O domingo começou como qualquer outro, meio despretensioso, sem prometer muito e com a diferença de que amanhã não teremos aula pois é feriado.
Acordamos, chamamos o pessoal e fomos acabar com a feijoada que ainda restava aqui em casa. O pessoal voltou aqui para acabar com um panelão que ainda restava, enquanto isso eu e Larissa víamos os preços de passagens para Berlim ou Cracóvia a fim de programar nossa viagem ao leste europeu.
Comemos, recomemos, acabamos com o arroz, fizemos mais e enfim acabamos com aquela tonelada e meia de feijoada que tinha aqui.
Sentamos e fiquei aqui sofrendo com as músicas eletrônicas que o Alex colocava para tocar, depois o povo fala que funk é ruim, as letras são ruins mas pelo menos tem letra. Essa bosta desse eletrônico dissolve seu cérebro e nem letra tem.
Cansei daquilo e fui arrumar umas coisas no quarto e esperar o jogo do Flamengo. Enfim chegou a hora e começamos a ver. Ligamos dois notes, e pegamos um cabo e conectamos um deles a TV para pelo menos ouvirmos o som.
Primeiro tempo complicado, segundo horroroso. Aliás o segundo foi pior, até porque um vascaíno apareceu aqui em casa, o medo de perder era pior. Engraçado até, tinham vários flamenguistas, torcedores dos times de São Paula, 1 tricolor, 1 vascaíno e nenhum botafoguense. Realmente agora cabe a nós descobrir quem será extinto primeiro, os botafoguenses ou as araras-azuis.
Fim de jogo e penalidades neles. Um note que estava ligado lá no canto acabou passando os pênaltis de Palmeiras e Corinthians, e acabamos ver o timeco indo para final.
E lá estávamos nós, morrendo aqui para ver o que daria, mas mais uma vez o eterno vice reconheceu seu lugar. Campeões Cariocas pela 32° vez e invictos. Comemorei, liguei para o Brasil e pedi que comemorassem mais por mim.
Agora eu só concordo com o que os vascaínos, botafoguenses e tricolores falam, afinal o freguês tem sempre razão.
Igor Reis Moreira Mathias
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