. Há também a possibilidade de sentir saudade de algo que ainda vai acontecer, e assim estou eu hoje, a mais ou menos 40 dias da minha viajem, já começo a sentir saudade do que deixarei por aqui.
Já sinto saudade do Rio e suas belezas naturais, saudade de viajar com meus amigos e dividir um apê minúsculo e quente, saudades dos feriados no Braz e as cervejas no Dito, saudades da Série B e os jogos de sinuca, saudades das conversas nas repúblicas, como Diretoria, Balaco, Kubanacana e Damas de Copos. Saudades de ir na UFF quando não tem nada pra fazer, sentirei até mesmo saudades de ir ao Cana ou Porão, assistir mais uma vez aquela banda que eu já cansei de ver tocar e depois dar aquela passada no Mac pra comer um lanche. Saudade dos Natais na casa dos meus avós e também dos sábados na roça.
Fico triste em saber que não poderei ver, pelo menos neste ano, o Rock in Rio com meus amigos e meu irmão, o Conecades e o UFC Brasil.
Como ficarão as festas da comissão? Como serão os fins de semana de sol sem aquele churrasco e piscininha lá em casa? Os almoços de domingo sem o churrasco do meu pai ou aquele almoço gostoso da minha mãe, ou até mesmo aquele petisco do meu irmão acompanhado pelo refri buscado pela minha irmã.
Tanta coisa, que me lembro do meu amigo recitando, “faz tanto frio, faz tanto tempo”. É até mesmo complicado acabar de escrever o texto, pois a emoção me toma e já sinto o escorrer da lágrima que me escorre no rosto, mas continuo com a coragem e a esperança de voltar e poder reviver todos estes momentos outra vez, mesmo sabendo que nem tudo ou todos estarão aqui como deixei.
Mas esse é o caminho da vida, onde sempre deparamos com cruzamento e biforcações em que decisões são tomadas, caminhos são traçados, e as vezes temos que tomar um caminho diferente para podermos nos reencontrar naquela junção lá da frente.
E assim vou com todos em meu coração, levando as recordações do que fica e na companhia de amigos que escolheram o mesmo caminho que eu.
Igor Reis Moreira Mathias
Já sinto saudade do Rio e suas belezas naturais, saudade de viajar com meus amigos e dividir um apê minúsculo e quente, saudades dos feriados no Braz e as cervejas no Dito, saudades da Série B e os jogos de sinuca, saudades das conversas nas repúblicas, como Diretoria, Balaco, Kubanacana e Damas de Copos. Saudades de ir na UFF quando não tem nada pra fazer, sentirei até mesmo saudades de ir ao Cana ou Porão, assistir mais uma vez aquela banda que eu já cansei de ver tocar e depois dar aquela passada no Mac pra comer um lanche. Saudade dos Natais na casa dos meus avós e também dos sábados na roça.
Fico triste em saber que não poderei ver, pelo menos neste ano, o Rock in Rio com meus amigos e meu irmão, o Conecades e o UFC Brasil.
Como ficarão as festas da comissão? Como serão os fins de semana de sol sem aquele churrasco e piscininha lá em casa? Os almoços de domingo sem o churrasco do meu pai ou aquele almoço gostoso da minha mãe, ou até mesmo aquele petisco do meu irmão acompanhado pelo refri buscado pela minha irmã.
Tanta coisa, que me lembro do meu amigo recitando, “faz tanto frio, faz tanto tempo”. É até mesmo complicado acabar de escrever o texto, pois a emoção me toma e já sinto o escorrer da lágrima que me escorre no rosto, mas continuo com a coragem e a esperança de voltar e poder reviver todos estes momentos outra vez, mesmo sabendo que nem tudo ou todos estarão aqui como deixei.
Mas esse é o caminho da vida, onde sempre deparamos com cruzamento e biforcações em que decisões são tomadas, caminhos são traçados, e as vezes temos que tomar um caminho diferente para podermos nos reencontrar naquela junção lá da frente.
E assim vou com todos em meu coração, levando as recordações do que fica e na companhia de amigos que escolheram o mesmo caminho que eu.
Igor Reis Moreira Mathias
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