Foi difícil acordar, mas fui para a aula hoje. Mesmo tendo ficado só na primeira aula, afinal parecia que eu tinha tomado uma coça e precisava vir para casa descansar.
Antes resolvi só passar no brasileiro, afinal eu precisava comprar carne já que os bifes acabaram. Mas na Grafton Street estava uma van da Adidas, dando brindes para quem participasse das brincadeiras. Uma você tinha que correr com a bola entre os cones e fazer um tempo menor do que 8 segundos, primeiro foi o Ivan que fez em 6.2 e depois eu que fiz em 7.7, apertado mas lá estava meu boné e pin da UEFA.
De lá já tinha avistado uma mesa de totó, geralmente jogada em dupla, mas foi eu contra Ivan mesmo, e como ele já tinha ganho uma miniatura da bola da final da Europa League era minha vez de ganhar dele e ganhar a minha. No totó foi fácil, 10 a 6 e lá estava minha bola garantida.
Após ganhar os brindes eu fui no mercadinho brasileiro que estava fechado pois alguém tinha ido ao banco. Mandei mensagem para o Bruno comprar a carne e vim para casa. Chegando aqui eu e Ivan fomos comprar frutas, frango e açúcar que estavam faltando e na rua aqui perto de casa tem isso tudo e bem mais barato que no mercado. Só passamos no Tesco para eu poder comprar alguns remédios para minha recorrente gripe. Dois tubos de vitamina C e um chá de limão com menta intragável mas bom para curar a gripe, segundo o Alex.
Voltei para casa, tirei a carne moída do congelador e comecei a preparar o almoço. Hoje era carne moída com cenoura, batata, azeitona com arroz e feijão.
Logo, logo o Victor apareceu para passar as fotos do pessoal de Londres e logo depois chegou a Larissa. Selecionei algumas fotos que faltavam e coloquei no face para a galera ver.
Agora to aqui, meio cansado, meio gripado, de banho tomado e pronto para ir cedo para a cama ver um filme e dormir, afinal acho que é disso que preciso.
Vou ver um pouco mais da visita da Rainha Inglesa na Irlanda pela TV, fato que não ocorria a muito tempo e tem gerado protestos por aqui. Minha mãe até me ligou falando de ameaça de bomba, e olha que já foi achada uma ontem e havia suspeita de outra hoje.
Vou lá
Igor Reis Moreira Mathias
Um blog que traz idéias, visões, pontos de vista, sobre alguns assuntos que compõem nosso dia-a-dia e que são escritos em alguns dos meus Momentos de Devaneio.
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A Saga de Dublin – Londres
Enfim chegou o dia e lá fomos rumo a Londres. Acordei as 5h da manhã, encontrei uma amiga que ia comigo para a porta da Trinity College encontrar o resto do pessoal e pegar o táxi para o aeroporto. Isso sem falar na noite meio mal dormida com aquele medo de viajar de avião, afinal eu odeio altura.
Chegamos no aeroporto, fomos tomar aquele cafezinho da Starbucks para logo depois entrarmos para a sala de embarque. Entramos na avião e lá eles repetiram várias vezes, “atenção Sr. Zonza se o senhor está no avião favor se apresentar a tripulação”, mas o Alex não estava lá, comprou a passagem e desistiu de pegar o vôo para Londres.
Menos de uma hora depois da decolagem já estávamos pousando em solo Inglês, agora sim na terra que a rainha manda e desmanda, e que o povo compra tudo que tenha a cara da família real estampada. Chegando na terra da rainha uma surpresa, não precisamos passar pela imigração ao chegar no aeroporto Luton em Londres, então foi hora de comprar o passe de trem e ir para o centro da cidade.
Trem pego, parada na estação perto do hostel, e lá fomos nós para o lugar que seria nosso endereço pelos próximos 4 dias, lugar legal, movimentado, com um pubzinho muito legal e um café da manhã que dava para encher a barriga.
Primeiro dia era dia de irmos para Madame Tussauds, um grande museu de cera que conta com réplicas de várias celebridades mundiais. Lugar interessante, onde tiramos muitas fotos, afinal não é todo dia que se pode pegar no peitinho da Angelina Jolie ou até mesmo comparar a careca com a do Bruce Willis. Vimos os novos sucessos do cinema como os atores da saga Harry Potter e Crepúsculo, personalidades do Cinema como Marilyn Monroe e Marlon Brando, estrelas do esporte como Mohamed Ali e Pelé, cantoras louconas como Lady Gaga e Amy Winehouse, gostosonas como Beyoncé e Britney e até os pops como Michael Jackson e Justin Bibier, isso sem falar nas autoridades políticas como Papa João Paulo II, Gandhi, Mandela e até os rebeldes como Fidel Castro, Hitler, Sadan e Kadafi. Após tudo isso ganhamos uma exibição em um cinema 4D dentro do museu com uma historinha de personagens da Marvel.
Da Madame Tussauds fomos para o museu do Sherlock Holmes, onde não entramos e fomos para a tradicional foto atravessando a faixa de pedestre na Abbey Road. Até tem uma câmera lá que passa ao vivo o pessoal atravessando, mas parece que não estava funcionando.
Da Abbey Road para casa, afinal estávamos mortos de cansados e famintos, precisamos de um banho e de comer algo. E foi lá em frente ao hostel que achamos um mercado e compramos aquele monte de comida congelada para tampar o enorme buraco negro que havia dentro de nós. Comidos e de banho tomado, fomos tirar fotos na London Bridge e na Tower Bridge a noite, para poder vê-las iluminadas e aproveitar a noite, já que as mesmas eram do lado do nosso hostel.
Depois de tudo isso era hora de dormir, afinal no dia seguinte tínhamos uma reunião marcada na casa da rainha para ver a troca de guardar no palácio de Buckingham, e lá fomos, cedo para conseguir um bom lugar e conseguimos. Espalhamos câmeras ao longo do desfile, com pessoas tirando foto na grade do palácio, outros no portão e eu lá, viajando com a mochila nas costas sem poder me mover direito em meio aquela toda multidão. Cerimônia muito legal, com os guardas fazendo algumas coisas que eu não entendi até agora, fazendo a dança do caranguejo e tocando a música tema do James Bond.
De Buckingham para a caminhada rumo aos outros pontos turísticos, e a primeira parada foi a Catedral de Westminster onde logo depois encontramos uma espécie de fast food japonesa e paramos para comprar algumas coisas para complementar nosso almoço de pão com queijo e presunto. Fomos em direção a Westminster Abbey, e paramos no meio do caminho para tirar uma foto na tradicional cabine telefônica, com um pedacinho da London Eye atrás. Chegando na igreja dos casamentos reais, Westminster Abbey, fomos para um jardim, sentar e almoçar. Depois do almoço foi hora de conferir a igreja por fora, afinal entrar na igreja aqui custa caro, e em Londres estava mais ou menos 15 pounds para vê-la por dentro, o que nos fez recusar a entrada lá e partir para os monumentos gratuitos ao lado, Parlamento e Big Ben.
Tiramos aquelas fotos tradicionais e tudo mais, vimos o magnífico Big Ben, que é mais do que uma torre com relógio, é uma verdadeira obra de arte. Lá eu ainda tive que escutar uma amiga me dizendo que eram 3 para as 3 quando o Big Bem acabava de dar suas badaladas, fui obrigado a descordar dela e falar que eram 3h, afinal estávamos falando do Big Bem, no meridiano de Greenwich em Londres, no centro da pontualidade mundial.
Do Big Ben partimos para a London Eye, que fica bem próxima, mas antes demos uma parada no aquário de Londres para observar tubarões, tartarugas, arraias, diversos peixes e até pererecas venenosas e as saudosas piranhas. Isso sem mencionar os assustados pingüins. Do aquário era hora de encarar os 150 metros de altura da maior roda gigante do mundo, a London Eye. Eu morro de medo de altura mas tinha que fazer isso, afinal não é todo fim de semana que se está em Londres. Mas antes de subir na London Eye, um breve filme em 4D sobre o local. Fomos então para a fila e observamos o esquema de segurança que envolve o lugar, seguranças vasculhando as cabines antes do pessoal entrar, bolsas revistadas e tudo mais. Eu que achei que morreria de medo, mas nem foi tão assim, a vista era tão bonita que nem liguei muito.
De lá fomos para o hostel, era hora de tomar aquele banho e comer algo depois desse dia que rendeu bem e foi bastante cansativo. A noite era hora de ir para a Piccadilly Circus e o bairro de Soho para dar uma olhada na noite londrina e tirar algumas fotos. De lá fomos para a porta da National Gallery e voltamos ao Big Ben e London Eye para tirar fotos a noite. E de lá voltamos para casa de metro. Aliás andamos muito de metrô, coisa que eu nunca tinha feito na minha vida, mas pelo menos comecei bem, comecei andando de metrô pelo internacionalmente conhecido Underground Londrino. Lugar bem planejado, bem pontual e funcional.
Dia seguinte foi dia de ir para a Tower of London e Tower Bridge de manhã para apreciar o lugar, tirando fotos e passando um frio do cão com aquele vento. De lá dificuldades para chegar na St Pauls Cathedral porque resolveram fechar a estação de metrê bem na hora que estávamos chegando lá. Tivemos que ir de busão e saltar meio longe do lugar, e eu lá morrendo de dor de garganta. Fomos a catedral e tiramos foto por fora, afinal como sempre, era muito caro conhecer a igreja por dentro. De lá fomos almoçar em um Mc Donalds e tentar pegar um metrô, mas acabamos indo a pé mesmo de lá até a National Gallery, afinal toda estação que passávamos estavam fechadas.
Na National Gallery tiramos várias fotos na frente e conhecemos a coluna de Nelson e os Chafarizes da Trafalgar Square. Mas o melhor mesmo foi entrar, mesmo que por somente uns 40 minutos, na National Gallery. No começo tudo era meio estranho, aquele monte de quadros de nobres que já tinham morrido, cavaleiros e tudo mais. Até chegar na parte onde se encontravam pintores mais novos e renomados. Quem diria que um dia eu estaria ali, a 20 cm do Sunflowers, quadro de Van Gogh, ou até mesmo Chairs, ou quem diria, que aquele quadro de Monet que eu sempre gostei estaria ali na minha frente, quase podendo ser tocado. E sim, lá estava aquele quadro do jardim de sua casa, com aquela pontesinha branca pintada no meio do lago, Water Lily Pond, estava também o seu quadro que retratava o grande canal de Veneza.
Isso tudo sem mencionar os outros pintores consagrados que se encontravam no saguão como Manet, Gauguin, Rembrandt e outros mais. E tudo isso grátis. Lugar que valeu muito a pena. Logo depois de lá, corremos para pegar o metrô e irmos para o Museu Imperial de Guerra, um achado em Londres. Museu muito bom, com bastante detalhes e histórias interessantes sobre a primeira e segunda guerra, e outras inúmeras outras guerras ao redor do mundo. Foi um dos melhores lugares que fomos, de graça e ainda deu para preparar o espírito para o que veremos nos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau em julho.
A noite foi dia de comer em um restaurante italiano bom, pena que eu estava com febre e gripado e nem consegui sentir bem o gosto. Sem falar na ligação que recebi do Brasil, um monte de amigo meu fazendo churrasco na minha casa com meus pais e tals, saudade e vontade de estar lá. Pena que não deu para falar muito com eles, tava no meio de um febrão e não podia falar nada pois minha mãe podia ficar preocupada.
Domingão chegou, mais rápido que o esperado, e era dia de fazer check-out, guardar as malas no locker do hostel e partir para os mercados de rua. Logo cedo fomos para Notting Hill, aquele lugar do filme da Julia Roberts. Muito bom para quem curte compras e em especial para quem gosta dessas coisas antigas e diferentes bem vintage. E foi de lá que partimos para Camden Market, um camelô no primeiro mundo. Paramos para almoçar em um restaurante brasileiro, com direito a pedir coxinha, frango a passarinho, calabresa, mandioca e algo mais para entrada do nosso almoço. Teve quem comesse feijoada, picanha, moqueca e bobó de camarão. Eu particularmente fiquei com o último, que não chegava aos pés de um autentico bobó nordestino mas que era muito gostoso também.
De lá fomos para o mercadinho, que mais parecia essa feirinha mesmo das cidades turísticas do Brasil, cheio de artesanato, blusas e tals. E lá eu acabei comprando um moletom muito bonito para minha irmã e um par de luvas de couro para mim. Par de luvas esse que me deixou de cabelo em pé. Nunca tinha passado cartão de crédito nessas máquinas de cartão antigas, onde se estampava o número e tals naquele papel. Mas como eu fiquei desconfiado, troquei minha assinatura e chequei direitinho o preenchimento do papel. Afinal eu não tinha pedido aquilo, mas como a máquina do rapaz não funcionou, ele fez aquilo. Guardei o papel e troquei a assinatura, se der merda eu reclamo com a operadora do cartão. Mas acho que não vai dar, foi só o medo pelo cara ter usado o método arcaico e não o tecnológico.
Nas ruas do lado do Camden Market eu aproveitei para comprar um presente para o povo aqui de casa, um cinzeiro, para agradar aos fumantes e parar de atrapalhar os não fumantes. E foi lá também que achei o tão procurado patch da bandeira da Irlanda do Norte. Agora minha coleção de bandeiras está correta, bandeirinha de cada país que já visitei.
De lá fomos para o Hyde Park, onde alguns voltaram para o hostel e outros alugaram uma bicicleta para percorrer o parque onde ficava a casa da princesa Diana e alguns monumentos e lagos muito interessantes. Foi um passeio muito legal, conhecer aquele parque gigante, andando de bicicleta, vazio. Sensação de liberdade e felicidade muito boa.
Voltamos para o hostel, fizemos uma boquinha, tomamos banho “escondido” e fomos rumo ao aeroporto, local onde passaríamos a noite. O aeroporto em si daria um bom texto, muitos acontecimentos em poucas horas. Chegamos lá e fomos arrumar um local para tentar dormir, logo que o japa conseguiu um lugar, veio uma tia e tirou ele de lá, pois era área de guardar as cadeiras de roda. Gira para cá, usa toalha de travesseiro para lá e tira um cochilo, problema era acordar depois com as costas geladíssimas, parecia que tinha deitado em uma cama de gelo.
Levanta, toma um café e aguarda o check in, aguarda, aguarda e nada dele abrir. Faltando menos de 1 hora para o vôo o bendito abre, corremos lá fizemos os procedimentos e quando vimos, uma fila gigantesca para passar no raio x. Mais de meia hora na fila. Se fosse no Brasil já teria FIFA falando em problemas com a copa, COI falando em trocar olimpíada, agora como era Londres, só tinha gente mal educada mesmo fazendo você correr e te empurrando na fila como se fosse gado. Aliás o povo inglês tem muito a aprender em termos de educação e tratamento.
Quando estávamos chegando no raio x a moça do aeroporto gritou, vôo de Dublin, última chamada. Passamos igual bala, teve mala que apitou e o povo do aeroporto nem ligou, uma confusão e falta de organização só. De lá saímos os 7 correndo igual malucos pelo aeroporto para chegar a tempo, nunca corri tanto na minha vida, nem sei como consegui para falar a verdade. Minha mala fazia drift a cada curva, batia nos outros, batia em mim, loucura só. Foi quando chegamos no portão e ele estava se fechando.
Olhamos para traz e faltavam 2 meninas, sumidas, sem celular, pensamos que havíamos perdido, avisamos a atendente e ela disse que nada poderia fazer, foi quando demos aquele jeito brasileiro e começamos a fazer operação tartaruga, demorar a entregar o cartão de embarque, caminhar lentamente pelo portão de embarque, mas mesmo assim nada delas. Foi quando eu passei por último, olhei pelo vidro e lá vinham elas, só fiz o sinal para correrem e lá vieram elas no sprint final e conseguiram embarcar. Todos putos e exaustos no vôo, comandante pedindo desculpa pela bagunça do aeroporto e menos de 5 minutos todo mundo apagado naquele ônibus voados, chamado Ryanair.
O saldo geral foi muito positivo, apesar do povo inglês não ser muito educado e gente boa a cidade de Londres é muito maneira, o clima ajudou demais e até agora pareço não acreditar que estava lá. Enfim mais um sonho que se realiza graças a Deus.
Agora vou lá, tomar um banho e deitar na minha cama, to gripado novamente nessa cidade que parece ter esquecido o que é calor.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
Chegamos no aeroporto, fomos tomar aquele cafezinho da Starbucks para logo depois entrarmos para a sala de embarque. Entramos na avião e lá eles repetiram várias vezes, “atenção Sr. Zonza se o senhor está no avião favor se apresentar a tripulação”, mas o Alex não estava lá, comprou a passagem e desistiu de pegar o vôo para Londres.
Menos de uma hora depois da decolagem já estávamos pousando em solo Inglês, agora sim na terra que a rainha manda e desmanda, e que o povo compra tudo que tenha a cara da família real estampada. Chegando na terra da rainha uma surpresa, não precisamos passar pela imigração ao chegar no aeroporto Luton em Londres, então foi hora de comprar o passe de trem e ir para o centro da cidade.
Trem pego, parada na estação perto do hostel, e lá fomos nós para o lugar que seria nosso endereço pelos próximos 4 dias, lugar legal, movimentado, com um pubzinho muito legal e um café da manhã que dava para encher a barriga.
Primeiro dia era dia de irmos para Madame Tussauds, um grande museu de cera que conta com réplicas de várias celebridades mundiais. Lugar interessante, onde tiramos muitas fotos, afinal não é todo dia que se pode pegar no peitinho da Angelina Jolie ou até mesmo comparar a careca com a do Bruce Willis. Vimos os novos sucessos do cinema como os atores da saga Harry Potter e Crepúsculo, personalidades do Cinema como Marilyn Monroe e Marlon Brando, estrelas do esporte como Mohamed Ali e Pelé, cantoras louconas como Lady Gaga e Amy Winehouse, gostosonas como Beyoncé e Britney e até os pops como Michael Jackson e Justin Bibier, isso sem falar nas autoridades políticas como Papa João Paulo II, Gandhi, Mandela e até os rebeldes como Fidel Castro, Hitler, Sadan e Kadafi. Após tudo isso ganhamos uma exibição em um cinema 4D dentro do museu com uma historinha de personagens da Marvel.
Da Madame Tussauds fomos para o museu do Sherlock Holmes, onde não entramos e fomos para a tradicional foto atravessando a faixa de pedestre na Abbey Road. Até tem uma câmera lá que passa ao vivo o pessoal atravessando, mas parece que não estava funcionando.
Da Abbey Road para casa, afinal estávamos mortos de cansados e famintos, precisamos de um banho e de comer algo. E foi lá em frente ao hostel que achamos um mercado e compramos aquele monte de comida congelada para tampar o enorme buraco negro que havia dentro de nós. Comidos e de banho tomado, fomos tirar fotos na London Bridge e na Tower Bridge a noite, para poder vê-las iluminadas e aproveitar a noite, já que as mesmas eram do lado do nosso hostel.
Depois de tudo isso era hora de dormir, afinal no dia seguinte tínhamos uma reunião marcada na casa da rainha para ver a troca de guardar no palácio de Buckingham, e lá fomos, cedo para conseguir um bom lugar e conseguimos. Espalhamos câmeras ao longo do desfile, com pessoas tirando foto na grade do palácio, outros no portão e eu lá, viajando com a mochila nas costas sem poder me mover direito em meio aquela toda multidão. Cerimônia muito legal, com os guardas fazendo algumas coisas que eu não entendi até agora, fazendo a dança do caranguejo e tocando a música tema do James Bond.
De Buckingham para a caminhada rumo aos outros pontos turísticos, e a primeira parada foi a Catedral de Westminster onde logo depois encontramos uma espécie de fast food japonesa e paramos para comprar algumas coisas para complementar nosso almoço de pão com queijo e presunto. Fomos em direção a Westminster Abbey, e paramos no meio do caminho para tirar uma foto na tradicional cabine telefônica, com um pedacinho da London Eye atrás. Chegando na igreja dos casamentos reais, Westminster Abbey, fomos para um jardim, sentar e almoçar. Depois do almoço foi hora de conferir a igreja por fora, afinal entrar na igreja aqui custa caro, e em Londres estava mais ou menos 15 pounds para vê-la por dentro, o que nos fez recusar a entrada lá e partir para os monumentos gratuitos ao lado, Parlamento e Big Ben.
Tiramos aquelas fotos tradicionais e tudo mais, vimos o magnífico Big Ben, que é mais do que uma torre com relógio, é uma verdadeira obra de arte. Lá eu ainda tive que escutar uma amiga me dizendo que eram 3 para as 3 quando o Big Bem acabava de dar suas badaladas, fui obrigado a descordar dela e falar que eram 3h, afinal estávamos falando do Big Bem, no meridiano de Greenwich em Londres, no centro da pontualidade mundial.
Do Big Ben partimos para a London Eye, que fica bem próxima, mas antes demos uma parada no aquário de Londres para observar tubarões, tartarugas, arraias, diversos peixes e até pererecas venenosas e as saudosas piranhas. Isso sem mencionar os assustados pingüins. Do aquário era hora de encarar os 150 metros de altura da maior roda gigante do mundo, a London Eye. Eu morro de medo de altura mas tinha que fazer isso, afinal não é todo fim de semana que se está em Londres. Mas antes de subir na London Eye, um breve filme em 4D sobre o local. Fomos então para a fila e observamos o esquema de segurança que envolve o lugar, seguranças vasculhando as cabines antes do pessoal entrar, bolsas revistadas e tudo mais. Eu que achei que morreria de medo, mas nem foi tão assim, a vista era tão bonita que nem liguei muito.
De lá fomos para o hostel, era hora de tomar aquele banho e comer algo depois desse dia que rendeu bem e foi bastante cansativo. A noite era hora de ir para a Piccadilly Circus e o bairro de Soho para dar uma olhada na noite londrina e tirar algumas fotos. De lá fomos para a porta da National Gallery e voltamos ao Big Ben e London Eye para tirar fotos a noite. E de lá voltamos para casa de metro. Aliás andamos muito de metrô, coisa que eu nunca tinha feito na minha vida, mas pelo menos comecei bem, comecei andando de metrô pelo internacionalmente conhecido Underground Londrino. Lugar bem planejado, bem pontual e funcional.
Dia seguinte foi dia de ir para a Tower of London e Tower Bridge de manhã para apreciar o lugar, tirando fotos e passando um frio do cão com aquele vento. De lá dificuldades para chegar na St Pauls Cathedral porque resolveram fechar a estação de metrê bem na hora que estávamos chegando lá. Tivemos que ir de busão e saltar meio longe do lugar, e eu lá morrendo de dor de garganta. Fomos a catedral e tiramos foto por fora, afinal como sempre, era muito caro conhecer a igreja por dentro. De lá fomos almoçar em um Mc Donalds e tentar pegar um metrô, mas acabamos indo a pé mesmo de lá até a National Gallery, afinal toda estação que passávamos estavam fechadas.
Na National Gallery tiramos várias fotos na frente e conhecemos a coluna de Nelson e os Chafarizes da Trafalgar Square. Mas o melhor mesmo foi entrar, mesmo que por somente uns 40 minutos, na National Gallery. No começo tudo era meio estranho, aquele monte de quadros de nobres que já tinham morrido, cavaleiros e tudo mais. Até chegar na parte onde se encontravam pintores mais novos e renomados. Quem diria que um dia eu estaria ali, a 20 cm do Sunflowers, quadro de Van Gogh, ou até mesmo Chairs, ou quem diria, que aquele quadro de Monet que eu sempre gostei estaria ali na minha frente, quase podendo ser tocado. E sim, lá estava aquele quadro do jardim de sua casa, com aquela pontesinha branca pintada no meio do lago, Water Lily Pond, estava também o seu quadro que retratava o grande canal de Veneza.
Isso tudo sem mencionar os outros pintores consagrados que se encontravam no saguão como Manet, Gauguin, Rembrandt e outros mais. E tudo isso grátis. Lugar que valeu muito a pena. Logo depois de lá, corremos para pegar o metrô e irmos para o Museu Imperial de Guerra, um achado em Londres. Museu muito bom, com bastante detalhes e histórias interessantes sobre a primeira e segunda guerra, e outras inúmeras outras guerras ao redor do mundo. Foi um dos melhores lugares que fomos, de graça e ainda deu para preparar o espírito para o que veremos nos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau em julho.
A noite foi dia de comer em um restaurante italiano bom, pena que eu estava com febre e gripado e nem consegui sentir bem o gosto. Sem falar na ligação que recebi do Brasil, um monte de amigo meu fazendo churrasco na minha casa com meus pais e tals, saudade e vontade de estar lá. Pena que não deu para falar muito com eles, tava no meio de um febrão e não podia falar nada pois minha mãe podia ficar preocupada.
Domingão chegou, mais rápido que o esperado, e era dia de fazer check-out, guardar as malas no locker do hostel e partir para os mercados de rua. Logo cedo fomos para Notting Hill, aquele lugar do filme da Julia Roberts. Muito bom para quem curte compras e em especial para quem gosta dessas coisas antigas e diferentes bem vintage. E foi de lá que partimos para Camden Market, um camelô no primeiro mundo. Paramos para almoçar em um restaurante brasileiro, com direito a pedir coxinha, frango a passarinho, calabresa, mandioca e algo mais para entrada do nosso almoço. Teve quem comesse feijoada, picanha, moqueca e bobó de camarão. Eu particularmente fiquei com o último, que não chegava aos pés de um autentico bobó nordestino mas que era muito gostoso também.
De lá fomos para o mercadinho, que mais parecia essa feirinha mesmo das cidades turísticas do Brasil, cheio de artesanato, blusas e tals. E lá eu acabei comprando um moletom muito bonito para minha irmã e um par de luvas de couro para mim. Par de luvas esse que me deixou de cabelo em pé. Nunca tinha passado cartão de crédito nessas máquinas de cartão antigas, onde se estampava o número e tals naquele papel. Mas como eu fiquei desconfiado, troquei minha assinatura e chequei direitinho o preenchimento do papel. Afinal eu não tinha pedido aquilo, mas como a máquina do rapaz não funcionou, ele fez aquilo. Guardei o papel e troquei a assinatura, se der merda eu reclamo com a operadora do cartão. Mas acho que não vai dar, foi só o medo pelo cara ter usado o método arcaico e não o tecnológico.
Nas ruas do lado do Camden Market eu aproveitei para comprar um presente para o povo aqui de casa, um cinzeiro, para agradar aos fumantes e parar de atrapalhar os não fumantes. E foi lá também que achei o tão procurado patch da bandeira da Irlanda do Norte. Agora minha coleção de bandeiras está correta, bandeirinha de cada país que já visitei.
De lá fomos para o Hyde Park, onde alguns voltaram para o hostel e outros alugaram uma bicicleta para percorrer o parque onde ficava a casa da princesa Diana e alguns monumentos e lagos muito interessantes. Foi um passeio muito legal, conhecer aquele parque gigante, andando de bicicleta, vazio. Sensação de liberdade e felicidade muito boa.
Voltamos para o hostel, fizemos uma boquinha, tomamos banho “escondido” e fomos rumo ao aeroporto, local onde passaríamos a noite. O aeroporto em si daria um bom texto, muitos acontecimentos em poucas horas. Chegamos lá e fomos arrumar um local para tentar dormir, logo que o japa conseguiu um lugar, veio uma tia e tirou ele de lá, pois era área de guardar as cadeiras de roda. Gira para cá, usa toalha de travesseiro para lá e tira um cochilo, problema era acordar depois com as costas geladíssimas, parecia que tinha deitado em uma cama de gelo.
Levanta, toma um café e aguarda o check in, aguarda, aguarda e nada dele abrir. Faltando menos de 1 hora para o vôo o bendito abre, corremos lá fizemos os procedimentos e quando vimos, uma fila gigantesca para passar no raio x. Mais de meia hora na fila. Se fosse no Brasil já teria FIFA falando em problemas com a copa, COI falando em trocar olimpíada, agora como era Londres, só tinha gente mal educada mesmo fazendo você correr e te empurrando na fila como se fosse gado. Aliás o povo inglês tem muito a aprender em termos de educação e tratamento.
Quando estávamos chegando no raio x a moça do aeroporto gritou, vôo de Dublin, última chamada. Passamos igual bala, teve mala que apitou e o povo do aeroporto nem ligou, uma confusão e falta de organização só. De lá saímos os 7 correndo igual malucos pelo aeroporto para chegar a tempo, nunca corri tanto na minha vida, nem sei como consegui para falar a verdade. Minha mala fazia drift a cada curva, batia nos outros, batia em mim, loucura só. Foi quando chegamos no portão e ele estava se fechando.
Olhamos para traz e faltavam 2 meninas, sumidas, sem celular, pensamos que havíamos perdido, avisamos a atendente e ela disse que nada poderia fazer, foi quando demos aquele jeito brasileiro e começamos a fazer operação tartaruga, demorar a entregar o cartão de embarque, caminhar lentamente pelo portão de embarque, mas mesmo assim nada delas. Foi quando eu passei por último, olhei pelo vidro e lá vinham elas, só fiz o sinal para correrem e lá vieram elas no sprint final e conseguiram embarcar. Todos putos e exaustos no vôo, comandante pedindo desculpa pela bagunça do aeroporto e menos de 5 minutos todo mundo apagado naquele ônibus voados, chamado Ryanair.
O saldo geral foi muito positivo, apesar do povo inglês não ser muito educado e gente boa a cidade de Londres é muito maneira, o clima ajudou demais e até agora pareço não acreditar que estava lá. Enfim mais um sonho que se realiza graças a Deus.
Agora vou lá, tomar um banho e deitar na minha cama, to gripado novamente nessa cidade que parece ter esquecido o que é calor.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Saga de Dublin – Preparando para Londres
Após escrever o texto de ontem era hora de ir para o quarto e arrumar a mala para Londres. Tarefa não tão fácil já que a Ryanair só aceita malas no tamanho e peso de bagagem de mão.
Mesmo eu tendo comprado uma mala para viajar de Ryanair, é meio difícil colocar tudo que precisa ali dentro do espaço aproximado de 55cm de altura por 40 de largura e 20, ou algo assim, de espessura. Coloquei algumas cuecas, um cirolão para caso de frio, um casaco fino para sair, camisas, camisa da seleção, uma calça, papelada, remédios e um sabonete. Vou levar só o sabonete já que nenhum outro item aqui se encaixa nas especificações permitidas para bagagem de mão. Essas coisas comprarei lá.
Hoje depois da aula então era hora de imprimir os bilhetes, reservas do hostel e o restante. Isso esperando a pelada que teria as 2h da tarde.
Quando deu o horário da pelada o professor falou que o pessoal estava indo para o lugar de semana passada, que fica a uns 50 minutos andando aqui de casa, logicamente eu, Bruno e Ivan desistimos, isso porque o Tadeu sabendo dos boatos já tinha arregado.
Vim para casa, fizemos o almoço, eu e Bruno, e depois era hora de deitar e acabar de ver Velozes e Furiosos 5. A Imagem estava meio cortada, mas tava bom, o áudio era entendível e a imagem não era tão escura. Bom filme mas bem mentiroso. Não pelas cenas do filme, que eu já esperava, nem pela PM corrupta, dado infeliz de nosso país, mas pelas viaturas da polícia. Só rindo para não chorar.
Depois de conversar com umas amigas na internet agora resolvi deitar, afinal amanhã as 5 da matina eu acordo e as 6 tenho que estar na porta da Trinity College para pegar o táxi e irmos para o aeroporto.
E não esqueçam, rezem pelo mengão. Segunda eu volto a escrever e conto tudo sobre a viagem para a terra da rainha. Quem sabe eu não arrumo o outro príncipe para minha irmã.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
Mesmo eu tendo comprado uma mala para viajar de Ryanair, é meio difícil colocar tudo que precisa ali dentro do espaço aproximado de 55cm de altura por 40 de largura e 20, ou algo assim, de espessura. Coloquei algumas cuecas, um cirolão para caso de frio, um casaco fino para sair, camisas, camisa da seleção, uma calça, papelada, remédios e um sabonete. Vou levar só o sabonete já que nenhum outro item aqui se encaixa nas especificações permitidas para bagagem de mão. Essas coisas comprarei lá.
Hoje depois da aula então era hora de imprimir os bilhetes, reservas do hostel e o restante. Isso esperando a pelada que teria as 2h da tarde.
Quando deu o horário da pelada o professor falou que o pessoal estava indo para o lugar de semana passada, que fica a uns 50 minutos andando aqui de casa, logicamente eu, Bruno e Ivan desistimos, isso porque o Tadeu sabendo dos boatos já tinha arregado.
Vim para casa, fizemos o almoço, eu e Bruno, e depois era hora de deitar e acabar de ver Velozes e Furiosos 5. A Imagem estava meio cortada, mas tava bom, o áudio era entendível e a imagem não era tão escura. Bom filme mas bem mentiroso. Não pelas cenas do filme, que eu já esperava, nem pela PM corrupta, dado infeliz de nosso país, mas pelas viaturas da polícia. Só rindo para não chorar.
Depois de conversar com umas amigas na internet agora resolvi deitar, afinal amanhã as 5 da matina eu acordo e as 6 tenho que estar na porta da Trinity College para pegar o táxi e irmos para o aeroporto.
E não esqueçam, rezem pelo mengão. Segunda eu volto a escrever e conto tudo sobre a viagem para a terra da rainha. Quem sabe eu não arrumo o outro príncipe para minha irmã.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
terça-feira, 10 de maio de 2011
A Saga de Dublin – Hostels e mais Hostels
Hoje era dia de bookar os hostels que faltavam para nossa viagem pelo leste europeu e tínhamos que montar a programação do que fazer em Londres, afinal depois de amanhã estarei lá.
Saímos do colégio e fomos passar em um mercado, vinha uma galera aqui para casa resolver as coisas então compramos um macarrão, ovo e bacon para fazer uma macarronada por aqui.
Chegamos em casa e eu fui para a cozinha fazer a comida, enquanto o povo organizava outras coisas. Pessoal foi montando o roteiro, Victor fazendo os check-in on line e eu e a Paula na cozinha.
Almoço pronto, todos a mesa para comer a vontade e aproveitar sem saber o que vinha pela frente.
Depois do almoço começou a saga, a busca por hostels e até mesmo hotéis pela Escandinávia e pelo leste europeu. Que batalha! Por fim eram 9h da noite e eu bookava o ônibus de praga para Berlim, após fechar todos os hostels que precisaríamos.
Hostels bookados, passagens de avião compradas, agora só falta as passagens de ônibus ou trem entre Budapeste e Praga, já que para o resto já temos.
O dia foi exaustivo acho que agora vou cair na cama e apagar até amanhã. O bom foi conversar com a galera e lembrar que não posso levar líquidos na mala, afinal ryanair é só mala de mão. E depois de amanhã Londres. Não vejo a hora de chegar. Preciso de férias de mim mesmo, ando tão mal humorado que nem eu ando me agüentando.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
Saímos do colégio e fomos passar em um mercado, vinha uma galera aqui para casa resolver as coisas então compramos um macarrão, ovo e bacon para fazer uma macarronada por aqui.
Chegamos em casa e eu fui para a cozinha fazer a comida, enquanto o povo organizava outras coisas. Pessoal foi montando o roteiro, Victor fazendo os check-in on line e eu e a Paula na cozinha.
Almoço pronto, todos a mesa para comer a vontade e aproveitar sem saber o que vinha pela frente.
Depois do almoço começou a saga, a busca por hostels e até mesmo hotéis pela Escandinávia e pelo leste europeu. Que batalha! Por fim eram 9h da noite e eu bookava o ônibus de praga para Berlim, após fechar todos os hostels que precisaríamos.
Hostels bookados, passagens de avião compradas, agora só falta as passagens de ônibus ou trem entre Budapeste e Praga, já que para o resto já temos.
O dia foi exaustivo acho que agora vou cair na cama e apagar até amanhã. O bom foi conversar com a galera e lembrar que não posso levar líquidos na mala, afinal ryanair é só mala de mão. E depois de amanhã Londres. Não vejo a hora de chegar. Preciso de férias de mim mesmo, ando tão mal humorado que nem eu ando me agüentando.
Fui
Igor Reis Moreira Mathias
segunda-feira, 9 de maio de 2011
A Saga de Dublin – Aniversário da Coca, Mochilão e Palestra com Divaldo Franco
Hoje depois da aula era um dia de irmos ver as malas para fazer o mochilão pela Europa e conseqüentemente usar na viagem de Londres dessa semana. E fomos rumo ao St Stephens shopping fazer o gift card para escapar das taxas do cartão de crédito na Ryanair e na porta estava um stand da Coca.
Hoje fazem 125 anos da bebida mais famosa do mundo. E lá estavam eles, dando uma latinha de graça e, para quem pegasse a bolinha vermelha, uma garrafa retro da Coca-Cola. Eu que sou brasileiro já esperei alguém meter a mão dentro da parada para eu ver onde estavam as bolas vermelhas, após olhar eu fui lá e garanti a minha. E já falei para o resto da galera que garantiu sua garrafinha muito louca da Coca também.
Após isso fomos nós na Dunnes, lojas do Shopping e finalmente achamos uma mala que se enquadrava bem, em uma loja perto da O’Connel.
Mala comprada era hora de ir para casa e comprar as passagens. E para casa viemos, eu, Bruno e o Victor. Enquanto eu e Bruno cozinhávamos o Victor olhava umas passagens e o Tadeu via seus vídeos no youtube. Victor comprou as passagens para Oslo e de lá para Cracóvia e depois do almoço eu comprei de Berlim para Estocolmo e de lá para Dublin.
Nossa viagem a principio seria de Dublin para Cracóvia, depois para Budapeste, Bratislava, Viena, Praga e por fim Berlim. Mas as passagens diretas para Cracávia e de Berlim para Dublin estavam meio caras, resolvemos ir pela Noruega e voltar pela Suécia, o que dava quase a metade do preço nas passagens aéreas. Como em Oslo ficaríamos quase 8 horas esperando no aeroporto, eu devo ir para o centro e conhecer a cidade e na volta resolvemos dormir um dia em Estocolmo para conhecer a capital sueca. Serão quase 16 dias e 8 países diferentes. Haja fôlego.
Depois disso foi tempo para tomar um banho corrido e ir para a palestra do Divaldo Franco, um ícone do espiritismo mundial. O cara tem 84 anos mas está inteirasso, se bobear melhor do que eu. Falando sobre a transição que o planeta sofre e confrontando a teoria dele com essa teoria do fim do mundo. Muito legal, muito simpático e com uma ótima vibração. No fim quando apagaram as luzes para escutar uma música uma paz súbita dominou o lugar e por 12 minutos tudo que se escutava era a música no ambiente.
Agora acabo de falar com minha mãe e só falta confirmar a vinda do meu irmão para cá, vai se dar bem, vai cair dentro do meu mochilão e aprender muito sobre inúmeras coisas como a II GM.
Agora vou me lá, afinal tem homework para fazer.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
Hoje fazem 125 anos da bebida mais famosa do mundo. E lá estavam eles, dando uma latinha de graça e, para quem pegasse a bolinha vermelha, uma garrafa retro da Coca-Cola. Eu que sou brasileiro já esperei alguém meter a mão dentro da parada para eu ver onde estavam as bolas vermelhas, após olhar eu fui lá e garanti a minha. E já falei para o resto da galera que garantiu sua garrafinha muito louca da Coca também.
Após isso fomos nós na Dunnes, lojas do Shopping e finalmente achamos uma mala que se enquadrava bem, em uma loja perto da O’Connel.
Mala comprada era hora de ir para casa e comprar as passagens. E para casa viemos, eu, Bruno e o Victor. Enquanto eu e Bruno cozinhávamos o Victor olhava umas passagens e o Tadeu via seus vídeos no youtube. Victor comprou as passagens para Oslo e de lá para Cracóvia e depois do almoço eu comprei de Berlim para Estocolmo e de lá para Dublin.
Nossa viagem a principio seria de Dublin para Cracóvia, depois para Budapeste, Bratislava, Viena, Praga e por fim Berlim. Mas as passagens diretas para Cracávia e de Berlim para Dublin estavam meio caras, resolvemos ir pela Noruega e voltar pela Suécia, o que dava quase a metade do preço nas passagens aéreas. Como em Oslo ficaríamos quase 8 horas esperando no aeroporto, eu devo ir para o centro e conhecer a cidade e na volta resolvemos dormir um dia em Estocolmo para conhecer a capital sueca. Serão quase 16 dias e 8 países diferentes. Haja fôlego.
Depois disso foi tempo para tomar um banho corrido e ir para a palestra do Divaldo Franco, um ícone do espiritismo mundial. O cara tem 84 anos mas está inteirasso, se bobear melhor do que eu. Falando sobre a transição que o planeta sofre e confrontando a teoria dele com essa teoria do fim do mundo. Muito legal, muito simpático e com uma ótima vibração. No fim quando apagaram as luzes para escutar uma música uma paz súbita dominou o lugar e por 12 minutos tudo que se escutava era a música no ambiente.
Agora acabo de falar com minha mãe e só falta confirmar a vinda do meu irmão para cá, vai se dar bem, vai cair dentro do meu mochilão e aprender muito sobre inúmeras coisas como a II GM.
Agora vou me lá, afinal tem homework para fazer.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
domingo, 8 de maio de 2011
Dia das Mães – A Saga de Dublin
Hoje é tudo as avessas, título depois, sobre título primeiro. Texto antes, acontecimentos depois. Afinal não é todo dia que é dia das mães, principalmente dias das mães longe de sua mãe. Podem falar que inventaram essa data para o comércio mas eu não me importo, assim como o dia dos pais, são belas invenções da humanidade.
O texto de hoje é dedicado a você, mãe, futura mãe, ou a você que pensa e quer um dia ser mãe. Mas assim como aquelas crianças faziam nos programas da Xuxa, eu dedico esse texto principalmente para minha mãe e as outras mães de minha extensa família.
Hoje morando longe de casa eu sei o que uma mãe passa. Antes de vir para cá eu já tinha uma idéia, ou melhor, uma visão um pouco diferente sobre as mães em nossa sociedade, afinal resolvi fazer meu TCC falando sobre trabalho feminino e aquela velha história da dupla jornada de trabalho veio a tona.
A partir dali eu comigo a ver algumas coisas de forma diferente. E hoje eu falo, uma mulher que chega em casa, depois de um dia de trabalho, prepara a janta do marido, limpa a casa e ainda cuida da criançada, é a maga do tempo e da paciência.
Hoje dou muito mais valor aos meus pais e uma coisa que eu aprendi é que eu tenho que valorizar mais o trabalho da minha mãe. Uma mulher, por mais que seja “apenas” dona de casa, tem um trabalho enorme no dia a dia. Se você reparar, elas dedicam a maior parte do dia para nós. Isso mesmo para nós, filhos e maridos. Cozinhando o que gostamos, limpando e arrumando nossa bagunça, lavando aquela camisa preferida e passando aquela calça para você sair em cima da hora.
Acho que a palavra egoísta e mãe deviam ser proibidas, pela gramática, de fazer parte da mesma frase. Afinal nenhum outro ser conseguiria dedicar tanta parte de seu tempo para os outros.
Já que estou longe de casa e não posso ir para aquela churrascaria com minha vó e minha mãe como de costume, resolvi vir aqui fazer um texto, como forma de presente, singelo e simples, mas de todo coração.
E nada melhor do que terminar com aquele agradecimento, Mãe obrigado por me fazer existir.
Igor Reis Moreira Mathias
O texto de hoje é dedicado a você, mãe, futura mãe, ou a você que pensa e quer um dia ser mãe. Mas assim como aquelas crianças faziam nos programas da Xuxa, eu dedico esse texto principalmente para minha mãe e as outras mães de minha extensa família.
Hoje morando longe de casa eu sei o que uma mãe passa. Antes de vir para cá eu já tinha uma idéia, ou melhor, uma visão um pouco diferente sobre as mães em nossa sociedade, afinal resolvi fazer meu TCC falando sobre trabalho feminino e aquela velha história da dupla jornada de trabalho veio a tona.
A partir dali eu comigo a ver algumas coisas de forma diferente. E hoje eu falo, uma mulher que chega em casa, depois de um dia de trabalho, prepara a janta do marido, limpa a casa e ainda cuida da criançada, é a maga do tempo e da paciência.
Hoje dou muito mais valor aos meus pais e uma coisa que eu aprendi é que eu tenho que valorizar mais o trabalho da minha mãe. Uma mulher, por mais que seja “apenas” dona de casa, tem um trabalho enorme no dia a dia. Se você reparar, elas dedicam a maior parte do dia para nós. Isso mesmo para nós, filhos e maridos. Cozinhando o que gostamos, limpando e arrumando nossa bagunça, lavando aquela camisa preferida e passando aquela calça para você sair em cima da hora.
Acho que a palavra egoísta e mãe deviam ser proibidas, pela gramática, de fazer parte da mesma frase. Afinal nenhum outro ser conseguiria dedicar tanta parte de seu tempo para os outros.
Já que estou longe de casa e não posso ir para aquela churrascaria com minha vó e minha mãe como de costume, resolvi vir aqui fazer um texto, como forma de presente, singelo e simples, mas de todo coração.
E nada melhor do que terminar com aquele agradecimento, Mãe obrigado por me fazer existir.
Igor Reis Moreira Mathias
A Saga de Dublin – Like an Animal
O dia começou com a galera aqui de casa toda quebrada, afinal eles tinham enchido o pote no dia anterior. Chamei os caras e fomos atrás das frutas para a festa. Nunca vi tanta fruta, os caras compraram 50 euros de fruta. Tinha banana, abacaxi, limão, ameixa, tangerina, uva e até manga brasileira.
Voltamos para casa e lá estava o vizinho que os caras tinham conhecido de madrugada, um Belga muito louco, sentado no sofá fumando cigarro do Alex e usando o PC do Tadeu, pouco folgado o rapaz.
Saímos e fomos comprar cerveja, vodka e uísque, afinal era dia de festa aqui em casa. Comprado as coisas tínhamos que mover os móveis, arrumar a sala e tudo mais. Enquanto os caras davam o toque final, eu falava com meus pais e meus avós pela web can, ontem era pré dia das mães, primeira vez que passaria esse dia longe dela.
Deu 8h da noite e o pessoal começou a chegar, geladeira lotada de cerveja, vodka e uísque na pia e aquele monte de frutas. E foi chegando mais gente, ficando bom e por fim eram 9h da manha de hoje e ainda tinha gente aqui em casa.
Agora era hora de eu escrever o texto de ontem e postar, hoje meio que corrido até porque estou muito cansado após limpar a cozinha e a sala que mais pareciam uma cena de guerra. Ainda bem que o nosso amigo Victor ajudou se não, tava ferrado.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
Voltamos para casa e lá estava o vizinho que os caras tinham conhecido de madrugada, um Belga muito louco, sentado no sofá fumando cigarro do Alex e usando o PC do Tadeu, pouco folgado o rapaz.
Saímos e fomos comprar cerveja, vodka e uísque, afinal era dia de festa aqui em casa. Comprado as coisas tínhamos que mover os móveis, arrumar a sala e tudo mais. Enquanto os caras davam o toque final, eu falava com meus pais e meus avós pela web can, ontem era pré dia das mães, primeira vez que passaria esse dia longe dela.
Deu 8h da noite e o pessoal começou a chegar, geladeira lotada de cerveja, vodka e uísque na pia e aquele monte de frutas. E foi chegando mais gente, ficando bom e por fim eram 9h da manha de hoje e ainda tinha gente aqui em casa.
Agora era hora de eu escrever o texto de ontem e postar, hoje meio que corrido até porque estou muito cansado após limpar a cozinha e a sala que mais pareciam uma cena de guerra. Ainda bem que o nosso amigo Victor ajudou se não, tava ferrado.
SRN
Igor Reis Moreira Mathias
Assinar:
Postagens (Atom)