Mais um dia de aula, como todos os outros. Deveres, palavras novas e aquele sono gigante.
Fim da aula fomos mais uma vez rodar a Grafton atrás de uma boa liquidação. Olhei botina em vários lugares, mas o preço não me agradava.
Fomos a Zara e a HM e sempre que eu achava algo que me agradava, a parada não servia. Fiquei feliz que pelo menos não era somente o fato de ser gordo, mas também por ter ombros largos, o que impossibilitava a compra de alguns itens.
Fim da história, rodamos, rodamos e não compramos nada. Passamos em um caixa e viemos para casa. O Bruno ficou cozinhando, eu e Ivan fomos comprar comida. No caminho vi algumas botinas mas preferi experimentar somente na volta.
Compramos os faltantes, queijo, leite, pão, etc. Voltamos lotados e resolvi experimentar algumas botinas. Achei umas legais num bom preço, mas quando experimentei, senti algo pior que a botina que eu usava na CSN. Na dúvida preferi não comprar.
Viemos para casa e o Bruno já estava com o almoço quase pronto. Comemos e eu resolvi raspar minha cabeça, mas quando dei a primeira passada da máquina no meu cabelo, a máquina parou. Esqueci que aqui as coisas são 220 volts e não 110 como no Brasil. Assim tive que ligar para o salão de brasileiros aqui perto e queimar meu voucher. Marquei as 6 e lá fui. Raspei e por fim não paguei nada, o corte era 10 euros e meu voucher cobria exatamente esse valor.
Voltei para casa e resolvi fazer pastel para o pessoal aqui de casa. Ganhei uma massa de pastel do meu amigo Curirim, que também me fez o favor de criar uma das melhores expressões que já escutei. Segundo ele saudade e pastel não tem tradução para outras línguas, assim sendo, só nós sentimos saudades do pastel.
Não foi lá aquele pastel da feira mas até que o cheddar deu pro gasto. Pessoal comeu e gostou, pena que a massa acabou.
Agora é hora de partir para a cama e ver um filme, afinal ta frio demais aqui hoje.
Igor Reis Moreira Mathias
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